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  • Como Melhorar a Concentração nos Estudos: 5 Estratégias Comprovadas

    5 Estratégias Comprovadas para Melhorar sua Concentração nos Estudos

    Se você tem dificuldade para manter o foco nos estudos, saiba que não está sozinho. A falta de concentração é um desafio comum, mas pode ser superado com técnicas validadas pela ciência. A concentração prolongada é essencial para quem busca um aprendizado eficiente — especialmente para candidatos a concursos públicos.

    Neste artigo, você vai conhecer 5 estratégias práticas que vão te ajudar a estudar com mais produtividade e absorver o conteúdo de forma mais eficaz.


    1. Crie um Ambiente Favorável para Estudar

    Jovem usando laptop no escritório

    O ambiente de estudo tem impacto direto na sua capacidade de concentração. Espaços organizados, silenciosos e bem iluminados reduzem a sobrecarga mental e favorecem a retenção de informações.

    Evite estudar em locais com muita movimentação ou ruído, e mantenha seus materiais sempre por perto e bem organizados.


    2. Use a Técnica Pomodoro para Gerenciar o Tempo

    Feche a mão segurando o relógio

    A Técnica Pomodoro propõe dividir o tempo de estudo em blocos de 25 minutos de foco intenso, seguidos de 5 minutos de pausa. Isso ajuda a manter a atenção e evita o esgotamento mental.

    Você pode usar aplicativos como Forest ou Pomodone para aplicar a técnica no seu dia a dia e manter uma rotina de estudo mais eficiente.


    3. Reduza ao Máximo as Distrações Digitais

    Pessoa adulta trabalhando no computador doméstico à noite

    Celular vibrando, redes sociais, notificações… cada pequena distração pode comprometer vários minutos de foco. Para estudar com eficiência:

    • Ative o modo “Não Perturbe” no celular;

    • Use bloqueadores de aplicativos;

    • Estude longe do celular sempre que possível.

    Esses hábitos simples fazem uma grande diferença no seu rendimento.


    4. Pratique Atividades Físicas com Regularidade

    Esportista com fones de ouvido correndo e curtindo

    Mexer o corpo também é uma forma de cuidar da mente. Exercícios físicos — principalmente os aeróbicos, como caminhada, corrida ou bicicleta — aumentam o fluxo de sangue no cérebro, o que melhora a memória e a concentração.

    Adotar uma rotina de exercícios vai te deixar mais disposto e com a mente mais clara para aprender.


    5. Cuide do Sono e da Alimentação

    Alarme e copo de água perto de frutas

    Dormir bem é essencial para consolidar o que foi aprendido. Durante o sono profundo, o cérebro organiza e fixa as informações adquiridas ao longo do dia.

    Além disso, uma alimentação equilibrada, rica em ômega-3 (presente em peixes, nozes e sementes), contribui para um melhor desempenho cognitivo.


    Conclusão: Foco é Hábito — e Pode Ser Treinado

    Proprietário da empresa trabalhando em sua estratégia

    Manter o foco nos estudos pode ser difícil, mas não é impossível. Com um ambiente apropriado, técnicas de gestão de tempo, controle das distrações, cuidados com o corpo e com a mente, você consegue estudar melhor e com mais resultados.

    Se o seu objetivo é ser aprovado em um concurso público, o NUCE Concursos está aqui para te ajudar. Conte com nossos cursos online e presenciais, com metodologia voltada para resultados. Antecipe sua preparação com um curso pré-edital e saia na frente!


    Fontes:

  • Concurseiros itinerantes: de malas prontas para a carreira pública

    Malas. Aeroportos. Viagens. Hotéis. Esse roteiro pode ser conhecido por muitas pessoas, inclusive pelos que chamamos de concurseiros itinerantes. Intitulados assim, esse brasileiros fazem o que muitos gostariam: conhecem o país, muitas das vezes, de Norte a Sul. Seu diferencial é que não visitam os lugares a passeio ou diversão; desembarcam focados, concentrados na missão de fazer a prova de algum concurso imperdível. O objetivo, claro, é se tornar um servidor público.

