Autor: Nuce Concursos

  • Sistema Prisional/RN: Secretário prevê concurso com 2 mil vagas

    O Secretário de Justiça e Cidadania do Estado do Rio Grande do Norte, Walber Virgolino, durante reunião realizada na tarde da última segunda-feira, 17 de outubro, frisou que necessita da abertura de concurso público para preencher 2 mil vagas, todas elas voltadas para a área da segurança. “Quando cheguei ao RN, a primeira coisa que vi foi que os agentes penitenciários são heróis. Seis por turno tomam conta de Alcaçuz. É preciso que façamos um concurso para 2 mil vagas e, de acordo com a disponibilidade de recursos, o Estado convoque. O déficit é muito grande”, disse Virgolino.

    A pauta da reunião foi o sistema prisional do Estado, em que foi discutido necessidades do setor, investimentos em estrutura e pessoal.

    Seleção aberta no início deste ano

    Foi divulgado no dia 15 de janeiro deste ano, a publicação de uma lei que autoriza a Secretaria de Justiça e Cidadania do Rio Grande do Norte (Sejuc) a realizar um processo seletivo para a contratação de agentes penitenciários e de vigilância prisional temporários. A publicação constava que seriam contratados 200 agentes. Os salários giravam em torno de R$ 3.100,00.

    Concurso em 2009

    Em 2009, sob organização da Consulplan, a Secretaria de Estado da Administração e dos Recursos Humanos divulgou a abertura de concurso para preencher 400 vagas no cargo de Agente Penitenciário, sendo 320 para homens e 80 para mulheres. Na época, o salário do Agente estava fixado no valor de R$ 1.470,00, para carga horária de 8 horas diárias e/ou escala de plantão, no regime de 24/72 horas.

    Os inscritos foram avaliados por prova escrita objetiva, exame de capacidade física, exame psicotécnico, investigação social e curso de formação.

    As provas foram realizadas em Natal, Mossoró, Caicó e Pau dos Ferros.

  • PM-CE: divulgado o gabarito definitivo

    A Polícia Militar do Ceará (PM-CE) divulgou através de sua organizadora, Instituto AOCP, os gabaritos definitivos das provas do concurso realizado no domingo, 25 de setembro. O edital, divulgado no dia 12 de julho, abre normas de realização do certame para preencher nada menos que 4.200 vagas para o cargo de Soldado, requisito de nível médio completo. Do total de oportunidades, 3.990 serão reservadas ao sexo masculino e 210 ao sexo feminino. O salário inicial chega a R$ 3.134,58.

    Para conferir o gabarito do concurso PM-CE 2016 pós-recursos, clique aqui.

    Para concorrer a uma das vagas, o candidato deve ter, além do ensino médio, idade igual ou superior a 18 anos e, no primeiro dia de inscrição do concurso, idade inferior a 30 anos, altura mínima de 1,62m para homens e 1,57 para mulheres. Além disso, a carteira nacional de habilitação no mínimo na categoria “B”, na data da matrícula no Curso de Formação Profissional, é requisito para concorrer a uma das vagas no concurso.

    De acordo com o edital, do quantitativo de vagas, 4.200, serão distribuídas em três anos/turmas.

  • UPE: previsto concurso com 280 vagas para técnicos-administrativos

    O certame será realizado para servidores técnico-administrativos com atuação na rede de educação da universidade

    Um novo concurso tem previsão de ser lançado pela Universidade de Pernambuco (UPE), segundo o reitor da instituição, Pedro Falcão. Sem revelar muitos detalhes da seleção, o docente informou que serão oferecidas 280 vagas para servidores técnicos-administrativos.

    A demanda vem para suprir a carência de trabalhadores na rede de educação da UPE. O concurso ainda não tem previsão de lançamento e para ser lançado, espera a liberação do Governo do Estado de Pernambuco.

