Policiais rodoviários federais realizaram manifestação no último dia 11, em Brasília, para pedir a reestruturação da carreira, melhores condições e segurança no trabalho, fim da política de fechamento de postos e aumento do efetivo. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) possui pedido de concurso em análise no Ministério do Planejamento, para 1.500 vagas de policial. No documento de solicitação do concurso, o próprio ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, reconhece a necessidade de abertura da seleção para solucionar a crise de efetivo que tem prejudicado a atuação do departamento. Além do novo concurso, a PRF busca a nomeação de cerca de 700 aprovados na última seleção para o cargo, aberta em 2013. O cargo de policial rodoviário federal é aberto a quem possui o ensino superior completo em qualquer área, além de carteira de habilitação, na categoria B ou superior. A remuneração no início da carreira é de R$7.092,91, incluindo o auxílio-alimentação, no valor de R$373.
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PRF: cresce expectativa pela autorização do concurso
Com a retomada, por parte do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) da autorização de concursos em âmbito federal (já foram autorizados, nos últimos dias, os concursos da ANS, ANP, Anac e INSS), cresce a expectativa pelo aval do novo certame da Polícia Rodoviária Federal (PRF), aguardado com ansiedade por milhares de candidatos desde 30 de maio de 2014. Atualmente, o pedido está na coordenação-geral do setor de articulação governamental do MPOG, desde 28 de maio.
A solicitação é de 1.500 vagas para o cargo de policial rodoviário.
Para concorrer é necessário possuir curso de nível superior completo em qualquer área de formação e carteira de habilitação a partir da categoria “B”. A remuneração inicial, atualizada, é de R$ 6.719,91, com jornada de trabalho de 40 horas semanais.
Durante o exercício, o servidor conta com melhorias salariais. Ao ingressar, na terceira classe, após o padrão inicial, a carreira conta com mais dois, com remunerações, respectivamente, de R$ 6.787,11 e R$ 6.854,98.
Na segunda classe, contam com mais seis padrões: I – R$ 8.198,29; II – R$ 8.280,27; III – 8.363,08; IV – R$ 8.446,71; V – R$ 8.531,17; e VI – R$ 8.616,49.
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PRF – Corporação dá importante passo rumo à abertura de novo concurso
Um importante passo foi dado neste mês rumo à realização de um novo concurso para policial rodoviário federal. No último dia 14, voltou a tramitar no Ministério do Planejamento o pedido de autorização para nomeação dos aprovados além do número de vagas na última seleção para o cargo. Após a nomeação de todos os excedentes (766 ao todo), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) já poderá abrir o novo concurso, cuja solicitação, para 1.500 vagas, será reenviada ao Planejamento até o fim deste mês, de acordo com o departamento. Com o reenvio, haverá chance da permissão ser concedida ainda este ano.O pedido de novo concurso foi encaminhado pela PRF inicialmente em maio do ano passado. De acordo com a solicitação, a realização do concurso é urgente e a única saída para o órgão superar a crise de efetivo pela qual passa. Entre os argumentos apresentados está a existência de mais de cerca de 3 mil vagas ociosas no quadro policial e a possibilidade de até 3.600 aposentadorias aproximadamente até o fim deste ano.
Também consta no pedido que das 151 delegacias de polícia rodoviária federal, 32 (21,19%) possuem, em média, menos policiais em escala do que o mínimo exigido para a segurança deles próprios. Além disso, mais da metade, 87, funcionam com o efetivo mínimo. Apesar dos dados alarmantes, o pedido foi negado por não ter sido incluído no Projeto de Lei Orçamentária de 2015. Segundo a PRF, o objetivo agora é propor uma programação para o preenchimento das vagas existentes. O cargo de policial rodoviário federal é aberto a quem possui o ensino superior completo em qualquer área, além da carteira de habilitação, na categoria B em diante, e proporciona remuneração inicial de R$7.092,91.