    O motivo de tanto interesse na carreira pública pode ser explicado pela crise econômica além, é claro, dos salários e da estabilidade empregatícia. Essa intenção leva os concurseiros a migrarem para os lugares mais distantes. “Eu nunca imaginei na minha vida que iria fazer concurso no Acre. Lembro que até fiz piada sobre isso e meus amigos comentaram que, finalmente, conheceram alguém que foi pro Acre. Ele existe! Sou eu!”, brinca Daniel Freitas, de 36 anos, formado em Jornalismo e Direito, e morador de Salvador/BA.

    “Para onde abrir concurso, eu estou indo. Prefiro ir na sexta e voltar só na segunda. Gosto de visitar a capital do estado, reservar hotel, conhecer concurseiros, planejar passeios, tirar fotos em pontos turísticos, viver experiências num local desconhecido”, continua Daniel. Outra dica importante é planejar, com a máxima antecedência, o deslocamento que deverá ser feito até o local de aplicação da prova. Após fazer provas na própria Bahia e no já citado Acre, Daniel já passou por Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso e Rondônia. Pensa que acabou? Saiba que ele está disposto a rodar mais, bem mais. Agora, está à espera dos editais do TRT de Amazonas, Roraima e Mato Grosso do Sul.

    Mariana, que mora em João Pessoa/PB, cidade em que nasceu, está em uma situação semelhante à de Daniel. Ambos são concurseiros itinerantes que não pensam em desistir do grande sonho. Formada em Direito, estuda para concursos desde 2015 e não exerce sua profissão. Aliás, para ela, estudar é, no momento, profissão. “Resolvi deixar a advocacia de lado para focar nos concursos. É isso, eu simplesmente estudo para concursos. Digo que minha profissão nesse momento é de concurseira em tempo integral”. Focando na área trabalhista, ela já fez concursos em Belo Horizonte, Curitiba e Cuiabá. Também estuda para fazer as provas do TRT do Amazonas e Mato Grosso do Sul. “Não tenho medo de sair da minha zona de conforto. Eu só pego o avião! Faço concurso onde tiver, e não vou parar enquanto não assinar meu lindo termo de posse”, continua.

    Os concurseiros itinerantes enfrentam situações que podem ser muito difíceis para eles e para quem os cerca. Por conta das viagens e avaliações, a questão emocional não atinge apenas Mariana. “O psicológico nunca me atrapalhou antes de uma prova. Sou super tranquila. Minha irmã e minha mãe ficam ansiosas por mim, mas depois da prova fico muito aflita. Fico tão angustiada que nem me animo para conferir o gabarito. É uma ansiedade que dá medo”, conta a jovem. Daniel, por sua vez, também teve que aprender a lidar com seus desapontamentos e alegrias. “Antes da prova sinto entusiasmo, é um desafio a ser encarado. Mas o pior momento é conferir o gabarito no dia seguinte. Se não tiver gostado, a frustração toma conta de mim, mas sigo em frente. Com dedicação eu chego lá.”

    Tudo isso tem explicação. Segundo o psicólogo Lincoln Poubel, analista do comportamento, terapeuta cognitivo-comportamental, professor universitário e sócio-diretor do Instituto Cognitivo e Comportamental de Psicologia, estas sensações frequentes são naturais. “Os sentimentos, quando estes candidatos não são aprovados, são esses mesmos: frustração, decepção e desvalor. É aí que o fluxo de pensamentos autocríticos e depreciativos deve ser interrompido pelo raciocínio. Para ajudar, vale repetir frases motivacionais como ‘fracasso é um nome inventado para se referir a alguém que desistiu antes de tentar o suficiente’, ‘retroagir nunca, render-se jamais’, ‘falhar é aprender que o que foi feito até aqui não foi suficiente, a verdadeira derrota é deixar de tentar’.”

    O outro lado da moeda: quando o sonho é realizado

    Dedicação foi o que fez com que Gustavo e Ana Laura tomassem posse de seu cargo público. Com objetivo realizado, ambos têm outro obstáculo a ser vencido: a distância. Quando um concurseiro decide ser itinerante, um sentimento que certamente terá que ser experimentado, quando aprovado, é a saudade de quem o ajudou a chegar lá. A lealdade, o companheirismo, as conversas, os almoços no domingo à tarde. Tudo é motivo de saudade.