  • PL que reserva vagas para mulheres na área de segurança tramita na Câmara dos Deputados

    Tramita, na Câmara dos Deputados, o projeto de lei 6299, de autoria do deputado cabo Sabino (PR/CE) que tem por objetivo reservar para mulheres 25% das vagas oferecidas em concursos públicos na área de segurança. Caso aprovada a proposta, a reserva será válida sempre que o concurso contar com uma oferta superior a quatro vagas.

    Ainda de acordo com o projeto, as candidatas concorrerão concomitantemente às vagas reservadas e às vagas destinadas à ampla concorrência, de acordo com a sua classificação. O texto diz, ainda, que caso não exista número de aprovadas suficiente para ocupar as vagas reservadas, as posições remanescentes serão revertidas para a ampla concorrência e serão preenchidas pelas demais aprovadas, observada a ordem de classificação.

    Em caso de o percentual de reserva for equivalente a um quantitativo fracionado, a oferta de reserva deverá ser aumentada para o primeiro número inteiro posterior, em caso de fração igual ou superior a 0,5 e diminuída, em caso de fração menor que 0,5.

    O projeto, apresentado no último dia 11 de outubro, aguarda despacho da presidência da câmara e, posteriormente, deverá tramitar pelas diversas comissões antes de ser votado no plenário.

    De acordo com a justificativa da proposta, “num momento histórico em que as políticas de gênero estão na pauta de discussões dos governos e sociedade, o objetivo foi subsidiar a formulação de projetos e políticas pautadas pelo respeito à diversidade de gênero, reconhecendo que a igualdade não se constrói ao se apagar as diferenças biológicas, sociais e culturais entre homens e mulheres, mas com sua devida valorização e abordagem que permita corrigir a desigualdade histórica que tem contribuído para limitar o exercício de direitos pelas mulheres”.

    Ainda de acordo com a justificativa, pesquisa de perfil das instituições de segurança pública, apurou que a participação feminina nas polícias civis corresponde a menos do que 20% do efetivo nacional. Nas policiais militares e bombeiros, a participação é de 7,2% e 7,9%, respectivamente. “Nestas duas corporações militares, vários estados mantêm as cotas para o ingresso de mulheres, variando de 10% a 15% das vagas disponibilizadas em concurso.

  • PEC 241 não impede realização de concursos públicos

    Foi aprovada, em primeira sessão na Câmara dos Deputados, na última segunda-feira (10), a PEC 241, que impõe um limite nos gastos públicos do Governo Federal por até 20 anos. Principal manobra do presidente Michel Temer (PMDB) para estancar as dívidas e retomar o crescimento do país, a Proposta de Emenda Constitucional tem gerado muita polêmica, sobretudo para quem vê na medida um freio no investimento em saúde e educação ou na realização de concursos públicos.

    Muitos dos questionamentos levantados pela população (e pela oposição) podem – e devem – ser considerados. E, de alguma forma, respondidos pelos autores da proposta. Alguns deles, entretanto, surgem de incompreensões com relação à literalidade dos dispositivos do projeto e acabam se esclarecendo, naturalmente, a partir de uma análise mais aprofundada.

    É o que acontece, por exemplo, com a especulação sobre a suspensão de concursos públicos. Em uma leitura rápida do parágrafo da PEC 241 que menciona um eventual veto na realização de concursos pode parecer que, de fato, um dos objetivos da proposta é este. No entanto, há um detalhe crucial, que torna essa proibição muito menos agressiva.

    Vamos ver se você o encontra:

    Art. 103. No caso de descumprimento do limite de que trata o caput do art. 102 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, aplicam-se, no exercício seguinte, ao Poder ou ao órgão que descumpriu o limite, vedações:

    I – à concessão, a qualquer título, de vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração de servidores públicos, inclusive do previsto no inciso X do caput do art. 37 da Constituição, exceto os derivados de sentença judicial ou de determinação legal decorrente de atos anteriores à entrada em vigor da Emenda Constitucional que instituiu o Novo Regime Fiscal;

    II – à criação de cargo, emprego ou função que implique aumento de despesa;

    III – à alteração de estrutura de carreira que implique aumento de despesa;

    IV – à admissão ou à contratação de pessoal, a qualquer título, ressalvadas as reposições de cargos de chefia e de direção que não acarretem aumento de despesa e aquelas decorrentes de vacâncias de cargos efetivos; e

    V – à realização de concurso público.

