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  • TRF 5ª região: FCC organizará próximo concurso. Níveis médio e superior.

    O Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF 5ª), que abrange os estados de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe, confirmou, por meio de publicação em diário oficial, nesta quinta-feira, 24 de agosto, a banca organizadora do seu novo concurso público para os cargos de técnico e analista judiciário em diversas áreas de atuação. A escolhida, por dispensa de licitação, é a Fundação Carlos Chagas. Com isto, a expectativa é de que a publicação do edital ocorra já nas próximas semanas.

    O concurso, que vem sendo aguardado desde 26 de junho, quando autorizado pelo presidente do órgão, desembargador Manoel de Oliveira Erhardtm, contará com uma oferta imediata de 12 vagas, além de formar cadastro reserva de pessoal em diversas áreas, de acordo com o projeto básico do certame. Das oportunidades para preenchimento imediato, seis são para técnicos e seis para analistas.

    Para concorrer a técnico é necessário possuir ensino médio, enquanto para concorrer a analista é necessário possuir curso de nível superior. As remunerações iniciais do concurso são de R$ 6.709 para os técnicos e R$ 11.007 para analistas, podendo chegar, respectivamente, a R$ 7.893 e R$ 11.921, com complementos.

    Vagas Para Técnicos

    No caso de técnico, das seis vagas imediatas, cinco são para a área administrativa e uma para a área de segurança e transporte.

    Além disso, a seleção também formará cadastro reserva de pessoal para a área de apoio especializado especialidade informática.

    Para as áreas administrativa e de informática será exigido apenas o ensino médio, enquanto para segurança e transporte, os interessados também deverão possuir carteira de habilitação nas categorias “D” ou “E”.

    Vagas para Analistas

    Para os analistas, das seis imediatas, duas serão para a área judiciária, duas para a área de medicina, uma para a área de informática/infraestrutura e uma para contadoria.

    Além das vagas imediatas, haverá cadastro de pessoal para as áreas administrativa (para quem possui formação em qualquer área), judiciária – execução de mandados e na área de informática para desenvolvimento.

    Para concorrer na área administrativa basta possuir nível superior em qualquer área de formação, enquanto para as áreas judiciária e judiciária – execução de mandados é necessário possuir bacharelado em direito.

    Para as áreas de informática em estrutura e desenvolvimento é necessário possuir formação em qualquer área, além de especialização com carga horária de 360 horas em análise de sistemas ou qualquer curso superior de informática. Por fim, para medicina e contadoria, nível superior nas respectivas áreas.

    Taxas e Provas
    As taxas do concurso já estão definidas e serão de R$ 75 para as vagas de técnicos e R$ 95 para analistas.

    Para o cargo de técnico na área administrativa, a seleção contará com provas objetivas de conhecimentos gerais e específicos, redação e prova prática de digitação.

    Para técnico na área de segurança e transporte, prova objetiva de conhecimentos gerais e específicos, além de avaliação física.

    No caso de técnico em informática, provas objetivas de conhecimentos gerais e específicos, além de prova prática de elaboração de programas.

    Para analista nas áreas administrativa, judiciária e judiciária – execução de mandados, provas objetivas de conhecimentos gerais e específicos e redação.

    Por fim, para demais áreas de analistas, provas objetivas de conhecimentos gerais e específicos e estudo de caso.

    Último Concurso

    O último concurso público do órgão ocorreu em 2012, também organizado pela Fundação Carlos Chagas. A seleção foi apenas para formar cadastro reserva de pessoal. Para técnicos, as oportunidades foram para a área administrativa e área administrativa especialidade segurança e transporte.

    No caso de analista, as opções foram para a área administrativa, área judiciária e área judiciária especialidade execução de mandados.
    Para os técnicos judiciários, as provas objetivas contaram com 50 questões, sendo 20 de conhecimentos gerais, com peso um, e 30 de conhecimentos específicos, com peso dois. Também foram aplicadas provas discursivas de redação e prática de digitação para a área administrativa e prova de capacidade física para a especialidade de segurança e transporte.

    Para os analistas foram 60 questões, sendo 20 de conhecimentos gerais, com peso um, e 40 de conhecimentos específicos, com peso três, além de prova discursiva com redação.

    Para os técnicos, em conhecimentos gerais foram abordados temas de língua portuguesa e atos normativos. Para a área de segurança, noções de administração pública e de direito constitucional.

    Em conhecimentos específicos, para a área administrativa, os temas foram sobre noções de administração, de direito constitucional, administrativo, administrativo financeiro e orçamentário e noções de gestão de pessoas. Para a especialidade segurança e transporte, segurança de dignitários e noções de planejamento de segurança.
    Para os analistas, em conhecimentos gerais, os temas foram sobre língua portuguesa e atos normativos.