Prorrogação – A validade do último concurso para policial rodoviário federal, aberto em 2013, foi prorrogada no último dia 11, até 23 de junho do ano que vem. No entanto, obtendo a autorização para nomear todos os aprovados que ainda não foram chamados, a PRF poderá abrir o novo concurso antes mesmo do fim da nova vigência. A seleção de 2013 teve oferta inicial de mil vagas e atraiu 109.769 inscritos em todo o país (cerca de 110 candidatos por vaga).
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PRF – Alerta ligado no departamento, que busca autorização para 1.500 vagas
Metade das delegacias apenas com o efetivo mínimo para funcionamento; outras com menos policiais de plantão do que o mínimo necessário para a garantia de sua própria segurança; fechamento de postos por falta de pessoal; impossibilidade de fazer frente a demandas como o combate ao tráfico de drogas, armas e seres humanos nas regiões de fronteira e chance de perder mais de 30% do efetivo por aposentadoria, até o fim deste ano, o que deixaria o quadro menor do que o de quase 20 anos atrás. Esses foram alguns dos motivos que fizeram a Polícia Rodoviária Federal (PRF) pedir ao Ministério do Planejamento autorização para a abertura em 2015 de concurso para 1.500 vagas, visando à recomposição urgente do seu quadro policial.Mesmo com o cenário alarmante, a solicitação, que chegou ao Planejamento em maio do ano passado, foi devolvida em dezembro ao Ministério da Justiça, pasta à qual a PRF é subordinada, pelo fato de não ter sido incluída no Orçamento da União deste ano. Mas aqueles que estão se preparando para a seleção podem ficar tranquilos, pois o departamento já informou que renovará o pedido para que possa ser incluído na proposta orçamentária de 2016, o que precisa ser feito até o dia 31 deste mês. A medida manterá a possibilidade de a seleção ser autorizada ainda este ano, visto que o preenchimento das vagas só terá impacto no orçamento do próximo ou até mesmo em 2017, dependendo de quando o concurso for concluído.
De acordo com a PRF, a intenção é propor uma programação para que sejam preenchidas as cerca de 3 mil vagas em aberto no quadro de policiais rodoviários federais. O departamento ressaltou, no entanto, que tem trabalhado o efetivo da melhor forma possível, fazendo a gestão por controle estatístico, procurando em áreas mais críticas. A corporação afirma que dessa forma tem reduzido os números de acidentes, feridos e mortos.
Os dados citados no início deste texto, no entanto, são menos animadores com relação ao cumprimento da missão do órgão. As informações constam no pedido de concurso devolvido pelo Planejamento, que foi assinado pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Segundo argumentou o ministro no documento, a seleção é o único meio de ampliar o efetivo, a fim de fazer frente às demandas atuais e às novas necessidades do governo e da sociedade. O departamento ainda conta com a possibilidade de convocar cerca de 700 aprovados do último concurso, o que, entretanto, não supriria totalmente a demanda.
As novas contratações também diminuiriam o risco de ações judiciais contra a União, em função da crise de efetivo existente. Isso porque, também conforme o pedido de concurso, por conta da falta de policiais em postos de grande importância para o país, o Ministério Público Federal vem propondo ações civis públicas para o aumento do efetivo, assim como instaurando inquéritos administrativos, gerando uma situação de resolução inviável, segundo Cardozo, justamente em função do quadro reduzido em todo o país.
Possibilidade de 3.600 aposentadorias
Quando o pedido de novo concurso foi feito, em maio do ano passado, a PRF contava com 10.067 policiais em atividade, efetivo insuficiente para cobrir os 76 mil quilômetros de rodovias e estradas federais e ainda atender a outros programas e projetos que demandam a atuação da corporação. Ao solicitar o novo concurso, o ministro Cardozo lembrou, por exemplo, que os planos do governo preveem um aumento considerável do policiamento nas fronteiras e na área da Amazônia Legal. O reforço das fronteiras para o combate ao tráfico de armas e drogas foi, inclusive, um compromisso assumido pela presidente Dilma Rousseff ao tomar posse para o segundo mandato, no início deste ano.
