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  • PRF – Alerta ligado no departamento, que busca autorização para 1.500 vagas

    PRFMetade das delegacias apenas com o efetivo mínimo para funcionamento; outras com menos policiais de plantão do que o mínimo necessário para a garantia de sua própria segurança; fechamento de postos por falta de pessoal; impossibilidade de fazer frente a demandas como o combate ao tráfico de drogas, armas e seres humanos nas regiões de fronteira e chance de perder mais de 30% do efetivo por aposentadoria, até o fim deste ano, o que deixaria o quadro menor do que o de quase 20 anos atrás. Esses foram alguns dos motivos que fizeram a Polícia Rodoviária Federal (PRF) pedir ao Ministério do Planejamento autorização para a abertura em 2015 de concurso para 1.500 vagas, visando à recomposição urgente do seu quadro policial.

    Mesmo com o cenário alarmante, a solicitação, que chegou ao Planejamento em maio do ano passado, foi devolvida em dezembro ao Ministério da Justiça, pasta à qual a PRF é subordinada, pelo fato de não ter sido incluída no Orçamento da União deste ano. Mas aqueles que estão se preparando para a seleção podem ficar tranquilos, pois o departamento já informou que renovará o pedido para que possa ser incluído na proposta orçamentária de 2016, o que precisa ser feito até o dia 31 deste mês. A medida manterá a possibilidade de a seleção ser autorizada ainda este ano, visto que o preenchimento das vagas só terá impacto no orçamento do próximo ou até mesmo em 2017, dependendo de quando o concurso for concluído.

    De acordo com a PRF, a intenção é propor uma programação para que sejam preenchidas as cerca de 3 mil vagas em aberto no quadro de policiais rodoviários federais. O departamento ressaltou, no entanto, que tem trabalhado o efetivo da melhor forma possível, fazendo a gestão por controle estatístico, procurando em áreas mais críticas. A corporação afirma que dessa forma tem reduzido os números de acidentes, feridos e mortos.

    Os dados citados no início deste texto, no entanto, são menos animadores com relação ao cumprimento da missão do órgão. As informações constam no pedido de concurso devolvido pelo Planejamento, que foi assinado pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Segundo argumentou o ministro no documento, a seleção é o único meio de ampliar o efetivo, a fim de fazer frente às demandas atuais e às novas necessidades do governo e da sociedade. O departamento ainda conta com a possibilidade de convocar cerca de 700 aprovados do último concurso, o que, entretanto, não supriria totalmente a demanda.

    As novas contratações também diminuiriam o risco de ações judiciais contra a União, em função da crise de efetivo existente. Isso porque, também conforme o pedido de concurso, por conta da falta de policiais em postos de grande importância para o país, o Ministério Público Federal vem propondo ações civis públicas para o aumento do efetivo, assim como instaurando inquéritos administrativos, gerando uma situação de resolução inviável, segundo Cardozo, justamente em função do quadro reduzido em todo o país.

    Possibilidade de 3.600 aposentadorias

    Quando o pedido de novo concurso foi feito, em maio do ano passado, a PRF contava com 10.067 policiais em atividade, efetivo insuficiente para cobrir os 76 mil quilômetros de rodovias e estradas federais e ainda atender a outros programas e projetos que demandam a atuação da corporação. Ao solicitar o novo concurso, o ministro Cardozo lembrou, por exemplo, que os planos do governo preveem um aumento considerável do policiamento nas fronteiras e na área da Amazônia Legal. O reforço das fronteiras para o combate ao tráfico de armas e drogas foi, inclusive, um compromisso assumido pela presidente Dilma Rousseff ao tomar posse para o segundo mandato, no início deste ano.

    Entretanto, o ministro da Justiça argumentou que a área de fronteira requer implementação de policiamento especializado, sobretudo para combater o tráfico de drogas, armas e seres humanos, ao passo que o número atual de policiais não é suficiente para fazer frente nem sequer às demandas comuns do policiamento rodoviário, o que é feito por meio de jornada ininterrupta, em mais de 500 unidades operacionais espalhadas pelo país.