    Pois é. Está na cara – e logo na primeira linha.

    O dispositivo começa dizendo: “no caso de descumprimento do limite de que trata o caput do art. 102”. Ou seja, o veto à realização de concursos nada mais é que um “castigo” aos órgãos do Governo Federal – e apenas do Governo Federal! – que descumprirem os limites de gastos pré-definidos pela PEC 241. O objetivo da punição é contornar o excesso de gastos dentro dos próprios órgãos, não permitindo que esse desequilíbrio orçamentário afete outras repartições do funcionalismo público.

    Isso também não quer dizer que o número de concursos e contratações vai aumentar, mas indica que todo órgão que respeitar o teto de gastos estabelecido pelo Ministério da Fazenda estará em pleno direito de realizar concursos, mesmo porque não há condições de ficarem 20 anos sem suprir eventuais defasagens com aposentadorias, exonerações e demissões voluntárias.

    Por este prisma, parece uma interessante manobra de regime fiscal, com boas chances de reduzir as dívidas públicas e retomar a confiança dos investidores. No entanto, a PEC 241 conta com uma porção de outras controvérsias, como, por exemplo, a que reclama da ausência dos gastos com a Previdência nessa contenção orçamentária, sendo que este é um segmento que, sozinho, representa cerca de 40% dos gastos públicos. O Ministério da Fazenda, por sua vez, explica que a Previdência será tratada como um caso à parte, mais adiante.

    Fora isso, há, ainda, os temores com a limitação de investimentos nas áreas da saúde e, principalmente, da educação, considerada um dos principais motores para reduzir a desigualdade social no país.

    Vale lembrar, porém, que, para que entre em vigor, a PEC 241 ainda precisa ser aprovada em uma segunda votação na Câmara dos Deputados e mais duas no Senado Federal. Até lá, há tempo de sobra para que todos analisemos a proposta – em seu inteiro teor – com olhos clínicos e possamos debater dentro de sua realidade, muitas vezes fatalmente camuflada pela literalidade de seus próprios dispositivos.

    Por ora, a questão dos concursos está esclarecida.

  • PRF reforça a necessidade de um novo concurso para soldado

    O grupo de trabalho designado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) para elaborar, até o fim deste ano, uma proposta de edital de concurso para policial rodoviário federal se reuniu recentemente com representantes do Ministério do Planejamento e após não conseguir uma sinalização positiva quanto à autorização de um novo concurso para a carreira, irá preparar um documento reforçando a necessidade da seleção.

    Além das aposentadorias (há previsão de 3.600 até o fim do ano que vem), o documento deverá trazer dados atualizados do impacto da falta de policiais rodoviários federais para a segurança pública, abordando aspectos como o combate ao tráfico de armas e drogas, sobretudo nas fronteiras. O objetivo é sensibilizar o governo a autorizar um novo concurso para o cargo. Ainda não há previsão para a conclusão e apresentação desse documento.

    De acordo com as informações obtidas pela FOLHA DIRIGIDA, o órgão deverá reapresentar o pedido de autorização de concurso no primeiro semestre do ano que vem, para que seja considerado na elaboração da proposta de orçamento para 2018. Apesar disso, caso o governo acate os argumentos da PRF, o concurso poderá ser autorizado já no ano que vem, uma vez que as nomeações só aconteceriam no ano seguinte, tendo impacto a partir justamente do orçamento de 2018.

     

    Desde 2014, a PRF tem apresentado anualmente um pedido de concurso para 1.500 vagas. Este ano, a autorização foi negada em função da situação das contas do governo, que fez com que fosse determinada a suspensão dos concursos no Poder Executivo federal até o fim de 2017. A expectativa é que essas condições possam ser alteradas, permitindo a autorização no ano que vem. “Se isso acontecer, queremos estar prontos para abrir o concurso”, disse uma fonte na PRF.