Entretanto, o ministro da Justiça argumentou que a área de fronteira requer implementação de policiamento especializado, sobretudo para combater o tráfico de drogas, armas e seres humanos, ao passo que o número atual de policiais não é suficiente para fazer frente nem sequer às demandas comuns do policiamento rodoviário, o que é feito por meio de jornada ininterrupta, em mais de 500 unidades operacionais espalhadas pelo país.
E o que já é ruim ainda pode ficar muito pior. O motivo é que com a possibilidade de até 3.600 aposentadorias aproximadamente, somente até o fim deste ano, o departamento pode ficar com um efetivo de cerca de 7.450 policiais apenas, já considerando o recente ingresso dos mil aprovados no concurso do ano passado. Para que se possa comparar: em 1996 a PRF contava com 8.960 policiais, sendo que de lá para cá, além das atribuições, aumentaram também a população e a frota de veículos. Enquanto a população brasileira saltou de 157 milhões para 204 milhões de 1996 para cá, a frota de veículos mais do que triplicou: ela era de aproximadamente 24,3 milhões em 1998 (de acordo com as estatísticas oficiais mais antigas disponíveis), passando de 87,3 milhões nos dias atuais.
Caso o governo não tome as medidas necessárias, a redução do quadro poderá aumentar ainda mais a insegurança dos policiais rodoviários federais em atividade. Segundo consta no pedido de concurso, das 151 delegacias de polícia rodoviária federal, 32 (21,19%) são as que possuem, em média, menos policiais em escala do que o mínimo exigido para a segurança deles próprios. Já as que funcionam com o efetivo mínimo são 87.
A inércia com relação à perda de efetivo também fará com que a PRF tenha que continuar fechando postos em todo o país, e também poderá comprometer a atuação da corporação na segurança de grandes eventos, em especial os Jogos Olímpicos, no ano que vem, e a Copa América de futebol, em 2017. Outros projetos também poderão ficar prejudicados, como o Rodovida, para a redução do número de acidentes de trânsito, em atenção à meta definida pela Organização das Nações Unidas (ONU), e aqueles que visam ao combate ao tráfico de drogas e à atenção aos seus usuários, sobretudo no caso do crack. Diante do caos que se vislumbra, fica ao menos uma certeza: mesmo que sofra atraso, o novo concurso da PRF é inevitável.
Especialista vê possibilidade de caos
Vivendo a realidade do departamento há dez anos, o policial rodoviário federal e especialista em concursos públicos Leandro Macedo acredita que a crise de efetivo vivida pela PRF pode levar a um caos no cumprimento de suas atribuições. “Imagine chegar a um efetivo de quase 50% do previsto, com aumentos sucessivos da frota de veículos e da população?”, indagou, apontando a abertura urgente de concurso como a solução em respeito à população.
Para Macedo, é evidente que o caos se instalará nas rodovias federais em razão do fechamento de postos, da pouca quantidade de policiais rodoviários federais nas ruas e da possibilidade de mais de 3.500 aposentadorias até o fim deste ano. Segundo ele, porém, a culpa pela situação não pode ser atribuída ao departamento ou ao ministro da Justiça. “É a Presidência da República que deve inserir essa necessidade na Lei Orçamentária Anual, para que o Ministério do Planejamento possa dar a autorização para o concurso.”
O especialista avaliou que mesmo o preenchimento de todas as 13.098 vagas previstas em lei seria insuficiente para fazer frente à necessidade de patrulhamento dos mais de 76 mil quilômetros da malha viária federal e às atribuições que vêm sendo adquiridas pelo departamento, devendo, portanto, ser modificada a lei da carreira (9.654/98).
