Tag: concursos públicos

  • PL que reserva vagas para mulheres na área de segurança tramita na Câmara dos Deputados

    Tramita, na Câmara dos Deputados, o projeto de lei 6299, de autoria do deputado cabo Sabino (PR/CE) que tem por objetivo reservar para mulheres 25% das vagas oferecidas em concursos públicos na área de segurança. Caso aprovada a proposta, a reserva será válida sempre que o concurso contar com uma oferta superior a quatro vagas.

    Ainda de acordo com o projeto, as candidatas concorrerão concomitantemente às vagas reservadas e às vagas destinadas à ampla concorrência, de acordo com a sua classificação. O texto diz, ainda, que caso não exista número de aprovadas suficiente para ocupar as vagas reservadas, as posições remanescentes serão revertidas para a ampla concorrência e serão preenchidas pelas demais aprovadas, observada a ordem de classificação.

    Em caso de o percentual de reserva for equivalente a um quantitativo fracionado, a oferta de reserva deverá ser aumentada para o primeiro número inteiro posterior, em caso de fração igual ou superior a 0,5 e diminuída, em caso de fração menor que 0,5.

    O projeto, apresentado no último dia 11 de outubro, aguarda despacho da presidência da câmara e, posteriormente, deverá tramitar pelas diversas comissões antes de ser votado no plenário.

    De acordo com a justificativa da proposta, “num momento histórico em que as políticas de gênero estão na pauta de discussões dos governos e sociedade, o objetivo foi subsidiar a formulação de projetos e políticas pautadas pelo respeito à diversidade de gênero, reconhecendo que a igualdade não se constrói ao se apagar as diferenças biológicas, sociais e culturais entre homens e mulheres, mas com sua devida valorização e abordagem que permita corrigir a desigualdade histórica que tem contribuído para limitar o exercício de direitos pelas mulheres”.

    Ainda de acordo com a justificativa, pesquisa de perfil das instituições de segurança pública, apurou que a participação feminina nas polícias civis corresponde a menos do que 20% do efetivo nacional. Nas policiais militares e bombeiros, a participação é de 7,2% e 7,9%, respectivamente. “Nestas duas corporações militares, vários estados mantêm as cotas para o ingresso de mulheres, variando de 10% a 15% das vagas disponibilizadas em concurso.

  • PEC 241 não impede realização de concursos públicos

    Foi aprovada, em primeira sessão na Câmara dos Deputados, na última segunda-feira (10), a PEC 241, que impõe um limite nos gastos públicos do Governo Federal por até 20 anos. Principal manobra do presidente Michel Temer (PMDB) para estancar as dívidas e retomar o crescimento do país, a Proposta de Emenda Constitucional tem gerado muita polêmica, sobretudo para quem vê na medida um freio no investimento em saúde e educação ou na realização de concursos públicos.

    Muitos dos questionamentos levantados pela população (e pela oposição) podem – e devem – ser considerados. E, de alguma forma, respondidos pelos autores da proposta. Alguns deles, entretanto, surgem de incompreensões com relação à literalidade dos dispositivos do projeto e acabam se esclarecendo, naturalmente, a partir de uma análise mais aprofundada.

    É o que acontece, por exemplo, com a especulação sobre a suspensão de concursos públicos. Em uma leitura rápida do parágrafo da PEC 241 que menciona um eventual veto na realização de concursos pode parecer que, de fato, um dos objetivos da proposta é este. No entanto, há um detalhe crucial, que torna essa proibição muito menos agressiva.

    Vamos ver se você o encontra:

    Art. 103. No caso de descumprimento do limite de que trata o caput do art. 102 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, aplicam-se, no exercício seguinte, ao Poder ou ao órgão que descumpriu o limite, vedações:

    I – à concessão, a qualquer título, de vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração de servidores públicos, inclusive do previsto no inciso X do caput do art. 37 da Constituição, exceto os derivados de sentença judicial ou de determinação legal decorrente de atos anteriores à entrada em vigor da Emenda Constitucional que instituiu o Novo Regime Fiscal;

    II – à criação de cargo, emprego ou função que implique aumento de despesa;

    III – à alteração de estrutura de carreira que implique aumento de despesa;

    IV – à admissão ou à contratação de pessoal, a qualquer título, ressalvadas as reposições de cargos de chefia e de direção que não acarretem aumento de despesa e aquelas decorrentes de vacâncias de cargos efetivos; e

    V – à realização de concurso público.