    Aos 28 anos, Gustavo Arantes sabe bem que todo sonho precisa de dedicação, comprometimento e, acima de tudo, força. “Como concurseiro, independentemente de todo o apoio que você pode receber da família, acredito que a maior dificuldade é lidar com os fracassos e todas as consequências que eles trazem. Quando era solteiro, iniciei as provas e estava ansioso para morar longe da família. Mas, atualmente, essa distância é um dos fatores que mais pesam. Às vezes, queremos tanto a independência financeira que não percebemos a importância de chegar em casa e ter alguém para nos confortar após um dia cansativo de trabalho.”

    Gustavo já passou pelo Paraná, São Paulo, Santa Catarina, Ceará, Maranhão, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e muitos outros lugares. “Eu coleciono fracassos, já perdi a conta de quantas provas fiz”, revela. O nordestino, nascido no Maranhão e criado em Uberlândia, Minas Gerais, conseguiu neste ano sua aprovação no TRE do Paraná, no cargo de analista judiciário. E continua a estudar para concursos. Hoje está tendo que se adaptar ao Sul do país e à distância da família e esposa. “Passada a euforia inicial da aprovação, começam as dificuldades da vida de concursado. Primeiro porque muitas vezes você é lotado em uma cidade bem distante da sua família e amigos; foi o que aconteceu comigo.”

    O percurso de Ana Laura Farias, de 27 anos, foi semelhante: jornalista que estudava desde 2014 para concursos e, após fazer provas em Pernambuco, Minas Gerais, Goiás, Amazonas e Rio Grande do Norte, conseguiu aprovação. Servidora há cinco meses no Instituto Federal do Ceará (IFCE) em seu cargo de formação, é nascida em Recife e mora em Cedro/CE. O mais difícil para ela não é só a distância de quem ama, mas a adaptação a novos hábitos e costumes de vida. “Estou me adaptando a outro estilo de cidade, pois agora moro em uma bem pequena, com cerca de 25 mil habitantes, enquanto Recife tem quase dois milhões”, revela. Sobre a distância da família e amigos, Ana Laura já havia feito intercâmbio, mas isso não a isenta de sentir falta. “Eu fui sabendo quando ia voltar, agora é muito diferente.”

    Com a distância de quem ama, é imprescindível que o concursado tenha tarefas que goste de executar, pois esse fato poderá implicar diretamente em sua desestabilização emocional. O psicólogo Lincoln Poubel, ao comentar sobre a saudade, indica que a mesma pode ser definida como ausência emocional de fontes específicas de afeto. “A carência ocorre quando a privação é generalizada. As sensações incluem aperto no peito, taquicardia, angústia, entre outras. Manter contato periódico com os vínculos, estabelecer novos relacionamentos íntimos, construir e se ocupar com uma rotina repleta de atividades produtivas e prazerosas são ações que podem amenizar essas sensações.”

    Para os que ainda são concurseiros itinerantes, o caminho é longo, mas muito proveitoso. No momento de escolher fazer concurso para um estado ou cidade distante do seu próprio, o candidato deve avaliar não apenas a remuneração. A função que vai exercer deve ser a que ele realmente goste, além de calcular a distância exata e a facilidade de se locomover. De fato, estar longe das pessoas que são as suas referências é uma barreira, mas quando se tem um sonho, todo esforço é legítimo e recompensado. Desistir não é uma opção. “Eu tenho uma grande torcida junto de mim e é isso que me dá forças para continuar!”, aponta Mariana.

    Ao pensar em suas motivações, Gustavo considera o que um professor dizia a ele. “Lembro que ele falou uma vez que ‘o maior obstáculo é sempre o próximo’. A partir do momento em que superamos aquele obstáculo começamos a achar que ele é pequeno e já estamos nos preocupando com o próximo. Por incrível que possa parecer, é assim que me sinto. Ainda não realizei o meu sonho, pois ainda sigo estudando para outros concursos. Talvez nunca realize, pois sempre irei querer sonhar ainda mais alto. Mas não me interpretem mal, sou feliz e grato pelo que já conquistei, apenas não desisti de sonhar”.

    Até sua aprovação, os concurseiros itinerantes continuam suas viagens. As malas se mantém à vista, as roupas preparadas, os documentos separados. Tudo organizado para seguir em busca dos sonhos. Para quem realmente quer passar, não há distância que não possa ser vencida.