“Basta você pensar que muitos municípios têm um efetivo nas ruas maior em números absolutos que o da PRF”, afirmou. Nesse sentido, uma saída seria a contratação de mais servidores administrativos, já que, segundo Macedo, um percentual expressivo das atribuições dessa categoria é desempenhado diretamente por policiais, o que, por consequência, diminui o efetivo nas ruas.
Coordenador do curso LM Concursos, Leandro Macedo apontou ainda outras medidas necessárias, como o maior investimento em fiscalização eletrônica e reforço dos pilares educação, engenharia e fiscalização, para a diminuição dos acidentes de trânsito, que, em sua opinião, têm reduzido por fatores externos, como o menor acesso sobretudo de jovens a carros, por conta da desaceleração da economia.
Inicial de R$7,1 mil
O cargo de policial rodoviário é um dos mais visados por aqueles que buscam uma vaga na área de segurança pública federal. Para ingressar na função, basta possuir o ensino superior completo em qualquer área, além da carteira de habilitação, na categoria B em diante. A carreira proporciona estabilidade, em função da contratação pelo regime estatutário, e remuneração inicial de R$7.092,91, incluindo o auxílio-alimentação, que é de R$373.
Para os interessados em participar da próxima oportunidade, a orientação dos especialistas é estudar com base no último concurso, que foi aberto em 2013. A seleção foi organizada pelo Cespe/UnB e compreendeu provas objetivas e discursivas, exame de aptidão física (testes de flexão em barra fixa, de impulsão horizontal, de flexão abdominal e de corrida de 12 minutos), avaliações médica, psicológica e de títulos, além de investigação social e do curso de formação. Em todo o país, foram registrados 109.769 inscritos para as mil vagas em oferta (cerca de 110 candidatos por vaga).
As provas foram sobre Língua Portuguesa, Matemática, Ética no Serviço Público, Informática, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Penal, Direito Processual Penal, Legislação Especial, Direitos Humanos e Cidadania, Legislação Relativa à PRF e Física Aplicada à Perícia de Acidentes Rodoviários.
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Concurso PRF 2015: pedido pode ter celeridade no MPOG
Com a aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2015, em 17 de março, cresce a expectativa pela autorização de diversos concursos federais, condição endossada pelo próprio ministro do planejamento, Nelson Barbosa, que já havia afirmado que decisões sobre novas autorizações poderiam ser tomadas assim que apreciado o projeto. Entre elas, uma das mais aguardadas é para o concurso da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que aguarda um parecer do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) para ser realizado ainda em 2015.A prioridade pela realização de concursos na área de segurança é clara, tendo em vista a autorização, por parte do próprio MPOG, em 19 de fevereiro, mesmo antes da aprovação do orçamento, para a realização do concurso do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), cujo edital deve ser publicado nos próximos dias.
No caso da PRF, a solicitação é de 1.500 vagas para o cargo de policial rodoviário.
O pedido, encaminhado para o MPOG em 30 de maio de 2014, está no Ministério da Justiça para ajustes, desde 11 de dezembro de 2014.
Para concorrer ao cargo é necessário possuir curso de nível superior completo em qualquer área de formação e carteira de habilitação a partir da categoria “B”. A remuneração inicial, atualizada, é de R$ 6.719,91, com jornada de trabalho de 40 horas semanais.
Durante o exercício, o servidor conta com melhorias salariais. Ao ingressar, na terceira classe, após o padrão inicial, a carreira conta com mais dois, com remunerações, respectivamente, de R$ 6.787,11 e R$ 6.854,98.
Na segunda classe, contam com mais seis padrões: I – R$ 8.198,29; II – R$ 8.280,27; III – 8.363,08; IV – R$ 8.446,71; V – R$ 8.531,17; e VI – R$ 8.616,49.Na primeira classe são mais seis: I – R$ 9.362,89; II – R$ 9.643,78; III – R$ 9.933,09; IV – R$ 10.231,08; V – R$ 10.538,02; e VI – R$ 10.854,16. Finalmente, na classe especial, os servidores contam com mais três padrões: I – R$ 11.505,41; II – R$ 11.850,57; e III – R$ 12.206,09.
