Autor: Nuce Concursos

  • IBGE: pedido para novo concurso com 1.800 vagas efetivas já está no Ministério do Planejamento

    A expectativa pela abertura do novo edital de concurso público do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Edital Concurso IBGE 2018) é grande. Na última terça-feira, 28 de agosto, durante coletiva de imprensa na sede do IBGE, no Rio de Janeiro, o presidente do órgão, Roberto Olinto, confirmou que o pedido para abertura do novo certame já está em análise no Ministério do Planejamento. De acordo com o dirigente, todos estão lutando bravamente para conseguir a autorização do certame.

    Além de cargos efetivos, Olinto disse que aguarda autorização para preencher vagas temporárias para realização do Censo 2020.

    No primeiro semestre deste ano, Roberto Olinto já havia dito que o concurso “é prioridade absoluta”. De acordo com ele, “Sem concurso e sem carreira a história do IBGE pode se encerrar de forma melancólica”, pontuou.

    Ainda durante o Congresso, o presidente afirmou a urgência de tratar o concurso junto ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. “A nossa preocupação é comunicar ao Ministério do Planejamento essa situação de forma incisiva. O impacto disso vai trazer sérios danos ao IBGE”, frisou.

    Reunião no dia 10 de agosto tratou sobre abertura do concurso

    A necessidade de abertura do concurso IBGE 2018 foi discutida em reunião no dia 10 de agosto. O encontro, que contou com a participação de membros do Sindicato do IBGE, do Ministério do Planejamento e da direção do IBGE, teve como pauta os seguintes assuntos: Aglutinação dos cargos; Fim da avaliação do desempenho individual para efeitos de gratificação; Integralização da GD para os aposentados; transformação dos cargos de nível médio para nível superior; e o concurso.

    Sobre o concurso, o sindicato informou que “A Secretaria afirmou que o IBGE segue sendo prioridade para concurso, tendo em vista a urgência, por conta do Censo Demográfico 2020. Mas ainda não há autorização para as 1.800 vagas solicitadas pela direção do IBGE. A previsão de novas vagas para concursos no orçamento 2019 é mínima”, disse em nota.

    O concurso IBGE 2018

    O órgão já negocia a viabilização de divulgar um novo edital para efetivos. No início de março, já havia sido realizada uma reunião entre o Ministério do Planejamento, representado pelo secretário de Recursos Humanos da pasta, Augusto Akira Chiba, e o IBGE, representado por diretores da Associação Nacional dos Servidores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (ASSIBGE). Na ocasião, Chiba disse que o governo vai liberar os concursos prioritários e, para autorização do concurso do IBGE 2018, será necessária uma série de consultas sobre as quais ainda não é possível saber o prazo certo para o retorno.

    No dia 10 de março, a ASSIBGE publicou que o concurso do IBGE poderia ser autorizado em abril, o que acabou não acontecendo. “O IBGE tem a expectativa de que a aprovação ocorra até abril, para que os novos servidores possam ingressar no início de 2019. O Planejamento não apresentou uma posição concreta a este respeito, mas reconheceu a importância do concurso. Sobre o aproveitamento de pessoal do último concurso, foi informado que todas as vagas de reserva já foram preenchidas”, diz o texto.

    Os representantes da ASSIBGE-SN mencionaram ainda, os riscos para todo o serviço público e da precarização, seja através da contratação de trabalhadores temporários, mas também pela terceirização e alocação indevida de estagiários. No mês de fevereiro, o diretor da Assibge, Paulo Lindsay, falou sobre a urgência do concurso, conforme veiculado no site Folha Dirigida Online. “Cobramos a realização do concurso, tendo em vista o grande número de aposentadorias. A resposta que tivemos é que o Planejamento está sensível às demandas”, disse o titular da pasta.

    Paulo ainda citou que o ideal é lançar em breve o concurso para que o governo faça convocações já no primeiro trimestre do ano de 2019. O Instituto tem urgência em reforçar o quadro de servidores em virtude das demandas do Censo Demográfico, previsto para acontecer no ano que vem.

    O IBGE protocolou no dia 15 de dezembro (veja abaixo), o pedido de concurso para autorização de reposição de pessoal. A última movimentação aconteceu no dia 18 de dezembro, quando o processo foi recebido na Divisão de Concursos Públicos/CGCOM-SGP/DEPRO-SGP/SGP/Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. A expectativa é que o processo avance nas próximas semanas.

    O edital de concurso IBGE 2018 foi solicitado para 1.800 vagas, sendo 1.200 de técnico e 600 de analista, com requisito de ensino médio e superior, respectivamente.

    De acordo com Paulo Lindsay, diretor da Associação e Sindicato dos Servidores do IBGE (ASSIBGE), o presidente do IBGE não informou quando o certame acontecerá. No entanto, o titular da pasta vai trabalhar firme para que a seleção possa ser realizada. “Na reunião que tivemos com o presidente Roberto Olinto, ele disse que está insistindo com o governo para viabilizar esse concurso. Ele deixou claro que sabe das nossas necessidades e está empenhado em resolvê-las. Isso, porém, não depende apenas dele, mas também do governo. O IBGE precisa estar entre as prioridades, apesar da PEC dos Gastos Públicos”, comentou Paulo.

    Remoção interna

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai realizar o processo de remoção interna, etapa para servidores que já são do órgão e que desejam mudar de lotação. Geralmente é um processo que antecede a realização de um novo concurso.

    O órgão tem grande expectativa de divulgar a abertura de um novo concurso, mas ainda depende da autorização do Governo. É bem provável que o Instituto esteja “adiantando” todo o processo para, quando o certame for autorizado, o órgão consiga divulgar o concurso de imediato.