    E o que já é ruim ainda pode ficar muito pior. O motivo é que com a possibilidade de até 3.600 aposentadorias aproximadamente, somente até o fim deste ano, o departamento pode ficar com um efetivo de cerca de 7.450 policiais apenas, já considerando o recente ingresso dos mil aprovados no concurso do ano passado. Para que se possa comparar: em 1996 a PRF contava com 8.960 policiais, sendo que de lá para cá, além das atribuições, aumentaram também a população e a frota de veículos. Enquanto a população brasileira saltou de 157 milhões para 204 milhões de 1996 para cá, a frota de veículos mais do que triplicou: ela era de aproximadamente 24,3 milhões em 1998 (de acordo com as estatísticas oficiais mais antigas disponíveis), passando de 87,3 milhões nos dias atuais.

    Caso o governo não tome as medidas necessárias, a redução do quadro poderá aumentar ainda mais a insegurança dos policiais rodoviários federais em atividade. Segundo consta no pedido de concurso, das 151 delegacias de polícia rodoviária federal, 32 (21,19%) são as que possuem, em média, menos policiais em escala do que o mínimo exigido para a segurança deles próprios. Já as que funcionam com o efetivo mínimo são 87.

    A inércia com relação à perda de efetivo também fará com que a PRF tenha que continuar fechando postos em todo o país, e também poderá comprometer a atuação da corporação na segurança de grandes eventos, em especial os Jogos Olímpicos, no ano que vem, e a Copa América de futebol, em 2017. Outros projetos também poderão ficar prejudicados, como o Rodovida, para a redução do número de acidentes de trânsito, em atenção à meta definida pela Organização das Nações Unidas (ONU), e aqueles que visam ao combate ao tráfico de drogas e à atenção aos seus usuários, sobretudo no caso do crack. Diante do caos que se vislumbra, fica ao menos uma certeza: mesmo que sofra atraso, o novo concurso da PRF é inevitável.

    Especialista vê possibilidade de caos

    Vivendo a realidade do departamento há dez anos, o policial rodoviário federal e especialista em concursos públicos Leandro Macedo acredita que a crise de efetivo vivida pela PRF pode levar a um caos no cumprimento de suas atribuições. “Imagine chegar a um efetivo de quase 50% do previsto, com aumentos sucessivos da frota de veículos e da população?”, indagou, apontando a abertura urgente de concurso como a solução em respeito à população.

    Para Macedo, é evidente que o caos se instalará nas rodovias federais em razão do fechamento de postos, da pouca quantidade de policiais rodoviários federais nas ruas e da possibilidade de mais de 3.500 aposentadorias até o fim deste ano. Segundo ele, porém, a culpa pela situação não pode ser atribuída ao departamento ou ao ministro da Justiça. “É a Presidência da República que deve inserir essa necessidade na Lei Orçamentária Anual, para que o Ministério do Planejamento possa dar a autorização para o concurso.”

    O especialista avaliou que mesmo o preenchimento de todas as 13.098 vagas previstas em lei seria insuficiente para fazer frente à necessidade de patrulhamento dos mais de 76 mil quilômetros da malha viária federal e às atribuições que vêm sendo adquiridas pelo departamento, devendo, portanto, ser modificada a lei da carreira (9.654/98).

    “Basta você pensar que muitos municípios têm um efetivo nas ruas maior em números absolutos que o da PRF”, afirmou. Nesse sentido, uma saída seria a contratação de mais servidores administrativos, já que, segundo Macedo, um percentual expressivo das atribuições dessa categoria é desempenhado diretamente por policiais, o que, por consequência, diminui o efetivo nas ruas.