Atividades
Quem ingressar na carreira contará com atribuições de natureza policial, envolvendo fiscalização, patrulhamento e policiamento ostensivo, atendimento e socorro às vitimas de acidentes rodoviários e demais atribuições com a área operacional do Departamento de Polícia Rodoviária Federal.
Último concurso da PRF
A seleção anterior para o cargo ocorreu em 2013 e foi organizado pelo Cespe/UnB. Ao todo foram registrados 109.769 inscritos para a oferta de 1.000 vagas. A seleção contou com prova objetiva, exame discursivo, testes de capacidade física, avaliação de saúde, avaliação psicológica, investigação social e análise de títulos.
A prova objetiva contou com 120 itens, sendo 50 de conhecimentos básicos e 70 de conhecimentos específicos. Conhecimentos básicos contou com temas sobre língua portuguesa, matemática, noções de direito constitucional, ética no serviço público e noções de informática. Já em conhecimentos específicos, noções de direito administrativo, noções de direito penal, noções de direito processual penal, legislação especial, direito humanos e cidadania, legislação relativa ao DPRF e física aplicada à perícia de acidentes rodoviários.
Sobre a PRFA PRF está presente em todo o território nacional. Conta com uma unidade administrativa central, a Sede Nacional, em Brasília, e unidades administrativas regionais, com 22 superintendências nos estados de GO, MT, MS, MG, RJ, SP, ES, PR, SC, RS, BA, PE, AL, PB, RN, CE, PI, MA, PA, SE, RO e TO, além de cinco distritos, em DF, AC, AM, AP e RR. Também é formada por 150 subunidades administrativas, denominadas delegacias, e 413 unidades operacionais (Uops), totalizando 550 pontos de atendimento.
ObjetivosCabe ao serviço da PRF garantir segurança com cidadania nas rodovias federais e nas áreas de interesse da união. Além disso, tem por objetivo ser reconhecida pela sociedade brasileira por sua excelência e efetividade no trabalho policial e pela indução de políticas públicas de segurança e cidadania.
Histórico do pedido no MPOG
30/05/2014 – A solicitação foi cadastrada no gabinete do ministro e encaminhada para a assessoria técnica e administrativa.
02/06/2014 – Pedido é encaminhado para a secretaria executiva e secretaria de gestão pública.
03/06/2014 – Pedido passa para o gabinete da secretária de gestão pública e é encaminhado para o departamento de modelos organizacionais e força de trabalho nos setores de infraestrutura e de articulação governamental.
21/11/2014 – Solicitação é encaminhada ao gabinete da secretária de gestão pública
25/11/2014 – O processo, após apreciação, é devolvido ao departamento de modelos organizacionais e força de trabalho nos setores de infraestrutura e de articulação governamental.
03/12/2014 – O pedido é encaminhado ao gabinete da secretária de gestão pública
11/12/2014 – Solicitação é devolvida para o Ministério da Justiça para ajustes* Matéria atualizada em 06/04 às 11h59
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Segurança Pública: oferta de 2.316 vagas ainda em 2015
Boas remunerações, estabilidade, benefícios e provas aplicadas em todas as capitais. Os atrativos são muitos para quem deseja concorrer a uma das 258 vagas autorizadas para o concurso do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). A previsão inicial era definir a organizadora até o fim de março. No entanto, segundo o órgão, a instituição será anunciada ainda esta semana. Feito isso, os esforços serão voltados para que o edital seja publicado nos próximos dias.
Das oportunidades, 240 são para agente penitenciário federal. A atrativa carreira exige o antigo 2º grau e proporciona remuneração de R$5.403,95, incluindo o auxílio-alimentação, no valor de R$373. O cargo também exige carteira de habilitação na categoria B ou superior.