    Edital concurso IBGE 2018

    O novo edital de concurso do IBGE 2018 poderá contar com vagas para os cargos de técnico, de nível médio, analista e tecnologista, os mesmos cargos ofertados no último certame. O técnico do IBGE fará jus ao salário de R$ 3.471,85, podendo chegar a R$ 5.011,01, com titulação. Já analistas e tecnologistas possuem rendimentos de R$ 7.373,49, que chegam a até R$ 9.107,88, com titulação. Os aprovados são contratados sob regime estatutário, o que garante a estabilidade empregatícia.

    O aprovado terá direito ao Auxílio-Alimentação, no valor de R$ 373,00 (trezentos e setenta e três reais), além de benefícios a título de Assistência à Saúde (Médica e Odontológica), opcional, ao servidor e aos seus dependentes, com valores que variam entre R$ 82,83 (oitenta e dois reais e oitenta e três centavos) e R$ 167,70 (cento e sessenta e sete reais e setenta centavos) por pessoa, conforme a remuneração e a idade do servidor, de acordo com a Portaria MP nº 625, de 21 de dezembro de 2012.

  • Ibama: cresce expectativa por edital com 1.888 vagas. Salário de até R$ 7.760,45

    Avançou o pedido do concurso do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) no Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG). O documento solicita a autorização de 1.888 vagas.

    Das oportunidades solicitadas, 759 são para a carreira de técnico administrativo, 832 para analista ambiental e 297 para analista administrativo.

    As carreiras de analista ambiental e analista administrativo do concurso do Ibama exigem nível superior, enquanto a colocação de técnico administrativo aceita profissionais com ensino médio.

    As remunerações iniciais correspondem a R$ 3.712,72 para técnico e a R$ 7.760,45 para analista. Nesses valores já está incluso o auxílio-alimentação de R$ 458.

    É grande a expectativa de que o ministro do Planejamento libere ainda este ano a autorização do edital do concurso do Ibama.

  • PRF: edital com 500 vagas previsto para setembro! Salário inicial R$ 9.931,57

    O novo superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Pernambuco, Alexandre Rodrigues da Silva, confirmou, durante a cerimônia de posse no cargo, realizada na última segunda-feira, dia 27, que o edital do novo concurso público do órgão deverá mesmo ser publicado em setembro. Embora a distribuição de vagas por estados ainda não tenha sido divulgada, antecipou que o estado contará com uma oferta de 14 postos. Inicialmente prevista para ocorrer em agosto, a liberação do edital depende apenas da confirmação do nome da banca organizadora. A expectativa é de que isto ocorra a qualquer momento, no sentido de liberar o edital ainda no início do próximo mês.

    Vale lembrar que, desde o último dia 14, o diretor-geral da PRF, Renato Dias, recebeu, por parte do ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, maior competência sobre os procedimentos para a realização do concurso, por meio da portaria 122.

    O concurso será para o preenchimento de 500 vagas para o cargo de policial rodoviário. A autorização do concurso, publicada em 27 de julho, determina um prazo de até seis meses para a publicação do edital, ou seja, até 27 de janeiro.Porém, o órgão não deve aguardar este limite para iniciar o certame, tendo em vista que a intenção inicial do ministro da segurança era publicar o edital em junho, o que somente não foi possível em decorrência do impasse pelo aumento da oferta, que acabou atrasando a autorização do MPDG.

    De qualquer forma, o quantitativo não deve suprir as necessidades do órgão. De cordo com o diretor-geral da PRF, Renato Dias, a PRF precisa de 3.000 novos servidores, que podem ser convocados pelo aproveitamento de remanescentes do novo certame, independente da oferta imediata de 500 vagas. O motivo é que, somente em 2018, aproximadamente 2.000 servidores deverão se aposentar.

    A liberação para o novo concurso da PRF está relacionada ao principal objetivo do novo ministério, criado por Medida Provisória em 27 de fevereiro. No entendimento do governo, a pasta será responsável por coordenar e promover o combate à criminalidade em parceria com os Estados.

    Jungmann responde pelo comando da Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal (que também teve concurso autorizado para 500 vagas), Força Nacional e pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen), antes vinculados ao Ministério da Justiça.

    Avanços do concurso no Planejamento e falta de pessoal na PRF

    O próprio diretor-geral da PRF, em declaração à imprensa, em dezembro, confirmou que a corporação pode entrar em colapso caso o concurso não seja realizado no decorrer de 2018. Segundo ele, a carência de pessoal, que atualmente é de 2.800 policiais, deve chegar a 4.800 até o final de 2018, e decorrência de aposentadorias, o que reforça a necessidade de nova seleção para recompor o efetivo, o quanto antes. Ele ressalta que estão previstas 2.053 aposentadorias no decorrer do ano.

    Além de prejudicar as atividades operacionais, a falta de pessoal deve acarretar o fechamento de 124 postos no país, caso o concurso não seja realizado, prejudicando aproximadamente 400 municípios, com a suspensão de policiamento em 18 mil quilômetros de rodovias.

    De acordo com a Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais ( FenaPRF) o órgão tem pretensão de formar quatro novas turmas ainda em 2018. A PRF argumentou em seu pedido que nos últimos quatro anos uma grande quantidade de servidores se aposentou o que deixou uma lacuna de quase 3.000 postos e que isso tem prejudicado a segurança nas rodovias.

    No mesmo memorando encaminhado ao Planejamento, foi sugerido que seja autorizado um concurso público sempre que o número de postos vagos exceder a 5% dos respectivos cargos ou com menor número, de acordo com a necessidade e critério do Ministério da Justiça.

    Concurso PRF: sobre o cargo de policial rodoviário

    Para concorrer ao cargo de policial rodoviário é necessário possuir curso de nível superior em qualquer área de formação, além de carteira de habilitação a partir da categoria “B”. A jornada de trabalho dos servidores é de 40 horas semanais.

    A remuneração inicial da é de R$ 9.931,57, já considerando o auxílio-alimentação de R$ 458.

    Além disso, de acordo com a lei 13.371, sancionada pelo presidente Michel Temer em 2016, os servidores contarão com mais um reajuste, em janeiro de 2019, quando o salário passará a ser de R$ 10.357,88, também com o benefício.