    Por Priscila Gomes

  • PEC 241 não impede realização de concursos públicos

    Foi aprovada, em primeira sessão na Câmara dos Deputados, na última segunda-feira (10), a PEC 241, que impõe um limite nos gastos públicos do Governo Federal por até 20 anos. Principal manobra do presidente Michel Temer (PMDB) para estancar as dívidas e retomar o crescimento do país, a Proposta de Emenda Constitucional tem gerado muita polêmica, sobretudo para quem vê na medida um freio no investimento em saúde e educação ou na realização de concursos públicos.

    Muitos dos questionamentos levantados pela população (e pela oposição) podem – e devem – ser considerados. E, de alguma forma, respondidos pelos autores da proposta. Alguns deles, entretanto, surgem de incompreensões com relação à literalidade dos dispositivos do projeto e acabam se esclarecendo, naturalmente, a partir de uma análise mais aprofundada.

    É o que acontece, por exemplo, com a especulação sobre a suspensão de concursos públicos. Em uma leitura rápida do parágrafo da PEC 241 que menciona um eventual veto na realização de concursos pode parecer que, de fato, um dos objetivos da proposta é este. No entanto, há um detalhe crucial, que torna essa proibição muito menos agressiva.

    Vamos ver se você o encontra:

    Art. 103. No caso de descumprimento do limite de que trata o caput do art. 102 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, aplicam-se, no exercício seguinte, ao Poder ou ao órgão que descumpriu o limite, vedações:

    I – à concessão, a qualquer título, de vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração de servidores públicos, inclusive do previsto no inciso X do caput do art. 37 da Constituição, exceto os derivados de sentença judicial ou de determinação legal decorrente de atos anteriores à entrada em vigor da Emenda Constitucional que instituiu o Novo Regime Fiscal;

    II – à criação de cargo, emprego ou função que implique aumento de despesa;

    III – à alteração de estrutura de carreira que implique aumento de despesa;

    IV – à admissão ou à contratação de pessoal, a qualquer título, ressalvadas as reposições de cargos de chefia e de direção que não acarretem aumento de despesa e aquelas decorrentes de vacâncias de cargos efetivos; e

    V – à realização de concurso público.

    Pois é. Está na cara – e logo na primeira linha.

    O dispositivo começa dizendo: “no caso de descumprimento do limite de que trata o caput do art. 102”. Ou seja, o veto à realização de concursos nada mais é que um “castigo” aos órgãos do Governo Federal – e apenas do Governo Federal! – que descumprirem os limites de gastos pré-definidos pela PEC 241. O objetivo da punição é contornar o excesso de gastos dentro dos próprios órgãos, não permitindo que esse desequilíbrio orçamentário afete outras repartições do funcionalismo público.

    Isso também não quer dizer que o número de concursos e contratações vai aumentar, mas indica que todo órgão que respeitar o teto de gastos estabelecido pelo Ministério da Fazenda estará em pleno direito de realizar concursos, mesmo porque não há condições de ficarem 20 anos sem suprir eventuais defasagens com aposentadorias, exonerações e demissões voluntárias.

    Por este prisma, parece uma interessante manobra de regime fiscal, com boas chances de reduzir as dívidas públicas e retomar a confiança dos investidores. No entanto, a PEC 241 conta com uma porção de outras controvérsias, como, por exemplo, a que reclama da ausência dos gastos com a Previdência nessa contenção orçamentária, sendo que este é um segmento que, sozinho, representa cerca de 40% dos gastos públicos. O Ministério da Fazenda, por sua vez, explica que a Previdência será tratada como um caso à parte, mais adiante.

    Fora isso, há, ainda, os temores com a limitação de investimentos nas áreas da saúde e, principalmente, da educação, considerada um dos principais motores para reduzir a desigualdade social no país.

    Vale lembrar, porém, que, para que entre em vigor, a PEC 241 ainda precisa ser aprovada em uma segunda votação na Câmara dos Deputados e mais duas no Senado Federal. Até lá, há tempo de sobra para que todos analisemos a proposta – em seu inteiro teor – com olhos clínicos e possamos debater dentro de sua realidade, muitas vezes fatalmente camuflada pela literalidade de seus próprios dispositivos.

    Por ora, a questão dos concursos está esclarecida.