Há vagas, ainda, para as carreiras de técnico (médio/técnico) e de especialista (superior) em assistência penitenciária, com ganhos de R$ 3.679,20 e R$ 5.254,88, respectivamente. Os valores já incluem os R$ 373 referentes ao auxílio-alimentação. Os servidores recebem também auxílio-transporte, gratificação natalina, adicionais noturno e de insalubridade (cerca de R$ 1 mil, cada) e ressarcimento do auxílio-saúde, de aproximadamente R$ 80 por dependente. A carga de trabalho é de 40 horas semanais, e a contratação é sob o regime estatutário, isto é, com garantia de estabilidade.
Segundo a presidente da comissão do concurso, Juciane Prado, as provas escritas serão aplicadas em todas as capitais. A primeira fase terá ainda testes de aptidão física, avaliações psicológica e médica e investigação social. O curso de formação profissional dos aprovados corresponde à segunda etapa da seleção. Os novos servidores serão lotados nas penitenciárias de Porto Velho/RO, Mossoró/RN, Catanduvas/PR e Campo Grande/MS, e também na sede, em Brasília, que inaugurará a quinta penitenciária este ano, sendo o marco temporal que orienta o provimento dos cargos.
PF: projeto de abrir 558 vagas este ano
A Polícia Federal (PF) programa para este ano a realização de concurso para 558 vagas, sendo 491 de delegado e 67 de perito. Ambos os cargos são de nível superior e têm remuneração inicial de R$ 17.203,85, já com o auxílio-alimentação, de R$ 373. As contratações são pelo regime estatutário, que prevê estabilidade. Para abrir o concurso, o departamento aguarda confirmação do Ministério do Planejamento quanto à disponibilidade orçamentária para o preenchimento das vagas. Desde outubro do ano passado, a PF não precisa de autorização do Planejamento para promover concursos para cargos policiais.
A alteração foi estabelecida por meio do Decreto 8.326/14, que instituiu a necessidade de experiência mínima de três anos em atividade jurídica ou policial para o ingresso no cargo de delegado, que ainda tem como requisito básico o bacharelado em Direito. A formação superior necessária para o cargo de perito varia conforme a área de atuação (são 18 áreas possíveis). Para os dois cargos, também é preciso ter carteira de habilitação, na categoria B ou superior.
Os últimos concursos para delegado e para perito foram realizados em 2012, tendo o Cespe/UnB como organizador. No caso do primeiro, as provas foram sobre os direitos Constitucional, Administrativo, Penal, Processual Penal, Civil, Processual Civil, Previdenciário, Financeiro e Tributário, Internacional Público, Empresarial, além de Criminologia.
PRF: até 1.500 vagas para policiais
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) deverá realizar este ano concurso para o preenchimento de até 1.500 vagas de policial rodoviário federal. O cargo, que é aberto a quem possui o ensino superior completo em qualquer área e carteira de habilitação (categoria B ou superior), garante remuneração de R$ 7.092,91 (incluindo o auxílio-alimentação, de R$ 373) já no início da carreira e ainda prevê estabilidade, devido à contratação pelo regime estatutário.
O reforço da presença nas fronteiras para o combate ao tráfico de armas e drogas foi um compromisso assumido pela presidente Dilma Rousseff ao tomar posse no início deste ano para o seu segundo mandato, o que deve favorecer o atendimento do pleito do departamento. A solicitação foi feita no ano passado e devolvida ao Ministério da Justiça em dezembro, com a pasta prometendo reencaminhá-la ainda no início deste ano. A PRF busca ainda a nomeação de 766 excedentes do atual concurso, cuja validade expira em junho deste ano, mas pode ser prorrogada por um ano.
A seleção em vigor foi aberta em 2013, para mil vagas, com os candidatos sendo testados quanto às seguintes disciplinas: Língua Portuguesa, Matemática, Ética no Serviço Público, Informática, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Penal, Direito Processual Penal, Legislação Especial, Direitos Humanos e Cidadania, Legislação Relativa à PRF e Física Aplicada à Perícia de Acidentes Rodoviários. O concurso foi organizado pelo Cespe/UnB e teve 109.769 inscritos.