    Concurso PRF: atribuições do policial rodoviário

    Cabe ao servidor da área desenvolver atividades de natureza policial, envolvendo fiscalização, patrulhamento e policiamento ostensivo, atendimento e socorro às vítimas de acidentes rodoviários e demais atribuições com a área operacional do Departamento de Polícia Rodoviária Federal.

    Último concurso da PRF

    O último concurso da PRF para o cargo de policial rodoviário ocorreu em 2013 e foi organizado pelo Cespe/UnB. Ao todo foram registrados 109.769 inscritos para a oferta de 1.000 vagas. A seleção contou com prova objetiva, exame discursivo, teste de capacidade física, avaliação de saúde, avaliação psicológica, investigação social e análise de títulos.

    A parte objetiva contou com 120 itens, sendo 50 de conhecimentos básicos e 70 de conhecimentos específicos. Conhecimentos básicos contou com temas sobre língua portuguesa, matemática, noções de direito constitucional, ética no serviço público e noções de informática. Já em conhecimentos específicos, noções de direito administrativo, noções de direito penal, noções de direito processual penal, legislação especial, direitos humanos e cidadania, legislação relativa ao DPRF e física aplicada à perícia de acidentes rodoviários.

  • MPPE: FCC organizará próximo concurso. Níveis médio e superior

    O Ministério Público do Estado de Pernambuco vai divulgar a abertura de edital de concurso público (Concurso MP PE) pela Fundação Carlos Chagas (FCC). Segundo o documento publicado no site oficial do órgão, a banca organizadora foi escolhida através de dispensa de licitação. A expectativa é que o edital do MP-PE 2018 seja divulgado no decorrer do segundo semestre. As provas estão previstas para serem aplicadas ainda este ano.

    De acordo com o texto publicado no site oficial do órgão (veja abaixo), serão oferecidas 23 vagas, sendo 13 para o cargo de técnico ministerial e 10 para analista ministerial.

    O concurso do Ministério Público-PE foi solicitado no fim do ano passado à Procuradoria Geral de Justiça. “Encaminho para análise do Exmo. Sr. Procurador Geral de Justiça sugestão da CMGP, acolhida pela Secretaria Geral, para realização de concurso público de provas e títulos para provimento de vagas e formação de cadastro para ingresso na carreira dos servidores de apoio técnico e administrativo da instituição”, diz o texto. (veja abaixo).

    Para solicitar o concurso do Ministério Público de Pernambuco, a Secretaria Geral levou em consideração que há no Ministério Público de Pernambuco um constante aumento de demanda institucional, que gera uma sobre carga de trabalho aos servidores. Fez-se então necessária uma reposição de pessoal qualificado nas vagas em aberto. Devido à grande demanda de trabalho, atualmente, as promotorias e vários setores administrativos da Instituição peteiam um total de 243 servidores, um número que não pode ser absorvido pelo MP/PE no momento.

    O Concurso MP PE 2018

    O concurso também serviria para formação de um cadastro de reserva, visando o ingresso em futuras vagas. Atualmente, existem 17 ser vidores no órgão já em condições de aposentadoria. A sugestão da Secretaria Geral é que o concurso não seja regionalizado, não restringindo a remoção de servidores durante o estágio probatório. “O concurso público para preenchimento do quadro efetivo é uma necessidade, mesmo diante da iminência do redimensionamento de pessoal a ser proposto pela Comissão de Estruturação das Promotorias e Procuradorias de Justiça”, avaliou o secretário-geral do Ministério Público, o promotor de Justiça Alexandre Augusto Bezerra.

    Último Concurso MP PE

    O último concurso público para servidores do MPPE ocorreu em 2012, no qual foram oferecidas 38 vagas em cargos de nível médio e superior. Os cargos de nível superior foram de analista ministerial para as áreas de arquitetura, ciências contábeis, comunicação social-jornalismo, engenharia civil, informática, jurídica, psicologia e serviço social. Os salários oferecidos chegavam a até R$ 3.578,37.

    Em 2014, o órgão também lançou um edital para Promotor de Justiça Substituto, com 15 vagas para Promotor. Para participar, o candidato precisou ter diploma, devidamente registrado, de conclusão de curso de graduação de nível superior em bacharelado em Direito, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), acrescido de registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e, no mínimo, três anos de prática jurídica. O salário inicial foi de R$19.383,87.

    Provas do concurso

    Os candidatos ao cargo de Analista Ministerial realizaram provas de Conhecimentos Básicos (20 questões – Peso 1) e Conhecimentos Específicos (30 questões – peso 3). Já os concorrentes ao cargo de Técnico Ministerial fizeram avaliações de Conhecimentos Básicos (30 questões – peso 1) e Conhecimentos Específicos (30 questões – peso 2). Os candidatos de nível superior precisaram alcançar, no mínimo, pontuação igual ou superior a 200. No caso dos candidatos de nível médio foi necessário obter, no mínimo, a nota de 150 pontos.

     

  • TCE-PE: publicado edital para estágio. Nível superior

    O Tribunal de Contas do Estado do Pernambuco faz saber aos interessados a abertura de edital de processo seletivo para o Programa de Estágio do Tribunal de Contas e da Escola de Contas Professor Barreto Guimarães. A seleção visa o preenchimento de vagas em cadastro reserva para estagiários de ensino superior. O Instituto Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável tem a responsabilidade do certame.

    Para concorrer a uma das vagas, o candidato deverá estar regularmente cursando a partir do 4º período dos cursos de Administração, Arquitetura, Biblioteconomia, Ciências Atuariais, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Design Gráfico, Direito, Engenharia Civil, Informática, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Rádio/ TV e Internet, Relações Públicas, Secretariado, Pedagogia e Web Design. A bolsa tem valor de R$ 800,00, além de auxílio-transporte mensal de R$ 81,82. A jornada de trabalho será de 20 horas por semana.

