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  • PF – Pedido de concurso já é avaliado no Ministério do Planejamento

    PFAgora falta pouco. Já está em análise no Ministério do Planejamento desde o último dia 26 o processo por meio do qual a Polícia Federal (PF) busca a confirmação da existência de verba para o preenchimento das 558 vagas, sendo 491 de delegado e 67 de perito (ambos de nível superior), a serem oferecidas no novo concurso programado pelo departamento. A intenção do órgão é abrir a seleção o mais rápido possível, o que poderá acontecer ainda este ano, dependendo da agilidade do Planejamento em analisar a requisição. Logo nos primeiros dias de tramitação, o processo passou por diferentes dos estágios iniciais de avaliação e encontra-se desde o último dia 28 na Coordenação-Geral do Setor de Articulação Governamental, que faz parte da Secretaria de Gestão Pública do Planejamento, responsável por gerir os concursos no âmbito do Executivo federal.

    A expectativa é que a análise do processo seja rápido, visto que desde o fim de outubro do ano passado, com a edição do Decreto 8.326, a PF não precisa mais de autorização do Planejamento para abrir concursos da área policial e sim apenas da confirmação de disponibilidade orçamentária para a nomeação dos aprovados. Agora, para convocar novos concursos, departamento precisa somente que 5% dos cargos do respectivo cargo estejam ociosos ou que haja determinação do ministro da Justiça, conforme a necessidade.

    O Decreto 8.326 também instituiu a necessidade de experiência mínima de três anos em atividade jurídica ou policial para o ingresso no cargo de delegado. Além do novo requisito, é necessário possuir o bacharelado em Direito e a carteira de habilitação, na categoria B ou superior. Para perito, a formação superior exigida varia conforme a área de atuação. Há 18 áreas ao todo, mas ainda não definido quais delas terão vagas em oferta no concurso. Também é preciso possuir a carteira de habilitação. A remuneração inicial oferecida para ambos os cargos é de R$17.203,85, valor que já inclui o auxílio-alimentação, de R$373. Além disso, as contratações são feitas pelo regime estatutário, que tem entre os atrativos a estabilidade. Pela política de admissão da PF, os concursados deverão ter lotação inicial, preferencialmente, em regiões de fronteira.

    A última seleção para ambos os cargos aconteceu em 2012 e foi organizada pelo Cespe/UnB, atraindo 46.633 inscritos para 150 vagas de delegado (310,89) e 35.800 para 100 vagas de perito (358 por vaga). Para delegado, as provas foram sobre os direitos Constitucional, Administrativo, Penal, Processual Penal, Civil, Processual Civil, Previdenciário, Financeiro e Tributário, Internacional Público, Empresarial, além de Criminologia. Além das provas escritas (objetiva e discursiva), o concurso prevê ainda avaliações física (testes de barra fixa, de impulsão horizontal, de corrida de 12 minutos e de natação), médica, psicológica e de títulos, prova oral (apenas delegado) e curso de formação profissional.

    Agente – A PF conta ainda com seleção em andamento para 600 vagas no cargo de agente (superior; R$7.887,33). O concurso encontra-se na parte final da primeira etapa, restando na sequência apenas o curso de formação profissional (etapa final). Porém, o Ministério Público Federal (MPF) tenta no Supremo Tribunal Federal (STF) anular a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região que permitiu, no fim do ano passado, a continuidade do concurso sem a necessidade de adaptação dos testes físicos às necessidades dos candidatos deficientes. A seleção conta com reserva de 30 vagas para candidatos com deficiência, além de 120 para negros. Em todo o país, 98.101 pessoas se inscreveram no concurso.

  • Concurso para contratação de 3.000 novos professores em PE

    Três mil novos professores serão contratados pelo Governo de Pernambuco ainda este ano. O Governador Paulo Câmara autorizou, na última quarta-feira (27), a realização do concurso público para a integração no quadro de docentes da rede estadual.

    A Secretaria de Educação informou que serão prioridades os professores das áreas de química, física, biologia, educação especial e educação profissional. O certame é a primeira fase do processo seletivo para a contratação. A realização do concurso será a cargo das secretarias de Administração e Educação. O lançamento do edital está previsto para os próximos meses.

  • INSS: autorização pode sair nos próximos dias

    O anúncio dos cortes no Orçamento de 2015 divulgado na última sexta-feira, dia 22, pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, era o único entrave para que o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) autorizasse o concurso com 4.730 vagas de níveis médio e superior do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    Agora, com a Programação Orçamentária e Financeira deste ano em mãos, a Pasta pode liberar o concurso do INSS a qualquer momento. O órgão espera a decisão do MPOG desde 2014.