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PRF: NOMEAÇÃO DE APROVADOS AUMENTA EXPECTATIVA PARA NOVO CONCURSO
Foi publicada no Diário Oficial da União da última quinta-feira, 19, a autorização para o provimento de 421 vagas de policial da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Demonstrativo da grande carência, a corporação nomeou os aprovados, que tinham sido formados para atuar na Copa do Mundo, já no dia seguinte, 20. Esse era um dos entraves para a realização de um novo concurso, cujo pedido foi feito ao Ministério do Planejamento, para 1.500 vagas. O processo foi encaminhado ao Ministério da Justiça, para os ajustes necessários. Segundo o Sindicato Nacional dos Policiais Rodoviários Federais do Estado do Rio de Janeiro (SINPRF/RJ), a falta de efetivo ainda é o principal problema enfrentado pela categoria, e várias reuniões foram feitas com o propósito de conscientizar o maior número possível de parlamentares e pressionar o governo a autorizar a nomeação.O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB/PE) usou a Tribuna da Câmara para ressaltar a carência cada vez maior: “Peço em nome daqueles que sofrem com a falta de segurança nas estradas”, disse o parlamentar. Ainda há 794 aprovados a serem convocados, dos quais 28 já fizeram o curso de formação. É possível que mais habilitados sejam chamados, já que, em entrevista à imprensa, no último dia 5, o governador do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, disse ter pedido ao ministro da Justiça a liberação de 500 concursados da PRF, para que a maior parte venha para os postos no estado. “Temos que intensificar mais o trabalho de vigilância nas rodovias federais, como a Rio-Santos, por exemplo, e para isso, preciso dessa contribuição”, afirmou Pezão. A validade da seleção vai até maio, podendo ser prorrogada por um ano.
A função de policial rodoviário federal exige o ensino superior completo, em qualquer área de formação, e carteira de habilitação na categoria B ou superior. A carreira dá direito a ganhos iniciais de R$ 7.092,91, incluso o auxílio-alimentação, de R$ 373. O último concurso foi organizado pelo Cespe/UnB e constou de provas objetivas e discursivas, testes físicos, avaliações médica e psicológica, prova de títulos, investigação social e curso de formação.
Ainda faltam 3 mil policiais em todo o país
Após a diretora-geral da Polícia Rodoviária Federal, Maria Alice Nascimento Souza, assinar a portaria de provimento das vagas resultante do último curso de formação profissional, a expectativa agora é pela posse dos 422 novos policiais, já nomeados. Eles serão lotados em todo o país, especialmente nas regiões de fronteira, e se apresentarão nas regionais a partir de 2 de março. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, a convocação de excedentes depende de autorização do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. “A nomeação dos servidores é bastante representativa. Temos o limite legal de 13.098 policiais, mas contamos com pouco mais de 10 mil na ativa. Assim, ainda temos uma carência de aproximadamente 3 mil policiais rodoviários. A necessidade imediata é a complementação do quadro, e a expectativa é de continuidade do ciclo de autorizações para concursos e nomeações anuais”, afirmou a diretora-geral.
De acordo com o presidente da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), Pedro Cavalcanti, a convocação de 422 aprovados no concurso ainda não resolve o problema de déficit na PRF: “Recebemos com alegria a autorização dos policiais formados no ano passado. Porém, lembro que existem ainda mais de 760 candidatos no cadastro de reserva, e a federação cobra a convocação desse grupo para a realização de um novo curso de formação profissional”, diz Pedro.