    Inscrição Estágio TCE PE 2018

    Os interessados em concorrer a uma das vagas poderão se inscrever até 10 de setembro de 2018, no endereço eletrônico oficial (www.sustente.org.br). A taxa de inscrição custará R$30,50.

    Provas Estágio TCE PE 2018

    O processo seletivo contará com provas objetivas e redação. A avaliação objetiva, a ser aplicada no dia 23 de setembro, contará com 50 questões, distribuídas entre as disciplinas de língua portuguesa, conhecimentos gerais e conhecimentos específicos. Os locais de provas serão divulgados até 20 de setembro.

    Os gabaritos preliminares serão divulgados no dia 24 de setembro de 2018, no site já citado. A validade da seleção será de 12 meses, com possibilidade de prorrogação por igual período.

    Informações do concurso

    Concurso: Tribunal de Contas do Estado do Pernambuco
    Banca organizadora: Instituto Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável
    Escolaridade: superior
    Número de vagas: CR
    Remuneração: R$ 800,00
    Inscrições: até 10 de setembro de 2018
    Taxa de Inscrição: R$30,50
    Provas: 23 de setembro de 2018
    Situação: PUBLICADO

    Clique aqui e confira o edital

  • RN: Prefeituras e câmaras abrem concurso com 469 vagas. Salário de até R$ 10.150

    Oito municípios na região do Trairi/Agreste Potiguar, no Estado do Rio Grande do Norte, divulgaram edital de concurso público unificado destinado a preencher 469 vagas, além de formar cadastro reserva (CR).

    As oportunidades estão distribuídas entre prefeituras e câmaras de Santa Cruz, Coronel Ezequiel, Campo Redondo, Lajes Pintadas, São Bento do Trairi, Jaçanã, Japi e Santo Antônio.

    Há chances em cargos de todas as escolaridades, como gari, motorista, operador de máquinas, pedreiro, agente administrativo, recepcionista, técnico de enfermagem, contador, médico, professor, farmacêutico, nutricionista, entre outros (confira aqui o quadro de vagas). Os salários variam de R$ 954 a R$ 10.150.

    Concurso prefeituras e câmaras do Trairi/Agreste Potiguar: inscrição e etapas

    As inscrições serão recebidas entre 30 de agosto e 23 de setembro, mediante a realização de cadastro no site www.funcern.br. As taxas custam R$ 80 (ensino fundamental) e R$ 100 (médio e superior).

    O processo seletivo envolverá provas objetiva (todos os cargos), com aplicação em 21 de outubro, e prática (operador de máquinas), prevista para ocorrer entre 9 e 11 de novembro.

    O concurso das prefeituras e câmaras do Trairi/Agreste Potiguar terá validade de dois anos, com possibilidade de mais dois, a critério dos municípios, conforme estabelece o edital.

  • MPU: contrato assinado com o Cebraspe. Edital em breve!

    Mais um passo para a realização do aguardado concurso MPU (concurso público do Ministério Público da União) para técnico e analista. Após anunciar a escolha do Cebraspe (Cespe/UnB), como organizadora do certame, o órgão divulgou, nesta segunda-feira, 20 de agosto, por meio de publicação em diário oficial, a assinatura do contrato com a empresa. Com isto, o próximo passo é a publicação do edital do concurso MPU 2018, o que deve ocorrer nas próximas semanas. Resta apenas ao órgão concluir o concurso interno de remoção, para que possam ser pontuadas as vagas que permanecerão em aberto para o concurso. O próprio secretário-geral do MPU, Alexandre Camanho, havia anunciado a intenção de publicar o edital em outubro, mas com a assinatura do contrato, a tendência é de que a liberação seja antecipada e ocorra nas próximas semanas, provavelmente até meados de setembro. .

    O concurso público MPU terá oportunidades para as carreiras de analistas e técnicos administrativos. A tendência é de que sejam oferecidas oportunidades de analistas em direito e, no caso de técnicos, além da área administrativa, possivelmente também para a especialidade de segurança.

    No dia 15 de agosto foi publicado o edital do concurso interno de remoção do MPU. Normalmente, este processo ocorre antes de algum novo concurso público, pois possibilita que servidores já em atividade possam efetuar eventuais transferências de locais de trabalho, permitindo, assim, pontuar as vagas que serão oferecidas na seleção de ingresso. De acordo com informações divulgadas pelo próprio MPU, em geral, o concurso deverá ser basicamente para formar cadastro reserva de pessoal, no sentido de suprir eventuais necessidades que forem surgindo durante o prazo de validade

    A contratação da empresa reforça a recente decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de liberar a utilização do valor recolhido pelas taxas, no sentido de custear o concurso. Inicialmente, em decisão divulgada em 18 de julho, o Tribunal havia advertido que o concurso deveria contar com previsão orçamentárias para ocorrer. No entanto, novo parecer divulgado pelo TCU atesta que o MPU pode solicitar crédito especial, tendo como justificativa a utilização do valor da taxa. A decisão foi publicada no diário oficial de 27 de julho.

    O item 9.2.5 do documento publicado em diário oficial diz o seguinte: ” é possível editar créditos suplementares ou especiais para fazer frente às despesas com a realização de concursos para o provimento de cargos públicos decorrentes de vagas não onerosas, lastreados na arrecadãção das taxas de inscrição, que somente poderão ser executados na medida da efetiva arrecadação da receita que lhe confere lastro”

    Com isto, o MPU agora deve recorrer à Secretaria de Orçamento Federal, ligada ao Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG), no sentido de solicitar o crédito especial, com base no parecer do TCU.

    Além disso, o órgão possui outras opções que ainda permitem agilizar a contratação de pessoal. A primeira é incluir os custos no orçamento de 2019, que ainda não foi votado. O MPU também pode requerer crédito suplementar ao governo. Outra opção é requerer orçamento junto aos quatro ramos do órgão, que são o Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Trabalho (MPT), Ministério Público Militar (MPM) e Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

    O MPU divulgou, em agosto de 2017, a portaria 84, que fixa as atribuições e requisitos das carreiras de analistas e técnicos, que serão oferecidas no certame.