    Em conhecimentos específicos, para a área judiciária, temas sobre direito do consumidor, direito ambiental, administrativo, constitucional, civil, processual civil, penal, processual penal, tributário e previdenciário. Para execução de mandados, direitos administrativo, constitucional, civil, processual civil, penal e processual penal. Por fim, para a área administrativa, noções de administração, noções de administração pública, noções de administração financeira e orçamentária e noções de gestão de pessoas.

  • Abin: autorizado concurso com 300 vagas. Níveis médio e superior

    Após seis anos de espera, finalmente está oficializada a realização de um novo concurso da Abin (Agência Brasileira de Inteligência). O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG) divulgou, por meio de publicação em diário oficial, nesta segunda-feira, 17 de julho, a autorização para que o órgão inicie os preparativos para o novo certame, que contará com uma oferta de 300 oportunidades, sendo 20 para quem possui apenas ensino médio e 280 para formados em nível superior, com remunerações iniciais de até R$ 15.461,80. De acordo com a autorização do MPDG, a publicação do edital deve ocorrer dentro de um prazo de, no máximo, seis meses, ou seja, até 17 de janeiro de 2018. Com isto, os interessados já têm como se programar, em termos de preparação.

    Agora, com a autorização, os próximos passos da Abin são formar a comissão do concurso e iniciar o processo de escolha da banca organizadora.

    As 20 vagas autorizadas pelo MPDG para quem possui ensino médio são para o cargo de agente de inteligência. Neste caso, a remuneração inicial é de R$ 6.147,22, já considerando o auxílio-alimentação.

    Das 280 oportunidades destinadas a quem possui nível superior, 220 são para a carreira de oficial de inteligência e 60 para oficial técnico de inteligência. As remunerações iniciais para estas carreiras são de R$ 15.461,80 para oficial e R$ 14.281,28 para oficial técnico, já considerando o auxílio-alimentação. Para concorrer será necessário possuir formação em áreas específicas, que ainda serão confirmadas.
    A lotação dos aprovados deverá ser em Braília.

    Atribuições dos cargos do concurso

    No caso de oficial de inteligência, as atribuições da carreira consistem em planejar, executar, coordenar, supervisionar e controlar a produção de conhecimentos de inteligência; as ações de salvaguarda de assuntos sensíveis; as operações de inteligência; atividades de pesquisa e desenvolvimento científico ou tecnológico direcionadas à obtenção e análise de dados e à segurança da informação; o desenvolvimento de recursos humanos para a atividade de inteligência e desenvolver e operar máquinas, veículos, aparelhos, dispositivos, instrumentos, equipamentos e sistemas necessários à atividade de inteligência.

    Para oficial técnico de inteligência, as atribuições exigidas pela Abin são as seguintes: planejar, executar, coordenar, supervisionar e controlar as atividades de gestão técnico-administrativas, suporte e apoio logístico; produção de conhecimentos de inteligência, ações de salvaguarda de assuntos sensíveis, operações de inteligência, atividades de pesquisa e desenvolvimento científico ou tecnológico, direcionadas à obtenção e análise de dados e à segurança da informação, atividades de construção e manutenção de prédios e outras instalações; desenvolver recursos humanos para a gestão técnico-administrativa e apoio logístico da atividade de inteligência; e desenvolver e operar máquinas, veículos, aparelhos, dispositivos, instrumentos, equipamentos e sistemas necessários às atividades técnico-administrativas e de apoio logístico da atividade de inteligência.

    Finalmente, para agente de inteligência, as atribuições correspondem a oferecer suporte especializado às atividades decorrentes das atribuições do oficial de inteligência.

    Carência de pessoal na Abin

    A Abin tem solicitado autorizações para seu novo concurso desde 2011 e é importante ressaltar que o total autorizado pelo MPDG não supre a quantidade dos últimos pedidos enviados ao Ministério. Na última solicitação, de 2016, a expectativa do órgão era de 650 postos, sendo 250 para oficial de inteligência, 200 para oficial técnico de inteligência e 90 para agente de inteligência, além de 110 para agente técnico de inteligência, cargo não contemplado na autorização governamental.

    Último concurso

    Quem pretende concorrer no próximo concurso da Abin já pode dar início aos estudos, tendo como base o conteúdo programático do último certame, realizado em 2010. Na ocasião foram registrados 49.275 inscritos para a oferta inicial de 80 vagas. Destas, 50 foram para o cargo de oficial técnico de inteligência nas áreas de administração, planejamento estratégico, arquitetura, arquivologia, ciências contábeis, jornalismo, publicidade e propaganda, estatística, desenvolvimento e manutenção de sistemas, direito, educação física, engenharia civil, engenharia elétrica, pedagogia, psicologia, serviço social e suporte à rede de dados.