    A Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2015 já havia sido sancionada pela presidente Dilma Rousseff e publicada no Diário Oficial da União no dia 22 de abril, porém o contingenciamento orçamentário precisava ser divulgado para que fosse determinado quanto cada órgão do Governo Federal poderá gastar durante o ano e, principalmente, quantas vagas poderão ser abertas na administração pública ao longo de 2015.

    Prorrogada validade de concurso para analista

    Além do novo concurso a ser aberto pelo INSS, o órgão publicou no Diário Oficial da União (DOU) do último dia 7 de maio uma portaria informando que o MPOG concedeu aval para que a validade do último certame, realizado em 2013, fosse prorrogada, apenas para a função de analista, pelo período de um ano, a contar do dia 14 de maio de 2015.

    Isso significa que a partir de agora o INSS pode nomear remanescentes do concurso de analista. Mas isso não compromete a realização de um novo processo seletivo para o órgão. No caso de analista, a oferta de vagas para a próxima seleção dependerá da quantidade de convocações destes remanescentes dentro do novo prazo e das necessidades que forem surgindo até o concurso.

    Sobre a solicitação

    Dos postos que o concurso do INSS deve abrir em 2015, 2.000 são para o cargo de técnico do seguro social, 1.580 para analista do seguro social e 1.150 para perito médico previdenciário.

    A função de técnico necessita de certificado de nível médio e neste ano a remuneração para o cargo está em R$ 5.016,87, incluindo R$ 373 de auxílio-alimentação.

    A carreira de perito médico previdenciário tem como requisito o diploma de curso de graduação em medicina e registro regular no conselho regional de medicina. O vencimento anterior, de R$ 10.056,80, passou para R$ 11.225, já contando os benefícios.

    Já o cargo de analista do seguro social necessita de formação superior (em qualquer área de atuação) e registro no respectivo conselho de classe. Os salários iniciais aumentaram de R$ 6.509,19 para R$ 7.520,12, já com o vale-alimentação.

  • IBGE – Instituto terá posição do Planejamento até o próximo dia 28

    IBGEQuem espera o concurso do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) deve aguardar até o dia 28 de junho para ter mais informações sobre a seleção, pendente de autorização no Ministério do Planejamento. É que essa foi a data fixada pela pasta, em reunião com a Associação e Sindicato Nacional dos Servidores da instituição (ASSIBGE-SN), para dar respostas sobre a seleção. O IBGE solicita 1.564 vagas, mas, conforme o diretor-executivo, Fernando Abrantes, disse à ASSIBGE-SN, deverão ser liberadas 660. O Planejamento pediu quase um mês para dar respostas, pois terá que avaliar o contingenciamento orçamentário, a ser divulgado pela presidente Dilma Rousseff até esta sexta-feira, dia 22. Somente como corte orçamentário é que a pasta saberá se o aval será dado este ano. Quem passou a data para resposta foi o secretário de Relações de Trabalho do Planejamento, Sérgio Mendonça.

    O Planejamento, porém, já sabe das necessidades de pessoal do IBGE. Segundo a associação, dos 5.497 servidores, 2.071 estão em abono de permanência, o que representa 37% do efetivo. Caso todos aqueles que encontram-se em abono de permanência fizessem o pedido, a fundação ficaria em situação precária de pessoal. Das 660 vagas que o diretor-executivo, Fernando Abrantes, disse que deverão ser autorizadas, 400 serão de técnico em informações geográficas e estatísticas, de nível médio, e 260 de analistas e tecnologistas, ambos de nível superior. Para o cargo de 2º grau, a remuneração é de R$3.323,91, e no caso das funções de 3º grau, de R$7.039,83, podendo aumentar para R$7.414,04, R$7.788,25 ou R$8.691,63, dependendo, respectivamente, de títulos de aperfeiçoamento, mestrado ou doutorado. Todos os valores incluem o auxílio-alimentação de R$373. O último concurso do IBGE ocorreu em 2013, sob organização da Fundação Cesgranrio. Na ocasião, houve 420 vagas em cargos dos níveis médio e superior. O regime de contratação é o estatutário, que garante a estabilidade empregatícia.