    Para concorrer ao cargo de técnico basta possuir ensino médio, com remuneração inicial de R$ 6.862,73. No caso de analista, com necessidade de nível superior, o salário corresponde a R$ 11.259,81.

    Concurso MPU 2018: Melhorias salariais

    É importante ressaltar que as carreiras contarão com mais dois reajustes salariais nos próximos meses. No caso de técnico, os valores básicos passarão a ser de R$ 7.080,21 em novembro e R$ 7.591,37 em janeiro de 2019.

    Para o analista, R$ 11.616,61 em novembro e R$ 12.455,30 em janeiro de 2019.
    A comissão do concurso do MPU, instituída dede março de 2017, é presidida pelo servidor Blal Yassine Dalloul e conta, ainda, com os seguintes participantes: Eloá Todarelli Junqueira, Denise Costa Recedive, Sandra Roberta de Souza Oliveira, Tatiane Diniz da Silva e Rayza Madlum de Paula.

    Concurso MPU: Atribuições dos cargos

    De acordo com a portaria, as atribuições do técnico são as seguintes: Auxiliar, dentro ou fora do ambiente da sede de trabalho, os membros e as chefias em processos judiciais e administrativos e em procedimentos extrajudiciais; atuar em processos judiciais e administrativos e em procedimentos extrajudiciais; auxiliar os membros e as chefias em eventos oficiais, audiências e diligências; elaborar e analisar informações, certidões, declarações, relatórios e documentos congêneres; elaborar minutas de atos administrativos e normativos; atuar em planos, programas, projetos e convênios; atuar na gestão de contratos quando formalmente designado; realizar estudos, pesquisas e levantamentos de dados; participar de reuniões, comissões, grupos e equipes de trabalho; participar do planejamento estratégico institucional e dos planos da sua unidade de atuação; observar e zelar pela segurança institucional no âmbito de sua área de atuação; atender o público interno e externo por telefone, correio eletrônico ou presencialmente; prestar informações sobre a localização e tramitação de processos e documentos; orientar quanto à aplicação das normas internas ou de sua área de atuação; contribuir para a melhoria contínua dos processos e rotinas de trabalho; orientar e supervisionar estagiários e aprendizes; inserir dados e utilizar os sistemas de informação corporativos; observar e zelar pelo cumprimento dos prazos; realizar tarefas de expediente; realizar atividades relativas à instrução, tramitação e movimentação de processos, procedimentos e documentos; manter e controlar o arquivo setorial; e executar demais atividades necessárias ao desempenho do cargo ou outras que eventualmente venham a ser determinadas pela autoridade competente, sempre respeitando, quando for o caso, os limites impostos pelos órgãos de classe.

    Para os técnicos em administração: Auxiliar na prática de atos em processos judiciais e na instrução e acompanhamento de processos administrativos e procedimentos extrajudiciais; desempenhar atividades de apoio técnico-administrativo; atuar na elaboração, execução e avaliação de planos, programas e projetos; realizar atividades, estudos, pesquisas e levantamentos de dados inerentes às atividades de suporte administrativo do órgão, dentre elas, as relacionadas a orçamento, finanças e controle interno; atuar na fiscalização, instrução e acompanhamento de contratos e convênios; atuar nas atividades de compras e de contratação de bens e serviços; registrar e controlar dados e informações cadastrais; emitir certidões, declarações e atestados; expedir e/ou anexar documentos e correspondências oficiais; elaborar atas, estatísticas setoriais e minutas de expedientes e de atos; organizar eventos, ações e atividades institucionais; preparar malotes; publicar documentos oficiais; realizar atividades de gestão de bens materiais e patrimoniais; realizar diligências; realizar serviços técnicos e especializados; manter atualizado o conteúdo de páginas virtuais na internet e na intranet; e analisar a conformidade documental. Para analista: Assessorar, dentro ou fora do ambiente da sede de trabalho, os membros e as chefias em processos judiciais e administrativos e em procedimentos extrajudiciais; atuar em processos judiciais e administrativos e em procedimentos extrajudiciais; assessorar os membros e as chefias em eventos oficiais, audiências e diligências; realizar avaliações e vistorias; realizar perícias quando formalmente designado pelo órgão competente; acompanhar o desenvolvimento de trabalhos periciais; realizar estudos, pesquisas e levantamentos de dados; elaborar e analisar informações, certidões, declarações, laudos, pareceres, relatórios e documentos congêneres; elaborar minutas de atos administrativos e normativos; propor planos, projetos, programas, diretrizes e políticas de atuação; atuar em planos, programas, projetos e convênios; atuar na gestão de contratos quando formalmente designado; participar de reuniões, comissões, grupos e equipes de trabalho; participar do planejamento estratégico institucional e dos planos da sua unidade de atuação; observar e zelar pela segurança institucional no âmbito de sua área de atuação; atender o público interno e externo por telefone, correio eletrônico ou presencialmente; prestar informações sobre a localização e tramitação de processos e documentos; orientar quanto à aplicação das normas internas ou da sua área de atuação; contribuir para a melhoria contínua dos processos e rotinas de trabalho; orientar e supervisionar estagiários e aprendizes; inserir dados e utilizar os sistemas de informação corporativos; observar e zelar pelo cumprimento dos prazos; realizar tarefas de expediente; realizar atividades relativas à instrução, tramitação e movimentação de processos, procedimentos e documentos; manter e controlar o arquivo setorial; e executar demais atividades necessárias ao desempenho do cargo ou outras que eventualmente venham a ser determinadas pela autoridade competente, sempre respeitando, quando for o caso, os limites impostos pelos órgãos de classe.