    As 30 restantes foram para agente técnico nas áreas de administração, contabilidade, edificações, eletrônica e tecnologia da informação.

    Para oficial de inteligência e agente de inteligência, o último concurso ocorreu em 2008.

    Os dois certames foram organizados pelo Cespe/UnB.

  • IBGE: autorizado concurso com até 26,4 mil vagas para temporários. Até R$ 7.624

    Foi autorizado o concurso IBGE 2017, visando ao Censo Agropecuário, pesquisa que não é feita no país há mais de dez anos. Segundo a portaria de autorização do Ministério do Planejamento, publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, dia 17, foram autorizadas 26.440 vagas temporárias, sendo 19.013 para recenseador, cargo que exige apenas o nível fundamental com ganhos que podem chegar a R$3 mil (o valor varia de acordo com o número de pesquisas feitas no mês). Os selecionados serão contratados por um ano, com possibilidade de prorrogação até o limite de três.

    O concurso para temporários do IBGE contará com vagas também para os níveis médio (6.987 vagas), médio/técnico (174) e superior (266), com remunerações de até R$7.624. Quem possui o antigo 2º grau poderá concorrer a agente censitário supervisor (4.946 vagas e R$2 mil), agente censitário municipal (1.285 chances e R$2 mil), agente censitário administrativo (381 vagas e R$2.018) e agente regional (375 chances, com exigência de habilitação e R$3.458). No nível médio/técnico, as oportunidades estão na função de agente de informática, com ganhos de R$2 mil. Os graduados terão chance na função de analista censitário (superior e R$7.624).

    As áreas do analista ainda não foram informadas pelo IBGE. Entretanto, levando em consideração o concurso para o Censo Agropecuário de 2016, cancelado por falta de orçamento, serão mais de 20 especialidades contempladas. São elas: Análise de Sistemas (desenvolvimento de aplicações, desenvolvimento de aplicações mobile suporte à comunicação e à rede e suporte operacional) Análise Socioeconômica (qualquer área), Auditoria, Biblioteconomia, Ciências Contábeis e Jornalismo.

    Outras áreas são Design Instrucional (qualquer área), Engenharias Agronômica e Cartográfica, Gestão e Infraestrutura (qualquer área), Jornalismo, Logística, Métodos Quantitativos (qualquer área), Produção Gráfica, Programação Visual, Recursos Humanos (qualquer área), Relações Internacionais, Relações Públicas e Webdesign. Embora temporários, os funcionários terão direito a benefícios. São eles: 13º salário, férias remuneradas e auxílio-alimentação de R$ 458, já incluído nos ganhos mencionados.

    Edital pode sair este mês

    Procurado, o IBGE informou que o concurso não irá demorar para sair. Segundo a Assessoria de Imprensa do órgão, a escolha da organizadora será concretizada nos próximos dias, com o edital do concurso podendo sair ainda este mês. Isso porque, de acordo com o setor de Comunicação do IBGE, as inscrições precisam ser abertas na primeira semana de abril, já que as coletas serão iniciadas em setembro.

    As provas deverão acontecer em maio ou junho, respeitando o intervalo de 60 dias entre a divulgação do edital a aplicação dos exames. O IBGE também informou que o concurso contemplará todo o país. Segundo a Assessoria de Imprensa do órgão, já há um esboço da distribuição das vagas, ainda não divulgado, porque precisa ser confirmado.

    Sobre a organizadora, a escolha será por dispensa de licitação (procedimento mais ágil). Fontes ligadas ao órgão revelaram que já está tudo acertado para que a Fundação Cesgranrio receba as inscrições e aplique as provas do concurso do IBGE. No orçamento do governo federal estavam previstas 82.050 vagas. Segundo o IBGE, o número foi reduzido por conta de cortes no orçamento. No entanto, ainda assim, o quantitativo autorizado faz desse concurso uma das melhores oportunidades na esfera federal, principalmente para jovens que buscam o primeiro emprego e desempregados, que poderão voltar ao mercado de trabalho.

    Disciplinas já estão definidas

    O IBGE já informou que a estrutura do concurso será a mesma dos últimos. Os candidatos farão, portanto, apenas uma prova objetiva. Para recenseador, deverão ser 50 itens de Português (dez), Matemática (dez), Conhecimentos Gerais (dez) e Conhecimentos Técnicos (20). Para analista e agentes censitário regional ou administrativo, as provas serão sobre Português, Noções de Administração e Situações Gerenciais, Raciocínio Lógico e Conhecimentos Específicos.

    Já para agente censitário municipal, supervisor e de informática, as questões deverão ser sobre Português, Raciocínio Lógico, Noções de Administração, Conhecimentos Técnicos e Noções de Informática.