    Pois é. Está na cara – e logo na primeira linha.

    O dispositivo começa dizendo: “no caso de descumprimento do limite de que trata o caput do art. 102”. Ou seja, o veto à realização de concursos nada mais é que um “castigo” aos órgãos do Governo Federal – e apenas do Governo Federal! – que descumprirem os limites de gastos pré-definidos pela PEC 241. O objetivo da punição é contornar o excesso de gastos dentro dos próprios órgãos, não permitindo que esse desequilíbrio orçamentário afete outras repartições do funcionalismo público.

    Isso também não quer dizer que o número de concursos e contratações vai aumentar, mas indica que todo órgão que respeitar o teto de gastos estabelecido pelo Ministério da Fazenda estará em pleno direito de realizar concursos, mesmo porque não há condições de ficarem 20 anos sem suprir eventuais defasagens com aposentadorias, exonerações e demissões voluntárias.

    Por este prisma, parece uma interessante manobra de regime fiscal, com boas chances de reduzir as dívidas públicas e retomar a confiança dos investidores. No entanto, a PEC 241 conta com uma porção de outras controvérsias, como, por exemplo, a que reclama da ausência dos gastos com a Previdência nessa contenção orçamentária, sendo que este é um segmento que, sozinho, representa cerca de 40% dos gastos públicos. O Ministério da Fazenda, por sua vez, explica que a Previdência será tratada como um caso à parte, mais adiante.

    Fora isso, há, ainda, os temores com a limitação de investimentos nas áreas da saúde e, principalmente, da educação, considerada um dos principais motores para reduzir a desigualdade social no país.

    Vale lembrar, porém, que, para que entre em vigor, a PEC 241 ainda precisa ser aprovada em uma segunda votação na Câmara dos Deputados e mais duas no Senado Federal. Até lá, há tempo de sobra para que todos analisemos a proposta – em seu inteiro teor – com olhos clínicos e possamos debater dentro de sua realidade, muitas vezes fatalmente camuflada pela literalidade de seus próprios dispositivos.

    Por ora, a questão dos concursos está esclarecida.

  • PRF reforça a necessidade de um novo concurso para soldado

    O grupo de trabalho designado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) para elaborar, até o fim deste ano, uma proposta de edital de concurso para policial rodoviário federal se reuniu recentemente com representantes do Ministério do Planejamento e após não conseguir uma sinalização positiva quanto à autorização de um novo concurso para a carreira, irá preparar um documento reforçando a necessidade da seleção.

    Além das aposentadorias (há previsão de 3.600 até o fim do ano que vem), o documento deverá trazer dados atualizados do impacto da falta de policiais rodoviários federais para a segurança pública, abordando aspectos como o combate ao tráfico de armas e drogas, sobretudo nas fronteiras. O objetivo é sensibilizar o governo a autorizar um novo concurso para o cargo. Ainda não há previsão para a conclusão e apresentação desse documento.

    De acordo com as informações obtidas pela FOLHA DIRIGIDA, o órgão deverá reapresentar o pedido de autorização de concurso no primeiro semestre do ano que vem, para que seja considerado na elaboração da proposta de orçamento para 2018. Apesar disso, caso o governo acate os argumentos da PRF, o concurso poderá ser autorizado já no ano que vem, uma vez que as nomeações só aconteceriam no ano seguinte, tendo impacto a partir justamente do orçamento de 2018.

     

    Desde 2014, a PRF tem apresentado anualmente um pedido de concurso para 1.500 vagas. Este ano, a autorização foi negada em função da situação das contas do governo, que fez com que fosse determinada a suspensão dos concursos no Poder Executivo federal até o fim de 2017. A expectativa é que essas condições possam ser alteradas, permitindo a autorização no ano que vem. “Se isso acontecer, queremos estar prontos para abrir o concurso”, disse uma fonte na PRF.