    Para analistas em direito: Assessorar os membros e chefias na coordenação e supervisão das atividades de processos judiciais e administrativos e de procedimentos extrajudiciais; planejar e executar tarefas relativas à análise jurídica de atos, documentos, processos judiciais e administrativos e de procedimentos extrajudiciais, produzindo os atos e documentos pertinentes; elaborar minutas de petições, denúncias, recursos, acordos judiciais ou extrajudiciais, termos de ajustamento de conduta, decisões, despachos, pareceres, notas técnicas, notificações, votos e atos congêneres, bem como manifestações jurídicas para subsidiar decisão administrativa; receber, analisar, acompanhar e dar andamento a processos e a outros documentos; auxiliar na instrução de processos, procedimentos e inquéritos civis e analisar inquéritos policiais; controlar prazos prescricionais; proceder à oitiva de vítimas, testemunhas e quaisquer outras pessoas que possam, direta ou indiretamente, colaborar com a instrução processual, reduzindo a termo suas declarações; realizar análise prévia e triagem de representações, denúncias, processos e procedimentos; realizar pesquisa, seleção, indexação e estudo de legislação, doutrina e jurisprudência; acompanhar a atualização legislativa; observar os prazos processuais e de conclusão de investigações; conferir atos e andamentos processuais; providenciar o cumprimento de decisões e despachos; atuar na manualização de processos e na elaboração de instrumentos normativos; e acompanhar a tramitação de processos judiciais e administrativos e de procedimentos extrajudiciais Último concurso do MPU.

    MPU: concurso anterior de técnico e analista

    No concurso MPU de 2013, o edital contou com 263 vagas para níveis médio e superior. As oportunidades foram para os cargos de técnico do MPU, técnico administrativo com especialidade em tecnologia da informação e comunicação, técnico em saúde – enfermagem e técnico na área de saúde – saúde bucal.

    No caso de analista, as opções foram para analista do MPU, analista técnico-administrativo – especialidade arquivologia, analista técnico administrativo – biblioteconomia, analista na área técnico administrativa – comunicação social, analista na área técnico administrativa – educação, analista técnico administrativo – estatística, analista na área técnico especializado – finanças e controle, analista técnico especializado – gestão pública, analista técnico especializado – planejamento e orçamento, analista na área de clínica médica, analista área de medicina – psiquiatria, analista de perícia – (antropologia, arquitetura, contabilidade, perícia, economia, engenharia agronômica, engenharia ambiental, engenharia civil, engenharia segurança do trabalho, engenharia elétrica, engenharia florestal, engenharia mecânica, engenharia sanitária, geografia, medicina, medicina do trabalho, oceanografia) analista de saúde – enfermagem, analista de saúde – odontologia, analista de saúde – psicologia, analista de saúde – serviço social, analista de tecnologia da informação e comunicação – desenvolvimento de sistemas e analista na área de tecnologia da informação e comunicação – suporte e infraestrutura.

    Na ocasião, o edital concurso MPU contou com oportunidades para o Distrito Federal e Eestados de Pernambuco, São Paulo, Amazonas, Rondônia, Maranhão, Pará, Rio Grande do Sul, Acre, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais,Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Alagoas, Maranhão, Mato Grosso, Paraíba e Tocantins.

    A banca que publicou o edital na ocasião foi o Cespe/UnB.

  • MPU: Cebraspe organizará próximo concurso. Níveis médio e superior

    Está definida qual será a banca organizadora do concurso do Ministério Público da União (MPU) . A escolhida, por meio de dispensa de licitação, foi o Cebraspe (Cespe/UnB). Com isto, o próximo passo para a abertura do concurso é a publicação do edital, o que deve ocorrer já nos próximos meses, ainda em 2018.

    Na última quarta-feira, 15 de agosto, foi publicado o edital de do concurso interno de remoção do MPU. Normalmente, este processo ocorre antes de algum novo concurso público, pois permite que servidores já em atividade possam efetuar eventuais transferências de locais de trabalho, permitindo, assim, pontuar as vagas que serão oferecidas na seleção para ingresso.

    Decisão recente do Tribunal de Contas da União (TCU) liberou a possibilidade de o certame ocorrer por meio da utilização do valor recolhido pelas taxas, no sentido de custear o processo. Inicialmente, em decisão divulgada em 18 de julho, o Tribunal havia advertido que o concurso deveria contar com previsão orçamentárias para ocorrer. No entanto, novo parecer divulgado pelo TCU atesta que o MPU pode solicitar crédito especial, tendo como justificativa a utilização do valor da taxa. A decisão foi publicada no diário oficial de 27 de julho.

    O item 9.2.5 do documento publicado em diário oficial diz o seguinte: ” é possível editar créditos suplementares ou especiais para fazer frente às despesas com a realização de concursos para o provimento de cargos públicos decorrentes de vagas não onerosas, lastreados na arrecadãção das taxas de inscrição, que somente poderão ser executados na medida da efetiva arrecadação da receita que lhe confere lastro”

    Com isto, o MPU agora deve recorrer à Secretaria de Orçamento Federal, ligada ao Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG), no sentido de solicitar o crédito especial, com base no parecer do TCU.

    Além disso, o órgão possui outras opções que ainda permitem agilizar a contratação de pessoal. A primeira é incluir os custos no orçamento de 2019, que ainda não foi votado. O MPU também pode requerer crédito suplementar ao governo. Outra opção é requerer orçamento junto aos quatro ramos do órgão, que são o Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Trabalho (MPT), Ministério Público Militar (MPM) e Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

    A intenção inicial é de publicar o edital em outubro, segundo declaração do próprio secretário-geral do órgão, Alexandre Camanho, com oportunidades para ingresso de analistas, técnicos administrativos e técnicos de segurança, além de formar cadastro reserva de pessoal.

    O órgão divulgou, em agosto de 2017, a portaria 84, que fixa as atribuições e requisitos para ingresso nas carreiras de analistas e técnicos, que serão oferecidas no certame.

    Para concorrer ao cargo de técnico basta possuir ensino médio, com remuneração inicial de R$ 6.862,73. No caso de analista, com necessidade de nível superior, o salário corresponde a R$ 11.259,81.

