
A solicitação de 876 vagas de nível médio, no entanto, retornou à CGU para nova análise, em janeiro, dessa vez pelo novo ministro-chefe do órgão, Valdir Simão. Para essas, o processo de solicitação foi feito em 30 de setembro de 2014, sendo devolvido com a sugestão de que a controladoria considerasse incluir no pedido os cargos de graduados, uma vez que prazo da seleção anterior para esses estava esgotado. De acordo ainda com a Assessoria de Imprensa da CGU, ainda não há posicionamento sobre a manutenção do pedido de 876 vagas para o concurso de nível médio, estando as mesmas sob discussões internas, devendo ter desfecho em curto espaço de tempo, quando o pedido seguirá novamente para a análise do Ministério do Planejamento.
Carreiras – Caso as vagas de graduados sejam aprovadas na íntegra, haverá chances para analista (nível superior em qualquer formação) e ainda para as carreiras de arquiteto, com quatro vagas; engenheiro civil, cinco; engenheiro eletricista, duas; e engenheiro mecânico, duas; além de 40 oportunidades de administrador, oito de médico/20h, duas de assistente social, duas de psicólogo e 12 de contador.
O que estudar – No último edital para os cargos de técnico e analista, feito pela Esaf, em 2008, os candidatos fizeram provas objetivas de conhecimentos gerais e específicos. Para analista, foram propostas questões de Língua Portuguesa; Língua Inglesa ou Espanhola; Raciocínio Lógico-Quantitativo; Conhecimentos Gerais; e Administração Pública; além de conhecimentos específicos em Direito Constitucional; Direito Administrativo; Administração Financeira e Orçamentária; e Técnicas de Controle.
Já para quem concorreu ao cargo de técnico, as provas foram de Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico-Quantitativo e Informática. Na avaliação específica, foram cobradas as disciplinas de Direito Constitucional; Matemática; Língua Inglesa ou Língua Espanhola; Legislação Aplicada à CGU e Regime Jurídico dos Servidores Públicos.