    Técnico do IBGE: Conteúdo

    LÍNGUA PORTUGUESA: Compreensão e interpretação de texto; A organização textual dos vários modos de organização discursiva; Coerência e coesão; Ortografia; Classe, estrutura, formação e significação de vocábulos; Derivação e composição; A oração e seus termos; A estruturação do período; As classes de palavras: aspectos morfológicos, sintáticos e estilísticos; Linguagem figurada; Pontuação.

    RACIOCÍNIO LÓGICO: Avaliação da habilidade do candidato em entender a estrutura lógica de relações entre pessoas, lugares, coisas ou eventos, deduzir novas informações e avaliar as condições usadas para estabelecer a estrutura daquelas relações. As questões das provas poderão tratar das seguintes áreas: estruturas lógicas; lógica de argumentação; diagramas lógicos; aritmética, álgebra e geometria básica.

    GEOGRAFIA: Noções básicas de cartografia: Orientação: pontos cardeais; Localização: coordenadas geográficas (latitude e longitude); Representação: leitura, escala, legendas e convenções. Natureza e meio ambiente no Brasil: Grandes domínios climáticos; Ecossistemas. As atividades econômicas e a organização do espaço: Espaço agrário: modernização e conflitos; Espaço urbano: atividades econômicas, emprego e pobreza; A rede urbana e as Regiões Metropolitanas. Formação Territorial e Divisão Político-Administrativa: Divisão Político-Administrativa; Organização federativa.

    CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS: Conhecimentos específicos sobre o IBGE: informações sobre a Instituição, conceitos básicos para o desenvolvimento do trabalho na Agência e da atividade do Técnico de Coleta (apostila disponibilizada no site da FUNDAÇÃO CESGRANRIO para download).

    CONHECIMENTOS GERAIS: Elementos de política brasileira. Cultura e sociedade brasileira: música, literatura, artes, arquitetura, rádio, cinema, teatro, jornais, revistas e televisão. História do Brasil. Descobertas e inovações científicas na atualidade e seus impactos na sociedade contemporânea. Meio ambiente e sociedade: problemas, políticas públicas, organizações não governamentais, aspectos locais e aspectos globais. Panorama da economia nacional. O cotidiano brasileiro.

    NOÇÕES DE INFORMÁTICA: Correio Eletrônico (mensagens, anexação de arquivos, cópias). Periféricos. Componentes. Estruturação de diretórios, subdiretórios e arquivos. Windows 7. Browser.

  • PRF – Corporação dá importante passo rumo à abertura de novo concurso

    PRFUm importante passo foi dado neste mês rumo à realização de um novo concurso para policial rodoviário federal. No último dia 14, voltou a tramitar no Ministério do Planejamento o pedido de autorização para nomeação dos aprovados além do número de vagas na última seleção para o cargo. Após a nomeação de todos os excedentes (766 ao todo), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) já poderá abrir o novo concurso, cuja solicitação, para 1.500 vagas, será reenviada ao Planejamento até o fim deste mês, de acordo com o departamento. Com o reenvio, haverá chance da permissão ser concedida ainda este ano.

    O pedido de novo concurso foi encaminhado pela PRF inicialmente em maio do ano passado. De acordo com a solicitação, a realização do concurso é urgente e a única saída para o órgão superar a crise de efetivo pela qual passa. Entre os argumentos apresentados está a existência de mais de cerca de 3 mil vagas ociosas no quadro policial e a possibilidade de até 3.600 aposentadorias aproximadamente até o fim deste ano.

    Também consta no pedido que das 151 delegacias de polícia rodoviária federal, 32 (21,19%) possuem, em média, menos policiais em escala do que o mínimo exigido para a segurança deles próprios. Além disso, mais da metade, 87, funcionam com o efetivo mínimo. Apesar dos dados alarmantes, o pedido foi negado por não ter sido incluído no Projeto de Lei Orçamentária de 2015. Segundo a PRF, o objetivo agora é propor uma programação para o preenchimento das vagas existentes. O cargo de policial rodoviário federal é aberto a quem possui o ensino superior completo em qualquer área, além da carteira de habilitação, na categoria B em diante, e proporciona remuneração inicial de R$7.092,91.

    Prorrogação – A validade do último concurso para policial rodoviário federal, aberto em 2013, foi prorrogada no último dia 11, até 23 de junho do ano que vem. No entanto, obtendo a autorização para nomear todos os aprovados que ainda não foram chamados, a PRF poderá abrir o novo concurso antes mesmo do fim da nova vigência. A seleção de 2013 teve oferta inicial de mil vagas e atraiu 109.769 inscritos em todo o país (cerca de 110 candidatos por vaga).