    Além de formar o grupo de trabalho, o órgão irá proporcionar a servidores um curso sobre técnicas de segurança e eficiência no planejamento, realização e controle de concursos públicos e também realiza um estudo das necessidades de efetivo em todo o país. O cargo de policial rodoviário tem como requisitos o ensino superior completo e carteira de habilitação (categoria B ou superior) e, além de estabilidade, proporciona remuneração inicial de R$ 7.177,91, incluindo o auxílio-alimentação, de R$ 458. Há previsão de reajuste para R$ 9.501,98, a partir de janeiro.

  • Bacen: Déficit de 36% servidores e 700 aposentadorias previstas pressionam abertura de concurso.

    De acordo com o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal), o Banco Central conta com nada menos que 700 servidores em condições de aposentar. Aliado a isso, o quadro de servidores tem uma defasagem de 36%, o que pode totalizar mais de 3 mil vacâncias no órgão. Lembrando que o pedido de autorização do concurso, feito no primeiro semestre deste ano, foi rejeitado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). As informações são da Folha Dirigida.

    Em agosto de 2016, o Banco divulgou dados sobre o seu déficit de servidores. De acordo com a divulgação, o déficit é de 2.357 servidores, entre analistas, técnicos e procuradores, o que equivale a 36% da previsão legal, que é de 6.470. O presidente do Sindicato, Daro Piffer, alertou para a desestruturação dos órgãos de regulação do país, caso do Banco Central. “Esses órgãos sofrem há anos com a alta defasagem em seus quadros. O governo nos tem deixado de lado e beneficiado apenas setores de arrecadação”, criticou.

    Requisitos para participar do concurso

    Técnico (nível médio): etapa única, podendo haver prova de aptidão física e avaliação psicológica, dependendo do cargo pretendido.
    Analista (nível superior em qualquer área): 2 etapas de caráter eliminatório, compreendendo exame de conhecimentos específicos e curso de formação.
    Procurador (nível superior em Direito): será observada a legislação específica e a forma estabelecida em ato do Advogado-Geral da União.

    Salários

    O cargo de técnico, com requisito de nível médio, tem remuneração inicial de R$6.463,44 (incluindo o auxílio-alimentação, de R$458). Já para nível superior em qualquer área (analista), os salários chegam a R$16.286,90. Já para Procurador, os iniciais do cargo chegam a R$17.788,33.

    Último Concurso BACEN

    O último concurso do Banco Central (Concurso do Bacen) teve sua validade encerrada no fim do ano passado. O Ministério do Planejamento autorizou a nomeação de aprovados no cadastro de reserva, mas ainda há um saldo negativo de pelo menos 2 mil funcionários. A situação torna o novo concurso do Bacen para 2016/2017 inevitável.

  • IF Sertão: inscrições prorrogadas até o dia 31/10. São 29 vagas para cargos técnico-administrativos

    O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IF Sertão) ampliou o prazo de inscrições do concurso público que visa a preencher 29 vagas para cargos técnico-administrativos em educação.

    Ofertas poderão ser lotadas em qualquer um dos campi do instituto, localizados no Estado de Pernambuco, nas cidades de Petrolina, Salgueiro, Ouricuri, Floresta, Santa Maria da Boa Vista, Serra Talhada ou em outra unidade que venha a ser implantada dentro do prazo de validade do concurso.

    Aqueles que possuem o ensino médio e curso técnico podem concorrer para as funções de técnico em arquivo (2 vagas), técnico em contabilidade (1), técnico em eletrotécnica (1), técnico em enfermagem (1), técnico laboratório de informática (1) e tradutor e intérprete de linguagem de sinais (5). O salário inicial é de R$ 2.294,81.

    Já para quem tem o nível superior, as ofertas são para os postos de administrador (2), analista de tecnologia da informação (1), arquiteto e urbanista (1), arquivista (1), bibliotecário (1), enfermeiro (1), médico (1), técnico em assuntos educacionais (3), tecnólogo/comunicação institucional (1), tecnólogo/desing gráfico (1), tecnólogo/gestão de recursos humanos (1), tecnólogo/gestão pública (2), tecnólogo/viticultura e enologia (1) e relações públicas (1). A remuneração é de R$ 3.868,21.