  • Como vencer o sono e o cansaço durante os estudos

    Você sente ou já sentiu aquele sono avassalador durante os estudos? Descubra algumas dicas sobre como amenizar esse problema.
    Sentir sono durante os estudos é muito comum entre os concurseiros, é uma das queixas mais comuns e um problema que afeta profundamente a concentração e rendimento nos estudos.

    Primeiramente você deve entender que dormir o suficiente é importantíssimo tanto para o seu desempenho nos estudos como para tudo na sua vida, o sono serve como um repouso para recuperarmos nossas forças físicas e mentais. Então nem pensar em deixar de dormir para ficar estudando, você não vai render nada.

    Bom, então a primeira dica é bem básica: tente se planejar para dormir no mínimo 7 ou 8 horas por noite, menos que isso pode acarretar problemas a sua saúde.

    Qualidade do Sono – Procure melhorar a qualidade do seu sono: tente eliminar qualquer ruído e deixe o ambiente mais escuro que puder e procure dormir sempre no mesmo horário. Dessa forma você atinge o estágio mais profundo do sono e consegue realmente descansar o corpo e a mente e diminuirá as chances de sentir sono no dia seguinte.

    Horário – Tente estabelecer uma rotina de estudar sempre no mesmo horário, para o seu corpo se acostumar e entender que esse momento é de concentração, mas evite o horário logo após as refeições, pois é justamente quando a sonolência aumenta.

    Ilumine o ambiente – A claridade estimula o núcleo supraquiasmático do organismo e faz com que você fique mais alerta, se tiver acesso a luz do sol o efeito é ainda melhor.

    Local – Evite estudar na cama, sofá ou lugares muito confortáveis (é melhor eu sei rs, mas é justamente por isso mesmo), lugares muito confortáveis é um verdadeiro convite para o cochilo, o ideal é estudar na mesa sentado em uma cadeira.

    Simulados – Intercalar alguns simulados com a teoria também ajuda a despertar também, melhor do que ficar lendo apenas teoria por muitas horas.

    Pausas – O corpo humano não foi feito para realizar uma mesma atividade por diversas horas, por isso precisamos realizar pausas de 10 a 15 minutos a cada período de 1 a ou no máximo 2 horas de estudo.

    OK, essas dicas preventivas são muito boas, mas e quando estamos no meio dos estudos e o sono está crítico, o que fazer? Veja algumas dicas para esses momentos:

    Cafeína – Um cafezinho ajuda bastante pois é um estimulante, a cafeína bloqueia um componente químico no cérebro associado ao sono e é ótimo para se manter acordado, só não exagere porque em excesso não faz bem a sua saúde.

    Chiclete – Isso mesmo, mascar chiclete estimula o nervo trigêmio, esse nervo tem relação com áreas do cérebro que são responsáveis por te manter acordado, pois ele entende que se você está mastigando você está fazendo uma refeição e deve se manter alerta até terminar de se alimentar.

    Polichinelo – Parece coisa de maluco, mas experimente isso quando estiver com sono, desanimado ou com preguiça, faça uns 5 minutos ou mais de polichinelo e veja como você ficará mais alerta. Isso funciona porque ao se exercitar com alta intensidade você acelera seus batimentos cardíacos e gera uma descarga de adrenalina no seu corpo.

    Água gelada – Eu sei que é meio cruel, mas se o objetivo vale a pena… o frio faz contrair os vasos sanguíneos forçando o coração a bombear mais sangue, isso aumenta a frequência cardíaca e te deixa mais esperto. Se o sono estiver tranquilo, jogar um pouco de água fria no rosto, na nuca e nos punhos já ajuda, mas se tiver com aquele sono muito forte aí tem que colocar os pés em um balde de água gelada ou tomar um banho frio mesmo.

    Ar Condicionado – O ar condicionado faz o mesmo da água gelada mencionado acima, então se tiver em um ambiente que possua ar condicionado e a sonolência está grande vale a pena diminuir um pouco a temperatura para ajudar a despertar.

     

  • Governo de Pernambuco garante concursos públicos para as polícias Civil e Militar

    De olho na estabilidade da carreira e nos salários atrativos, principais argumentos para ingressar no funcionalismo público, milhares de concurseiros pernambucanos estão aguardando com ansiedade o anúncio oficial de dois certames: das polícias Civil e Militar. A questão é que, até o momento, embora 2016 tenha apenas começado, nenhum sinal oficial do lançamento dos editais foi dado pelo governo do estado.