    Melhorias salariais

    É importante ressaltar que as carreiras contarão com mais dois reajustes salariais nos próximos meses. No caso de técnico, os valores básicos passarão a ser de R$ 7.080,21 em novembro e R$ 7.591,37 em janeiro de 2019.

    Para o analista, R$ 11.616,61 em novembro e R$ 12.455,30 em janeiro de 2019.
    A comissão do concurso do MPU, instituída dede março de 2017, é presidida pelo servidor Blal Yassine Dalloul e conta, ainda, com os seguintes participantes: Eloá Todarelli Junqueira, Denise Costa Recedive, Sandra Roberta de Souza Oliveira, Tatiane Diniz da Silva e Rayza Madlum de Paula.

    Atribuições

    De acordo com a portaria, as atribuições do técnico são as seguintes: Auxiliar, dentro ou fora do ambiente da sede de trabalho, os membros e as chefias em processos judiciais e administrativos e em procedimentos extrajudiciais; atuar em processos judiciais e administrativos e em procedimentos extrajudiciais; auxiliar os membros e as chefias em eventos oficiais, audiências e diligências; elaborar e analisar informações, certidões, declarações, relatórios e documentos congêneres; elaborar minutas de atos administrativos e normativos; atuar em planos, programas, projetos e convênios; atuar na gestão de contratos quando formalmente designado; realizar estudos, pesquisas e levantamentos de dados; participar de reuniões, comissões, grupos e equipes de trabalho; participar do planejamento estratégico institucional e dos planos da sua unidade de atuação; observar e zelar pela segurança institucional no âmbito de sua área de atuação; atender o público interno e externo por telefone, correio eletrônico ou presencialmente; prestar informações sobre a localização e tramitação de processos e documentos; orientar quanto à aplicação das normas internas ou de sua área de atuação; contribuir para a melhoria contínua dos processos e rotinas de trabalho; orientar e supervisionar estagiários e aprendizes; inserir dados e utilizar os sistemas de informação corporativos; observar e zelar pelo cumprimento dos prazos; realizar tarefas de expediente; realizar atividades relativas à instrução, tramitação e movimentação de processos, procedimentos e documentos; manter e controlar o arquivo setorial; e executar demais atividades necessárias ao desempenho do cargo ou outras que eventualmente venham a ser determinadas pela autoridade competente, sempre respeitando, quando for o caso, os limites impostos pelos órgãos de classe

    Para os técnicos, na área de administração: Auxiliar na prática de atos em processos judiciais e na instrução e acompanhamento de processos administrativos e procedimentos extrajudiciais; desempenhar atividades de apoio técnico-administrativo; atuar na elaboração, execução e avaliação de planos, programas e projetos; realizar atividades, estudos, pesquisas e levantamentos de dados inerentes às atividades de suporte administrativo do órgão, dentre elas, as relacionadas a orçamento, finanças e controle interno; atuar na fiscalização, instrução e acompanhamento de contratos e convênios; atuar nas atividades de compras e de contratação de bens e serviços; registrar e controlar dados e informações cadastrais; emitir certidões, declarações e atestados; expedir e/ou anexar documentos e correspondências oficiais; elaborar atas, estatísticas setoriais e minutas de expedientes e de atos; organizar eventos, ações e atividades institucionais; preparar malotes; publicar documentos oficiais; realizar atividades de gestão de bens materiais e patrimoniais; realizar diligências; realizar serviços técnicos e especializados; manter atualizado o conteúdo de páginas virtuais na internet e na intranet; e analisar a conformidade documental. Para analista: Assessorar, dentro ou fora do ambiente da sede de trabalho, os membros e as chefias em processos judiciais e administrativos e em procedimentos extrajudiciais; atuar em processos judiciais e administrativos e em procedimentos extrajudiciais; assessorar os membros e as chefias em eventos oficiais, audiências e diligências; realizar avaliações e vistorias; realizar perícias quando formalmente designado pelo órgão competente; acompanhar o desenvolvimento de trabalhos periciais; realizar estudos, pesquisas e levantamentos de dados; elaborar e analisar informações, certidões, declarações, laudos, pareceres, relatórios e documentos congêneres; elaborar minutas de atos administrativos e normativos; propor planos, projetos, programas, diretrizes e políticas de atuação; atuar em planos, programas, projetos e convênios; atuar na gestão de contratos quando formalmente designado; participar de reuniões, comissões, grupos e equipes de trabalho; participar do planejamento estratégico institucional e dos planos da sua unidade de atuação; observar e zelar pela segurança institucional no âmbito de sua área de atuação; atender o público interno e externo por telefone, correio eletrônico ou presencialmente; prestar informações sobre a localização e tramitação de processos e documentos; orientar quanto à aplicação das normas internas ou da sua área de atuação; contribuir para a melhoria contínua dos processos e rotinas de trabalho; orientar e supervisionar estagiários e aprendizes; inserir dados e utilizar os sistemas de informação corporativos; observar e zelar pelo cumprimento dos prazos; realizar tarefas de expediente; realizar atividades relativas à instrução, tramitação e movimentação de processos, procedimentos e documentos; manter e controlar o arquivo setorial; e executar demais atividades necessárias ao desempenho do cargo ou outras que eventualmente venham a ser determinadas pela autoridade competente, sempre respeitando, quando for o caso, os limites impostos pelos órgãos de classe. Para analista, na área de direito: Assessorar os membros e chefias na coordenação e supervisão das atividades de processos judiciais e administrativos e de procedimentos extrajudiciais; planejar e executar tarefas relativas à análise jurídica de atos, documentos, processos judiciais e administrativos e de procedimentos extrajudiciais, produzindo os atos e documentos pertinentes; elaborar minutas de petições, denúncias, recursos, acordos judiciais ou extrajudiciais, termos de ajustamento de conduta, decisões, despachos, pareceres, notas técnicas, notificações, votos e atos congêneres, bem como manifestações jurídicas para subsidiar decisão administrativa; receber, analisar, acompanhar e dar andamento a processos e a outros documentos; auxiliar na instrução de processos, procedimentos e inquéritos civis e analisar inquéritos policiais; controlar prazos prescricionais; proceder à oitiva de vítimas, testemunhas e quaisquer outras pessoas que possam, direta ou indiretamente, colaborar com a instrução processual, reduzindo a termo suas declarações; realizar análise prévia e triagem de representações, denúncias, processos e procedimentos; realizar pesquisa, seleção, indexação e estudo de legislação, doutrina e jurisprudência; acompanhar a atualização legislativa; observar os prazos processuais e de conclusão de investigações; conferir atos e andamentos processuais; providenciar o cumprimento de decisões e despachos; atuar na manualização de processos e na elaboração de instrumentos normativos; e acompanhar a tramitação de processos judiciais e administrativos e de procedimentos extrajudiciais Último concurso do MPU