  • Edital do INSS sai ainda em 2015

    inssEncarado por muitos concurseiros como o certame mais esperado do ano, o concurso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), deve ocorrer no segundo semestre de 2015. O pedido de solicitação para esta seleção tramita desde o ano passado no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). O último concurso do INSS foi realizado em 2011. Para o cargo de técnico, que requer nível médio, a remuneração é de R$ 5.016,87.
    No mês de abril, o deputado federal do PSOL-RJ, Chico Alencar, solicitou um requerimento de informação acerca da realização do concurso.
    No documento, o deputado questionou quando o certame será realizado, para quais cargos, quantas vagas serão abertas e se o MPOG tem ciência do número de servidores do INSS que estão se aposentando e o que está sendo feito em relação a isso.
    De acordo com a justificativa, são 4.730 vagas a serem preenchidas: duas mil para técnico do seguro social (nível médio), 1.150 de perito médico (superior em Medicina) e 1.580 de analista do seguro social (nível superior em várias áreas). O documento do deputado afirma que o déficit de recursos humanos do INSS foi apontado por uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que indicou que o Instituto poderá entrar em colapso devido ao grande número de aposentadorias previstas.
    Segundo o presidente da Associação Nacional dos Servidores da Previdência e da Seguridade Social (Anasps), Alexandre Barreto, a realização de um novo concurso é de extrema urgência. “A abertura do concurso é urgente e inevitável, pois o INSS conta com mais de 10 mil servidores com idade para se aposentar, que só não se desligaram ainda porque recebem abono de permanência”, afirmou.
    Através de uma nota, a pasta informou que será feito um contingenciamento do orçamento aprovado pelo governo federal. Após concretizada essa avaliação, o concurso deverá ser autorizado.

  • Cinco ministérios aguardam aval para abrir 4.912 vagas

    Os ministérios das Comunicações (MiniCom), do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDSC), da Fazenda (MF), das Relações Exteriores (MRE) e do Trabalho e Emprego (MTE) estão com solicitações para realização de concursos, desde 2014, em trâmite no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG).
    Juntos, os órgãos poderão selecionar 4.912 servidores em cargos de níveis médio e superior. E a boa notícia é que a liberação desses certames está cada vez mais próxima, visto que a Lei Orçamentária Anual (LOA) 2015 já foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff e agora só falta a divulgação do contingenciamento orçamentário, previsto para este mês, para que o MPOG comece a autorizar concursos federais.

    Vagas e remunerações

    Do total de postos que deverão ser abertos pelos ministérios, 3.500 são para o Ministério da Fazenda, que pretende realizar concurso para contratar 3.000 assistentes técnicos (salário de R$ 3.671,82) e 500 analistas (R$ 4.884,02), cargos que exigem níveis médio e superior, respectivamente.
    O segundo que contará com mais oportunidades é o Ministério do Trabalho e Emprego. O pedido do órgão ao MPOG é para 847 vagas para o posto de auditor fiscal do trabalho, que requer nível superior e apresenta remuneração de R$ 16.116,64.
    Com 378 ofertas à espera de autorização, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome pretende selecionar profissionais de níveis médio e superior. Porém, o órgão não informou para quais carreiras serão abertas as oportunidades, mas indicou que todas serão para lotação em Brasília (DF).
    O Ministério das Comunicações, por sua vez, está na expectativa para a criação de 187 vagas voltadas para profissionais formados nos níveis médio e superior, com salários de R$ 2.818,72 a R$ 4.278,55. As vagas também serão para trabalhar em Brasília (DF).
    Já o Ministério das Relações Exteriores espera abrir o seu concurso anual para diplomatas do Instituto Rio Branco (IRBr). A banca do certame já foi até escolhida: Cespe/UnB. O salário inicial do cargo, que exige graduação, é de R$ 15.005,26. O número de vagas, no entanto, não foi informado (em 2014, foram abertas 18 oportunidades).

  • INMET – Retomada do concurso depende das retificações no edital

    inmet-logoOs futuros candidatos ao Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) ainda aguardam definições sobre a retomada do concurso, que, inicialmente, conta com 242 oportunidades. Segundo a Consulplan, organizadora, retificações no quadro de vagas serão necessárias, por recomendação da Advocacia Geral da União (AGU). Procurada, a AGU disse, por meio da Assessoria de Comunicação, que “a alteração da data de inscrições do concurso para o Inmet decorre de retificações recomendadas pela unidade da AGU que atua junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, ao qual o instituto é vinculado”.