    Hoje, no entanto, o executivo estadual, através da Secretaria de Administração (SAD), garantiu que os dois concursos públicos serão realizados ainda este ano, mas não informou sobre a previsão de lançamento dos editais. As seleções podem até sair do papel e serem realizadas, mas os futuros e possíveis aprovados terão, antes mesmo das inscrições serem abertas, de torcer para que a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) do estado permita as nomeações.

    De acordo com a SAD, o governo do estado pretende realizar dois concursos na área de defesa social, sendo 100 vagas para delegados, 500 para agentes, 50 para escrivães e 316 cargos destinados à Polícia Científica, todos vinculados à Polícia Civil, e 1,5 mil oportunidades para soldados da Polícia Militar do Estado de Pernambuco (PMPE). Atualmente, está publicado um edital na área de educação, com a oferta de 3 mil vagas para professores.

    A questão desses três concursos públicos causou uma pequena divergência entre as secretarias da Fazenda (Sefaz-PE) e de Administração de Pernambuco, em agosto do ano passado. Na época, o titular da Fazenda, Márcio Stefanni, declarou, após participar de uma reunião do secretariado com o governador Paulo Câmara, que o estado não teria condições de realizar novas seleções em virtude da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

    Depois, o governo recuou e, através da SAD, confirmou a realização dos certames. No dia 25 de agosto do ano passado, a SAD divulgou uma nota com o seguinte conteúdo: “Nenhum concurso irá vencer neste ano. Ainda em 2015 haverá concurso para as áreas de Educação e Segurança (SDS). Mas as nomeações só serão realizadas no próximo ano”. Agora, após a virada do ano, nenhuma informação oficial sobre o calendário dos possíveis concursos foi divulgada.

    Vale lembrar que em maio de 2015, em comemoração aos oito anos do Programa Pacto Pela Vida, o governador Paulo Câmara declarou que faria um concurso com 2.366 vagas para as polícias Civil e Militar. No mesmo mês, Câmara autorizou a abertura de um concurso com 3 mil vagas para professores da rede estadual, certame já em andamento e organizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

    Procurada pelo reportagem do Diario, a Secretaria de Administração do estado (SAD) enviou uma nova nota oficial sobre a questão dos concursos. No comunicado, a secretaria afirma que “manterá seu compromisso com o Estado e realizará, este ano de 2016, concursos para as áreas de educação e segurança, com nomeações a serem realizadas tão logo o Estado possa admitir pessoal, respeitadas as normas em vigor, a exemplo da Lei de Responsabilidade Fiscal”. Agora, resta aos concurseiros continuarem os estudos e torcerem pela publicação dos editais, ainda sem data certa.

  • IBGE: edital para 600 vagas sairá antes do prazo legal

    O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) já está na fase da escolha da organizadora do concurso para 600 vagas, e acredita que publicará o edital em dezembro, informou a Assessoria de Imprensa da fundação. Com isso, a instituição se antecipa ao prazo oficial, estipulado em portaria do Ministério do Planejamento: 27 de janeiro. Mesmo assim, a previsão vai de encontro ao desejo de aplicação das provas objetivas no último trimestre deste ano, informado pelo diretor-executivo, Fernando Abrantes, a entidades sindicais.  #vaiterconcurso

    A seleção será destinada a cargos dos níveis médio e superior, e o regime de contratação será o estatutário, que garante a estabilidade empregatícia. Ainda segundo o setor de Comunicação, a fundação segue com o estudo da distribuição das 600 vagas pelo país. A maior parte das chances de 3º grau, também de acordo com a assessoria, será para o Rio, onde está a sede do IBGE. Já as vagas de técnico, serão destinadas a localidades não contemplados em 2013, ano do último concurso. Isso torna a capital carioca favorita, pois na ocasião o estado fluminense contou com chances somente em Duque de Caxias, Itaperuna, Volta Redonda e Santo Antônio de Pádua.

    Serão oferecidas 460 vagas de técnico em informações geográficas e estatísticas, de nível médio e com remuneração de R$ 3.471,85, podendo chegar a R$ 5.011,01, com titulação; 90 de analista de planejamento, gestão infraestrutura em informações geográficas e estatísticas, de nível superior; e 50 de tecnologista, também para graduados. Os rendimentos para ambos são de R$ 7.373,49, podendo chegar a R$ 9.107,88, também com a titulação.