    Além de formar o grupo de trabalho, o órgão irá proporcionar a servidores um curso sobre técnicas de segurança e eficiência no planejamento, realização e controle de concursos públicos e também realiza um estudo das necessidades de efetivo em todo o país. O cargo de policial rodoviário tem como requisitos o ensino superior completo e carteira de habilitação (categoria B ou superior) e, além de estabilidade, proporciona remuneração inicial de R$ 7.177,91, incluindo o auxílio-alimentação, de R$ 458. Há previsão de reajuste para R$ 9.501,98, a partir de janeiro.

  • Bacen: Déficit de 36% servidores e 700 aposentadorias previstas pressionam abertura de concurso.

    De acordo com o Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal), o Banco Central conta com nada menos que 700 servidores em condições de aposentar. Aliado a isso, o quadro de servidores tem uma defasagem de 36%, o que pode totalizar mais de 3 mil vacâncias no órgão. Lembrando que o pedido de autorização do concurso, feito no primeiro semestre deste ano, foi rejeitado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). As informações são da Folha Dirigida.

    Em agosto de 2016, o Banco divulgou dados sobre o seu déficit de servidores. De acordo com a divulgação, o déficit é de 2.357 servidores, entre analistas, técnicos e procuradores, o que equivale a 36% da previsão legal, que é de 6.470. O presidente do Sindicato, Daro Piffer, alertou para a desestruturação dos órgãos de regulação do país, caso do Banco Central. “Esses órgãos sofrem há anos com a alta defasagem em seus quadros. O governo nos tem deixado de lado e beneficiado apenas setores de arrecadação”, criticou.

    Requisitos para participar do concurso

    Técnico (nível médio): etapa única, podendo haver prova de aptidão física e avaliação psicológica, dependendo do cargo pretendido.
    Analista (nível superior em qualquer área): 2 etapas de caráter eliminatório, compreendendo exame de conhecimentos específicos e curso de formação.
    Procurador (nível superior em Direito): será observada a legislação específica e a forma estabelecida em ato do Advogado-Geral da União.

    Salários

    O cargo de técnico, com requisito de nível médio, tem remuneração inicial de R$6.463,44 (incluindo o auxílio-alimentação, de R$458). Já para nível superior em qualquer área (analista), os salários chegam a R$16.286,90. Já para Procurador, os iniciais do cargo chegam a R$17.788,33.

    Último Concurso BACEN

    O último concurso do Banco Central (Concurso do Bacen) teve sua validade encerrada no fim do ano passado. O Ministério do Planejamento autorizou a nomeação de aprovados no cadastro de reserva, mas ainda há um saldo negativo de pelo menos 2 mil funcionários. A situação torna o novo concurso do Bacen para 2016/2017 inevitável.

  • IF Sertão: inscrições prorrogadas até o dia 31/10. São 29 vagas para cargos técnico-administrativos

    O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano (IF Sertão) ampliou o prazo de inscrições do concurso público que visa a preencher 29 vagas para cargos técnico-administrativos em educação.

    Ofertas poderão ser lotadas em qualquer um dos campi do instituto, localizados no Estado de Pernambuco, nas cidades de Petrolina, Salgueiro, Ouricuri, Floresta, Santa Maria da Boa Vista, Serra Talhada ou em outra unidade que venha a ser implantada dentro do prazo de validade do concurso.

    Aqueles que possuem o ensino médio e curso técnico podem concorrer para as funções de técnico em arquivo (2 vagas), técnico em contabilidade (1), técnico em eletrotécnica (1), técnico em enfermagem (1), técnico laboratório de informática (1) e tradutor e intérprete de linguagem de sinais (5). O salário inicial é de R$ 2.294,81.