    Ainda segundo a AGU, essa determinação visa à adequação do edital em relação aos cargos oferecidos. Até o fechamento desta edição, nenhuma previsão de retomada do concurso foi informada, nem por parte do instituto, nem do ministério. No dia 20 de abril, data estabelecida para o início das inscrições, uma nota publicada no Diário Oficial da União adiou esse começo, alegando motivos técnicos. O concurso tem vagas para cargos de níveis médio, médio/técnico e superior, com remunerações entre R$3.418,83 e R$12.366,69, inclusos os R$373 de auxílio-alimentação. O concurso será válido por dois anos, prorrogável por igual período.

    As vagas são para as carreiras de tecnologista, analista em ciência e tecnologia e pesquisador, de nível superior; e para assistente em ciência e tecnologia e técnico, de nível médio. Desse total, sete são para o Rio de Janeiro, ficando as demais para as cidades de Brasília (165), São Paulo (12), Manaus (8), Belém (9), Recife (10), Salvador (5), Porto Alegre (8), Belo Horizonte (6), Cuiabá (6) e Goiânia (6).
    A seleção compreenderá provas objetivas, discursivas e de títulos.

  • INSS – Deputados aumentam pressão por abertura de novo concurso

    inssNa última quinta-feira, dia 14, o deputado Chico Alencar (Psol-RJ) protocolou um ofício ao ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, solicitando prioridade para o concurso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), observando que disso depende o prosseguimento da redução da desigualdade social no país. O documento tem as assinaturas de outros 21 parlamentares federais, que assim como Chico Alencar preocupam-se com o grande déficit de pessoal da autarquia.

    Os deputados que endossam o pedido são Leonardo Picciani (PMDB-RJ), Jean Wyllys (Psol-RJ), Zeca do PT (PT-MS), Glauber Braga (PSB-RJ), Luiz Couto (PT-PB), Flavinho (PSB-SP), Vicentinho (PSB-TO), Edilson Rodrigues (Psol-PA), Ivan Valente (Psol-SP), Bebeto (PSB-BA), Júlio Delgado (PSB-MG), Eduardo Barbosa (PSDB-MG), Marcus Pestana (PSDB-MG), Rubens Bueno (PPS-PR), Afonso Motta (PDT-RS), Giovani Cherini (PDT-RS), Daniel Almeida (PCdoB), Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Heitor Schuch (PSB-RS), Ronaldo Fonseca (Pros-DF) e Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP).

    No documento (que pode ser consultado no anexo abaixo), os parlamentares alegam risco de colapso da autarquia, caso o concurso não seja realizado, conforme constatou o Tribunal de Contas da União (TCU). Além disso, destacam a importância do bom funcionamento da Previdência Social, para que haja redução da desigualdade social. O ofício, segundo Chico Alencar, será um bom teste para o governo. “A grande questão será saber como reage este governo entre a necessidade social e o ajuste fiscal. Até onde vai o poder de Joaquim Levy e a sua política de arrocho. Será um forte teste para este governo, que deveria priorizar a necessidade social, e não deixá-la de lado, por motivos financeiros”, assinalou. O ofício foi entregue após o Ministério do Planejamento responder ao requerimento de informação (RIC 163/2015) do deputado Chico Alencar, sobre o concurso. Apesar da resposta subjetiva da pasta, que não assegurou uma previsão de autorização, nem quantas vagas serão liberadas, o parlamentar segue pressionando o Planejamento para dar o aval.

    O concurso, segundo o Planejamento, foi analisado parcialmente no contexto do Orçamento deste ano. A resposta subjetiva da pasta, segundo Chico Alencar, está ligada ao contingenciamento orçamentário, a ser anunciado pela presidente Dilma Rousseff. É que, somente após esse corte o governo e seus ministérios saberão com quais verbas poderão atuar. O INSS solicita 4.730 vagas, sendo 2 mil de técnico do seguro social, de nível médio, 1.580 de analista do seguro social, de nível superior, e 1.150 de perito médico, para graduados em Medicina. Os rendimentos são de R$4.620,91 para técnico, R$7.504,45 para analista e R$10.559,64 para perito.