    O instituto precisa definir ainda as áreas de analistas e tecnologistas que serão oferecidas. Questionado, o IBGE disse que isso ainda está em estudo. Em 2013, os candidatos a técnico foram avaliados por meio de 60 questões objetivas, versando sobre Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico, Geografia, Conhecimentos Específicos, Conhecimentos Gerais e Noções de Informática. Os interessados nas vagas de analistas responderam 60 ou 70 questões, dependendo da área. O exame versou sobre Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Raciocínio Lógico Quantitativo e Conhecimento Específico, também de acordo com o cargo.

  • Correios: está chegando a hora da publicação do edital

    A espera foi longa, mas está quase no fim. E para os que aguardam há meses o concurso da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, a ansiedade pela divulgação do edital é igual àquela em torno da chegada da encomenda tão desejada. E a expectativa é que a entrega, nesse caso, seja feita dentro do prazo previsto: até o fim deste mês de agosto. A empresa já confirmou que serão oferecidas cerca de 2 mil vagas de agente de Correios, de nível médio, nas funções de carteiro e operador de triagem e transbordo.

    A maior parte das chances será para trabalhar na entrega de correspondências, onde os ganhos iniciais são de pelo menos R$ 2.592,46. Para operador, a remuneração é de, no mínimo, R$ 2.255,96 no ingresso. Os ganhos podem ser superiores em função de variação no vale-alimentação/refeição e de outros adicionais, também variáveis. Com o acréscimo de outros benefícios, os valores podem girar em torno de R$ 3 mil. Conforme informações obtidas junto a fontes ligadas à empresa, no Estado do Rio de Janeiro, as oportunidades serão apenas para carteiro. Além do Rio, haverá vagas para os estados do Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, além do Distrito Federal.

    Momento de acelerar a preparação, diz especialista

    Em entrevista exclusiva à FOLHA DIRIGIDA, o presidente dos Correios, Wagner Pinheiro, afirmou que serão feitas contratações extras ao longo da validade da seleção, o que torna o concurso ainda mais atraente. “Mais gente será chamada”, disse ele, dando como exemplo o último concurso, de 2011, no qual a oferta inicial foi de 7 mil vagas, mas o número de contratações foi de 20 mil aprovados (as convocações ultrapassaram a casa dos 40 mil). Com o edital prestes a ser divulgado, o especialista em concursos Paulo Estrella, diretor pedagógico do curso preparatório Academia do Concurso, afirmou que o momento é de priorizar os conteúdos de Língua Portuguesa e Matemática, que serão os mesmos da seleção passada. “É hora de acelerar a preparação, principalmente nessas duas disciplinas. Correr para ganhar a maior quantidade de conteúdo possível e fazer o máximo de questões da última banca”, orientou.

    Além das duas disciplinas citadas, as provas serão sobre Conhecimentos Gerais. A matéria entrará no lugar de Informática, que foi cobrada até a última seleção. Para Estrella, a mudança favoreceu aos candidatos. “É um conteúdo mais fácil. Informática, se a banca quiser, ela pode complicar as questões. Os candidatos. saíram na vantagem com essa mudança”, avaliou. Segundo ainda o especialista, o ideal é que os interessados utilizem os tradicionais dois meses entre o edital e as provas para se dedicar ao conteúdo da nova disciplina. A exceção é se a previsão inicial de divulgação do documento falhar. “Dessa forma, eles ganham tempo. E se o edital trouxer alguma mudança em relação ao conteúdo previsto, é só tirar a diferença.”

    Assim como em 2011, quando a seleção atraiu mais de 1 milhão de inscritos, o novo concurso também deve mobilizar uma multidão. Estrella ressaltou, porém, que aqueles que vêm estudando não devem se preocupar com a concorrência supostamente elevada. “A maioria dos inscritos não estuda. Então, apesar desse número ser muito alto, ele não condiz com a realidade de quem está concorrendo. Quem está brigando pelas vagas é uma quantidade muito pequena”, explicou. “O candidato não tem que se assustar. O que ele tem que fazer é garantir a melhor preparação possível, para passar na frente de quem está estudando, porque de quem não está estudando, ele já está na frente”, finalizou.