    No concurso de 2013, a seleção contou com 263 vagas para níveis médio e superior. As oportunidades foram para os cargos de técnico do MPU, técnico na área técnico administrativa especialidade tecnologia da informação e comunicação, técnico na área de saúde – enfermagem e técnico na área de saúde – saúde bucal.

    No caso de analista, as opções foram para analista do MPU, analista na área técnico-administrativa – especialidade arquivologia, analista na área técnico administrativa – biblioteconomia, analista na área técnico administrativa – comunicação social, analista na área técnico administrativa – educação, analista na área técnico administrativa – estatística, analista na área técnico especializado – finanças e controle, analista na área técnico especializado – gestão pública, analista técnico especializado – planejamento e orçamento, analista na área de clínica médica, analista área de medicina – psiquiatria, analista na área de perícia – antropologia, analista na área de perícia – arquitetura, analista na área de perícia -contabilidade,analista na área de perícia – economia, analista na área de perícia – engenharia agronômica, analista na área de perícia – engenharia ambiental, analista na área de perícia – engenharia civil, analista na área de perícia – engenharia de segurança do trabalho, analista na área de perícia – engenharia elétrica, analista na área de perícia – engenharia florestal, analista na área de perícia – engenharia mecânica, analista na área de perícia – engenharia sanitária, analista na área de perícia – geografia, analista na área de perícia – medicina, analista na área de perícia medicina do trabalho, analista na área de perícia – oceanografia, analista na área de saúde – enfermagem, analista na área de saúde – odontologia, analista na área de saúde – psicologia, analista na área de saúde – serviço social, analista na área de tecnologia da informação e comunicação – desenvolvimento de sistemas e analista na área de tecnologia da informação e comunicação – suporte e infraestrutura.

    Na ocasião, o concurso do MPU contou com oportunidades para o Distrito Federal e Eestados de Pernambuco, São Paulo, Amazonas, Rondônia, Maranhão, Pará, Rio Grande do Sul, Acre, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais,Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Alagoas, Maranhão, Mato Grosso, Paraíba e Tocantins.

    A banca foi o Cespe/UnB. Clique aqui e confira o último edital.

  • PC do Ceará: governador anuncia concurso com 1.496 vagas

    O governador do Ceará, Cailo Santana, anunciou, nesta terça-feira, 14 de agosto, por meio de publicação em rede social, a autorização do aguardado novo concurso público da Polícia Civil do Ceará (PC/CE). A seleção já havia sido anunciada pelo governador em 22 de fevereiro, durante entrevista no Programa Paulo Oliveira. Na ocasião, o governador adiantou que o certame será para os cargos de delegado, escrivão e inspetor, mas não antecipou a oferta de vagas que serão oferecidas. Agora, o quantitativo foi anunciado e a seleção contará com uma oferta de 1.496 oportunidades. Porém, a distribuição por cargo ainda não foi anunciada. O governador voltou a reiterar que a publicação do edital deve ocorrer ainda neste semestre.

    O primeiro passo para a seleção já havia acontecido no último dia 31 de janeiro, quando publicada, em diário oficial, a liberação de verbas complementares para a realização do novo certame. O documento determina um total de R$ 4,5 mi para a nova seleção.

    Último Concurso

    O último concurso do órgão ocorreu em 2014. Na ocasião, foi de 763 postos, também para os cargos de delegado, escrivão e inspetor. Para todas as carreiras, para concorrer é necessário possuir formação de nível superior, além de carteira de habilitação ‘B” ou superior. As remunerações iniciais, na ocasião, foram de R$ 2.946,19 para inspetor e escrivão e R$ 14.592,39 para delegado, todos com jornada de trabalho de 40horas semanais. A banca organizadora foi a Fundação Vunesp.

    Provas

    Para inspetor e escrivão, a seleção contou com duas fases, com provas objetivas na primeira e curso de formação profissional na segunda. Somente para delegado, além destas etapas também foram aplicadas questões discursivas e análise de títulos. Na segunda, além do curso de formação, os participantes foram submetidos a sindicância de vida pregressa, prova prática de digitação (para escrivão), teste de capacidade física (para inspetor e delegado), avaliação psicológica, exame toxicológico e avaliação médica.

    Para escrivão, a prova objetiva contou com oito questões de noções de informática, 12 de noções de direto constitucional, 14 de noções de direito penal e 12 de legislação penal extravagante.

    Para inspetor, dez de língua portuguesa, oito de noções de informática, 12 de noções de direito constitucional, 12 de noções de direito administrativo, 14 de noções de direito penal, 12 de noções de direito processual penal e 12 de legislação penal extravagante.

    Por fim, para delegado, dez de língua portuguesa, cinco de noções de administração pública, cinco de noções de informática, cinco de direito constitucional, seis de direito administrativo, seis de direito penal, 14 de direito processual penal, 12 de legislação penal extravagante, oito de medicina legal, cinco de direitos humanos, quatro de direito civil, quatro de direito processual civil, quatro de direito tributário, quatro de legislação ambiental, quatro de criminologia e cinco de legislação especial, além de uma peça processual e duas questões discursivas.