    Concurso é prioridade, garante ministro do Planejamento à deputada Simone Morgado

    O concurso do INSS é prioridade no Ministério do Planejamento. Quem garantiu foi o próprio titular da pasta, Nelson Barbosa, em encontro com a deputada Simone Morgado (PMDB-PA), no último dia 6, em audiência na Câmara dos Deputados. A parlamentar é uma das que lutam pelo concurso, e tem pressionado o Planejamento a dar o aval o mais rápido possível. Ela também enviou na última quinta-feira, dia 14, um ofício ao titular do Planejamento, cobrando a seleção – este documento também está disponível no anexo abaixo. “O concurso tem que ser realizado. No estado do Pará, após a criação do Plano de Expansão das Agências (PEX), há 14 unidades prontas para serem inauguradas. Quatro delas estão fechadas desde o ano passado, por falta de servidores. Um gerente executivo do INSS me informou que as outras dez estão com a obra física concluída, mas falta mão de obra. É preciso que o governo dê atenção a essa questão.”

    Diante desse cenário, Simone Morgado conversou com o ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, que confirmou a negociação das vagas do concurso com o Ministério do Planejamento. A parlamentar também cobrou a seleção ao ministro Nelson Barbosa, que apontou o concurso do INSS como prioritário. “Nelson Barbosa me disse que o concurso do INSS é a prioridade na pasta, mas não revelou uma data para autorizá-lo. Diante disso, protocolei o ofício, e irei marcar uma reunião com o ministro para que me informe uma previsão”, assinalou. A prioridade de Barbosa, confirmada por Simone Morgado, ratifica a informação de uma fonte ligada ao Planejamento, que assegurou o aval do concurso neste ano.

    A deputada observa que a demanda do INSS aumentará em novembro, quando os pescadores começarão a receber o seguro defeso, conforme os decretos nº 8.424 e nº 8.425. Esse novo benefício, de acordo com Simone, aumentará a procura nas agências. “Se não há servidores, como os atendimentos serão feitos? O concurso precisa ser autorizado imediatamente”, pontuou. Todos esses questionamentos foram apresentados ao ministro no ofício. A parlamentar acrescentou que, somente no Pará, são necessários pelo menos 249 técnicos, 76 analistas e 59 peritos. A deputada afirmou ainda que a crise econômica do país não pode atrapalhar o concurso. “Uma questão é o ajuste fiscal, e outra é que o país não pode parar. Precisamos separar o joio do trigo. O INSS precisa de servidores para exercer suas funções, garantir bons atendimentos e servir bem a população.”

    Seleção também é cobrada pela Anasps

    A preocupação dos parlamentares com o concurso é motivada pela grande necessidade de pessoal no INSS, além das iminentes aposentadorias. Dados apontados em recente auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) mostram que a seleção da autarquia é inevitável. Segundo o maior órgão de fiscalização do país, entre 2010 e abril de 2013 havia uma vacância de 5.054 servidores, sendo 3.253 somente na carreira de técnico, número que, muito provavelmente, aumentou nos últimos meses. Além disso, o TCU informa que há mais de 10 mil servidores (incluindo analistas e peritos médicos) em abono de permanência, isto é, que já possuem condições para requerer aposentadoria.

    Diante dos números, o  ministro-relator da auditoria, Aroldo Cedraz, salientou que a situação “representa um risco de colapso no atendimento aos usuários do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), caso venha a ocorrer um movimento em massa de solicitações de aposentadoria, resultado de eventuais mudanças no cálculo da referida gratificação”. Por conta dessa necessidade, a Associação Nacional dos Servidores da Previdência e da Seguridade Social (Anasps) também tem cobrado o concurso. Segundo o presidente da Anasps, Alexandre Lisboa, o ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, negocia o número de vagas a serem liberadas com o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. A Anasps, no entanto, segue otimista em relação ao aval do Ministério Planejamento ainda este ano. A associação cogita, porém, a contratação dos aprovados somente em 2016. A grande carência de pessoal, porém, deve ser vista como algo positivo, pois além da oferta estipulada em edital, certamente muitas outras deverão surgir durante o prazo de validade do concurso.

    Continuar estudando – Independentemente da oferta de vagas que será autorizada pelo Planejamento, os futuros candidatos devem manter a preparação em dia, para obterem a melhor classificação possível. No último concurso para a carreira, os concorrentes foram avaliados por meio de prova objetiva com 60 questões, sendo 20 de Conhecimentos Gerais e 40 de Conhecimentos Específicos.