“O efetivo aceitável por plantão em cada posto de fiscalização da PRF seria de, no mínimo, sete policiais, sendo quatro em ronda e três no posto rodoviário. Mas com o efetivo disponível, não é isso que a sociedade vê nas rodovias federais. Lamentavelmente, a falta de efetivo prejudica a segurança da sociedade e, também, dos próprios policiais”, afirmou o presidente da FenaPRF, que destaca, ainda, um número insuficiente de servidores também na área de apoio, levando cerca de 30% dos policiais a atuarem em funções administrativas. Diante dessa situação, a FenaPRF entende que é necessária a convocação dos excedentes ainda em 2015. Os diretores da entidade e dos sindicatos estaduais continuam cobrando do órgão, do Ministério da Justiça e do Ministério do Planejamento uma solução desse caso o mais breve possível: “Aproveito para dar as boas vindas aos novos policiais rodoviários federais”, diz.
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PRF: AUTORIZAÇÃO DEVE SAIR APÓS VOTAÇÃO DO ORÇAMENTO
A PRF solicitou ao Ministério do Planejamento aval para concurso de policial rodoviário. Carreira exige nível superior (em qualquer área), além de CNH na categoria B. Remuneração é de R$ 6.418Com a autorização, por parte do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), do concurso para o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), nesta quinta, 19 de fevereiro, cresce a expectativa pela autorização de outros concursos federais, programados para ocorrer ainda em 2015.Um dos mais almejados é o da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que, assim como o do Depen, é voltado para a área de segurança pública e aguarda um parecer do MPOG desde 30 de maio de 2014.A tendência é de que o processo de autorização dos concursos pendentes, como o da PRF, passe a contar com maior celeridade a partir da votação do orçamento de 2015, o que pode ocorrer já no próximo dia 24, de acordo com informações do gabinete do senador Romero Jucá (PMDB/RR) relator do Orçamento.O pedido da PRF é para o preenchimento de 1.500 vagas para o cargo de policial rodoviário.A solicitação atualmente está no Ministério da Justiça, desde 11 de dezembro, quando devolvida pelo MPOG para alguns ajustes antes da autorização.Para concorrer é necessário possuir curso de nível superior completo em qualquer área de formação e carteira de habilitação a partir da categoria “B”. A remuneração inicial é de R$ 6.418,25, com jornada de trabalho de 40 horas semanais.Durante o exercício, o servidor conta com melhorias salariais. Ao ingressar, na terceira classe, após o padrão inicial, a carreira conta com mais dois, com remunerações, respectivamente, de R$ 6.482,43 e R$ 6.547,26. Na segunda classe, conta com seis padrões: I – R$ 7.839,27; II – R$ 7.908,57; III – R$ 7.987,66; IV – R$ 8.067,53; V – R$ 8.148,21; e VI – R$ 8.229,69.Na primeira classe são mais seis: I – R$ 8.942,59; II – R$ 9.210,87; III – R$ 9.487,19; IV – R$ 9.771,81; V – R$ 10.064,96; e VI – 10.366,91. Finalmente, na classe especial, existem três padrões: I – R$ 10.968,98; II – R$ 11.318,59; e III – R$ 11.658,15.AtividadesQuem ingressar na carreira contará com atribuições de natureza policial, envolvendo fiscalização, patrulhamento e policiamento ostensivo, atendimento e socorro às vitimas de acidentes rodoviários e demais atribuições com a área operacional do Departamento de Polícia Rodoviária Federal.Último concurso da PRFA seleção anterior para o cargo ocorreu em 2013 e foi organizado pelo Cespe/UnB. Ao todo foram registrados 109.769 inscritos para a oferta de 1.000 vagas. A seleção contou com prova objetiva, exame discursivo, testes de capacidade física, avaliação de saúde, avaliação psicológica, investigação social e análise de títulos.A prova objetiva contou com 120 itens, sendo 50 de conhecimentos básicos e 70 de conhecimentos específicos. Conhecimentos básicos contou com temas sobre língua portuguesa, matemática, noções de direito constitucional, ética no serviço público e noções de informática. Já em conhecimentos específicos, noções de direito administrativo, noções de direito penal, noções de direito processual penal, legislação especial, direito humanos e cidadania, legislação relativa ao DPRF e física aplicada à perícia de acidentes rodoviários.