  • IBGE: concurso substituirá aposentados e temporários

    Visando à reposição de servidores que se aposentaram e à substituição de temporários, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) prepara, com urgência, o concurso para 600 vagas. Isso porque, conforme o diretor-executivo, Fernando Abrantes, disse à Associação e Sindicato Nacional dos Servidores do IBGE (ASSIBGESN), a intenção é aplicar as provas no último trimestre deste ano, o que reforça a ideia de que a definição da organizadora e a publicação do edital não irão demorar. Hoje, segundo a ASSIBGE-SN, há 5.800 temporários no instituto, que tem 40% de seu efetivo podendo aposentar-se. Por isso, o IBGE já estuda a distribuição das vagas pelo país e as especialidades que serão oferecidas para os cargos de nível superior.

    Segundo o órgão, as vagas de técnico serão distribuídas por todo o Brasil, e as de nível superior deverão ser concentradas no Rio de Janeiro, onde está a sede. O instituto trabalha ainda com a intenção de oferecer oportunidade sem localidades não contempladas no último concurso, em 2013, o que reforça a ideia de haver chances para técnico na capital fluminense, já que na ocasião houve oportunidades somente para Duque de Caxias, Itaperuna, Volta Redonda e Santo Antônio de Pádua. No momento, o IBGE trabalha na definição da organizadora da seleção. A expectativa é de que a definição possa acontecer em curto espaço de tempo.

    Das 600 vagas, 460 são para técnico em informações geográficas e estatísticas, de nível médio, 90 para analistas de planejamento, gestão e infraestrutura em informações geográficas e estatísticas e 50 para tecnologistas (ambos de nível superior). O cargo de técnico tem remuneração de R$ 3.471,85, podendo aumentar para até R$ 5.011,01 com gratificações. As funções de analista e tecnologista têm rendimento inicial de R$ 7.373,49, que pode chegar a até R$ 9.107,88 com especializações. O IBGE contrata pelo regime estatutário, com estabilidade.

    O último concurso do IBGE ocorreu em 2013, quando os candidatos a técnico foram avaliados por meio de 60 questões objetivas, versando sobre Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico, Geografia, Conhecimentos Específicos, Conhecimentos Gerais e Noções de Informática. Os interessados nas vagas de analistas responderam 60 ou 70 questões, dependendo da área. O exame versou sobre Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Raciocínio Lógico Quantitativo e Conhecimento Específico, também de acordo com o cargo.

  • UFRN: Saiu o concurso para Técnico Administrativo

    A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), publicou através do Diário Oficial da União de 10 de agosto, o edital de n. 05/2015 com abertura das inscrições para concurso com 44 vagas de níveis fundamental, médio/técnico e superior em cargos técnicos administrativos em educação da UFRN, para lotação nos campi de Natal, Santa Cruz e Macaíba.

    Para candidatos de nível superior há vagas de Engenheiro Eletricista (1), Engenheiro Mecânico (1), Engenheiro de Produção (1), Médico (3), Médico da Família e Comunidade (1), Médico Psiquiatra (1), Farmacêutico Bioquímico (1), Jornalista (2) e Tecnólogo em Ciência e Tecnologia (1).

    Os interessados com formação de nível médio poderão tentar cargos de Assistente Administrativo (18), Revisor de Texto de Braille (1), Técnico de Laboratório(1), Operador de Luz (1), Programador de Rádio e Televisão (1) e Auxiliar de Enfermagem (9).

    Para candidatos de nível fundamental há uma vaga na carreira de Assistente de Laboratório.

    Os salários iniciais variam entre R$  1.739,04 e R$ 3.666,54, mais vale alimentação de R$ 373,00.

    Inscrições

    A inscrição para os cargos do concurso deve ser feita via internet, pelo site da Comperve (www.comperve.ufrn.br) a partir das 8h do dia 24 de agosto de 2015 até às 23h59min do dia 14 de setembro de 2015. A taxa de inscrição vai de R$ 40,00 a R$ 80,00.

    As provas objetivas serão aplicadas no dia 11 de outubro de 2015, no município de Natal/RN. O local de realização das provas será divulgado no sítio www.comperve.ufrn.br, na data provável de 06 de outubro.

    O prazo de validade do concurso será de um ano, prorrogável por igual período, conforme conveniência da UFRN.

    Clique aqui e confira o edital.