    Já para quem tem o nível superior, as ofertas são para os postos de administrador (2), analista de tecnologia da informação (1), arquiteto e urbanista (1), arquivista (1), bibliotecário (1), enfermeiro (1), médico (1), técnico em assuntos educacionais (3), tecnólogo/comunicação institucional (1), tecnólogo/desing gráfico (1), tecnólogo/gestão de recursos humanos (1), tecnólogo/gestão pública (2), tecnólogo/viticultura e enologia (1) e relações públicas (1). A remuneração é de R$ 3.868,21.

    O IF Sertão oferece para os seus servidores os seguintes benefícios mensais: R$ 458 de auxílio-alimentação e R$ 321 de auxílio-pré-escolar – para dependentes de até cinco anos.

    Como participar do concurso

    Inscrições no concurso do IF Sertão serão aceitas até o dia 31 de outubro. A ficha de cadastro está disponível no endereço eletrônico https://concurso.ifsertao-pe.edu.br/copese.

    Os valores da taxa de participação são de R$ 60 para níveis médio e técnico e R$ 80 para formação superior.

    Avaliações

    A prova objetiva será aplicada nas cidades de Petrolina/PE e Juazeiro/BA no dia 18 de dezembro. Informações sobre os locais e horários do exame objetivo serão divulgadas no site da organizadora do processo seletivo, em momento oportuno.

    O concurso do IF Sertão ainda contará com teste prático para o cargo de tradutor e intérprete de linguagem de sinais.

  • Ibama: próximo concurso com 680 vagas aguarda aprovação

    O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) depende de autorização do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) para que possa realizar novo concurso público.

    Um pedido solicitando 680 vagas chegou a ser encaminhado, em maio, ao Planejamento, mas o órgão devolveu o requerimento à pasta. Apesar da devolução do documento, devido às questões orçamentárias, espera-se que a economia do país não demore para retornar e, desta forma, o concurso seja liberado.

    Vale destacar que o Ibama não tem um quadro de pessoal muito grande, portanto, não pode ficar muito tempo sem realizar certames, caso contrário, a defasagem ficará cada vez pior e será difícil de atender a toda sua demanda.

    O pedido da instituição conta com o mesmo número de oportunidades que havia sido feito do ano passado: 680 vagas, sendo 500 para analista ambiental e 180 para analista administrativo. Ambos os cargos exigem formação superior completa. Consta na atual tabela de remuneração dos servidores públicos federais que os vencimentos são de R$ 3.712,72 para técnico e de R$ 7.760,45 para analista. Nesses valores já está incluso o auxílio-alimentação de R$ 458.

    De acordo com a assessoria de comunicação do Ibama, o instituto “tem interesse em ampliar o quantitativo de pessoal nos cargos de analista ambiental (área finalística) e analista e técnico administrativos (área meio). Apesar das restrições impostas pela atual conjuntura, este instituto está se reestruturando para retomar as negociações junto ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) e ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão”.

    Seleções anteriores do Ibama

    O último concurso para analista ambiental do Ibama foi aberto em 2012, anunciando uma oferta de 108 vagas, sendo 45 para a área de licenciamento ambiental no Distrito Federal, 15 para licenciamento ambiental no Rio de Janeiro, 27 para monitoramento, regulação, controle, fiscalização e auditoria ambiental no Distrito Federal e 21 para gestão, proteção e controle da qualidade ambiental no Distrito Federal. Ao todo, 16.290 pessoas se inscreveram para o processo seletivo.

    Já para analista administrativo, o último certame foi realizado em 2013, para preenchimento de 61 postos, distribuídos da seguinte forma: Acre (2 vagas), Amapá (2), Amazonas (3), Bahia (1), Distrito Federal (27), Espírito Santo (1), Maranhão (1), Mato Grosso (3), Mato Grosso do Sul (2), Minas Gerais (2), Pará (2), Paraná (2), Piauí (1), Rio Grande do Sul (1), Rondônia (2), Roraima (2), Santa Catarina (2), São Paulo (1), Sergipe (2) e Tocantins (2). O processo seletivo registrou 43.533 candidatos.

    As duas seleções foram organizadas pelo Cespe/UnB.