    O IF Sertão oferece para os seus servidores os seguintes benefícios mensais: R$ 458 de auxílio-alimentação e R$ 321 de auxílio-pré-escolar – para dependentes de até cinco anos.

    Como participar do concurso

    Inscrições no concurso do IF Sertão serão aceitas até o dia 31 de outubro. A ficha de cadastro está disponível no endereço eletrônico https://concurso.ifsertao-pe.edu.br/copese.

    Os valores da taxa de participação são de R$ 60 para níveis médio e técnico e R$ 80 para formação superior.

    Avaliações

    A prova objetiva será aplicada nas cidades de Petrolina/PE e Juazeiro/BA no dia 18 de dezembro. Informações sobre os locais e horários do exame objetivo serão divulgadas no site da organizadora do processo seletivo, em momento oportuno.

    O concurso do IF Sertão ainda contará com teste prático para o cargo de tradutor e intérprete de linguagem de sinais.

  • Ibama: próximo concurso com 680 vagas aguarda aprovação

    O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) depende de autorização do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) para que possa realizar novo concurso público.

    Um pedido solicitando 680 vagas chegou a ser encaminhado, em maio, ao Planejamento, mas o órgão devolveu o requerimento à pasta. Apesar da devolução do documento, devido às questões orçamentárias, espera-se que a economia do país não demore para retornar e, desta forma, o concurso seja liberado.

    Vale destacar que o Ibama não tem um quadro de pessoal muito grande, portanto, não pode ficar muito tempo sem realizar certames, caso contrário, a defasagem ficará cada vez pior e será difícil de atender a toda sua demanda.

    O pedido da instituição conta com o mesmo número de oportunidades que havia sido feito do ano passado: 680 vagas, sendo 500 para analista ambiental e 180 para analista administrativo. Ambos os cargos exigem formação superior completa. Consta na atual tabela de remuneração dos servidores públicos federais que os vencimentos são de R$ 3.712,72 para técnico e de R$ 7.760,45 para analista. Nesses valores já está incluso o auxílio-alimentação de R$ 458.

    De acordo com a assessoria de comunicação do Ibama, o instituto “tem interesse em ampliar o quantitativo de pessoal nos cargos de analista ambiental (área finalística) e analista e técnico administrativos (área meio). Apesar das restrições impostas pela atual conjuntura, este instituto está se reestruturando para retomar as negociações junto ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) e ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão”.

    Seleções anteriores do Ibama

    O último concurso para analista ambiental do Ibama foi aberto em 2012, anunciando uma oferta de 108 vagas, sendo 45 para a área de licenciamento ambiental no Distrito Federal, 15 para licenciamento ambiental no Rio de Janeiro, 27 para monitoramento, regulação, controle, fiscalização e auditoria ambiental no Distrito Federal e 21 para gestão, proteção e controle da qualidade ambiental no Distrito Federal. Ao todo, 16.290 pessoas se inscreveram para o processo seletivo.

    Já para analista administrativo, o último certame foi realizado em 2013, para preenchimento de 61 postos, distribuídos da seguinte forma: Acre (2 vagas), Amapá (2), Amazonas (3), Bahia (1), Distrito Federal (27), Espírito Santo (1), Maranhão (1), Mato Grosso (3), Mato Grosso do Sul (2), Minas Gerais (2), Pará (2), Paraná (2), Piauí (1), Rio Grande do Sul (1), Rondônia (2), Roraima (2), Santa Catarina (2), São Paulo (1), Sergipe (2) e Tocantins (2). O processo seletivo registrou 43.533 candidatos.

    As duas seleções foram organizadas pelo Cespe/UnB.

  • Transpetro: publicado edital com 1.551 vagas. Salário de até R$ 10.868,28

    A Transpetro, empresa de transportes da Petrobrás, abriu concurso público para 1.551 vagas de marítimos, sendo 141 imediatas e 1.410 em cadastro de reserva. As oportunidades do concurso Transpetro 2016 são nos cargos de 2º oficial de máquinas e 2º oficial de náutica, de nível superior e que exigem caderneta de inscrição e registro na categoria disputada, entre outros requisitos disponíveis no anexo III do edital de abertura (o documento foi divulgado nesta quinta feira, dia 6, e pode ser consultado no anexo abaixo). Ambas as funções proporcionam vencimentos de R$ 3.475,74, com garantia de remuneração mínima de R$ 10.868,28.

    Os selecionados, que serão contratados pelo regime celetista, atuarão em navios da Transpetro no âmbito nacional A lotação será definida pela Transpetro de acordo com as suas necessidades. Há reserva de vagas para negros e pardos (20%), e o concurso tem validade de dois anos, prazo que poderá ser prorrogado por igual período.

    As inscrições já estão abertas e são aceitas no site da Fundação Cesgranrio, organizadora, até o dia 31 deste mês. A taxa é de R$65, e membros de família de baixa renda, inscritos no CadÚnico, podem pedir a isenção, também na página eletrônica da organizadora, até o próximo dia 12. O resultado preliminar dos pedidos será liberado no dia 18, cabendo recursos nos dias 19 e 20. A lista final de isentos sairá no dia 26 deste mês.Os candidatos serão avaliados por meio de provas objetiva e física, que serão aplicadas apenas no Rio de Janeiro, Belém, Fortaleza, Salvador e São Sebastião, em São Paulo. A primeira está marcada para 28 de novembro e terá 70 questões, sendo 20 de Conhecimentos Básicos e 50 de Conhecimentos Específicos. A avaliação física está agendada para 14 e 15 de janeiro do ano que vem.

    Serviço
    Inscrições: www.cesgranrio.org.br

  • Ministério da Saúde: autorizadas 102 vagas para 2017

    O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão resolveu autorizar a realização de concurso público para 102 cargos pertencentes ao quadro de pessoal Ministério da Saúde – MS. O futuro edital servirá para preencher 34 vagas de Administrador, 34 de Analista Técnico de Políticas Sociais e outras 34 de Contador.

    O provimento dos cargos dependerá de prévia autorização do Ministério do Planejamento e está condicionado à existência de vagas na data da nomeação e à adequação orçamentária e financeira da nova despesa. A secretaria executiva do MS deverá baixar o edital regulador do concurso dentro de um prazo máximo de até seis meses, portanto, até 21 de março de 2017.

    A portaria informa que a autorização desse concurso foi motivada pelos “elementos constantes nos autos da Ação Civil Pública (ACP) nº 0751- 2007-018-10-00-4”.

  • SAD promove curso para evitar transtornos jurídicos na execução de concursos

    Tendo em vista o planejamento de concursos públicos e seleções simplificadas, a Secretaria de Administração (SAD) do Estado de Pernambuco promoveu o curso “Atualização em Concurso Público e Contratos Temporários”. Do aperfeiçoamento participaram servidores das áreas jurídica, recursos humanos e licitação da SAD envolvidos no planejamento de ingresso de cargos e empregos públicos na administração direta, autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista.

    Segundo a secretária Executiva de Pessoal e Relações Institucionais (Sepri) Marília Lins, “conhecer as informações indispensáveis que compõem os editais e entender os instrumentos normativos que disciplinam o ingresso de novos servidores na administração irá evitar transtornos administrativos e jurídicos na execução de concursos públicos”.

    De acordo com a chefe do Núcleo de Gestão por Competências e Provimento – NGCOP/Sepri Alessandra Rodrigues, a ideia da capacitação surgiu ao perceber a dificuldade que as secretarias e instituições tinham ao planejar as etapas do certame, visto à complexidade, principalmente durante a construção do edital.

    “Em fevereiro deste ano iniciamos reuniões com servidores que realizam provimento de pessoal, com o objetivo de divulgar e compartilhar algumas orientações sobre as etapas do planejamento do certame, a fim de aproximá-los das leis estaduais que regem a execução de concursos públicos”, esclareceu Alessandra.

    A proposta do NGCOP/Sepri é realizar mais turmas desse mesmo curso no próximo ano e, posteriormente, promover outra capacitação sobre contratação de empresa organizadora. “É uma das nossas metas para aperfeiçoar o conhecimento dos servidores na elaboração de Termos de Referência e instrução do procedimento para a contratação de empresa organizadora de certames”, informou Alessandra Rodrigues.