    Coordenador do curso LM Concursos, Leandro Macedo apontou ainda outras medidas necessárias, como o maior investimento em fiscalização eletrônica e reforço dos pilares educação, engenharia e fiscalização, para a diminuição dos acidentes de trânsito, que, em sua opinião, têm reduzido por fatores externos, como o menor acesso sobretudo de jovens a carros, por conta da desaceleração da economia.

    Inicial de R$7,1 mil

    O cargo de policial rodoviário é um dos mais visados por aqueles que buscam uma vaga na área de segurança pública federal. Para ingressar na função, basta possuir o ensino superior completo em qualquer área, além da carteira de habilitação, na categoria B em diante. A carreira proporciona estabilidade, em função da contratação pelo regime estatutário, e remuneração inicial de R$7.092,91, incluindo o auxílio-alimentação, que é de R$373.

    Para os interessados em participar da próxima oportunidade, a orientação dos especialistas é estudar com base no último concurso, que foi aberto em 2013. A seleção foi organizada pelo Cespe/UnB e compreendeu provas objetivas e discursivas, exame de aptidão física (testes de flexão em barra fixa, de impulsão horizontal, de flexão abdominal e de corrida de 12 minutos), avaliações médica, psicológica e de títulos, além de investigação social e do curso de formação. Em todo o país, foram registrados 109.769 inscritos para as mil vagas em oferta (cerca de 110 candidatos por vaga).

    As provas foram sobre Língua Portuguesa, Matemática, Ética no Serviço Público, Informática, Direito Constitucional, Direito Administrativo, Direito Penal, Direito Processual Penal, Legislação Especial, Direitos Humanos e Cidadania, Legislação Relativa à PRF e Física Aplicada à Perícia de Acidentes Rodoviários.

  • CGU – Planejamento já analisa pedido para o nível superior

    cguA Controladoria-Geral da União (CGU) poderá muito em breve abrir concurso com 1.573 vagas, sendo 876 para técnico de finanças e controle (médio) e 697 para cargos de nível superior, dos quais 620 são para analista de finanças e 77 em diversas funções do quadro do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo (PGPE). As remunerações são de R$6.065,36 (médio) e R$15.376,70 (superior). Segundo a CGU, o Ministério do Planejamento já avalia a autorização para as 697 vagas em cargos de nível superior. No entanto, uma posição da pasta só deverá ocorrer após o corte orçamentário que o governo anunciará ainda este mês.

    As para técnico de finanças estão são reavaliadas pelo novo ministro-chefe do órgão, Valdir Simão, já que a solicitação retornou do Ministério do Planejamento para a CGU, em janeiro, para que fosse feita uma nova avaliação das necessidades. O pedido foi feito em 30 de setembro de 2014, sendo devolvido com a sugestão de que a Controladoria considerasse incluir no pedido os cargos de nível superior, já que a seleção anterior havia expirado. A expectativa é de que o pedido retorne muito em breve para nova análise do Ministério do Planejamento.

    Caso o pedido para cargos de nível superior, que já está sob o crivo do Planejamento, seja aprovado na íntegra, haverá 620 vagas para analista (qualquer formação), 40 vagas para administrador, 12 para contador, oito para médico/20h, quatro para arquiteto, cinco para engenheiro civil, duas para engenheiro eletricista, duas para engenheiro mecânico, duas para assistente social e duas para psicólogo.

    Dicas – Para o especialista em concursos Paulo Estrella, quem pretende concorrer aos cargos de técnico e analista de finanças deve iniciar já a preparação, tendo em vista que o volume do conteúdo exigido para é considerado bastante grande. “Os estudos para os concursos da área de controle são diferenciados por ter nível de complexidade mais elevado, que demanda grande conhecimento. Podemos dizer que é um concurso de elite, que demanda estudo com muita antecedência para fazer frente a essa concorrência”, disse.

    Sua dica é para os futuros candidatos se basearem nos concursos anteriores da Receita Federal, de técnico do Banco Central, e, principalmente, do Tribunal de Contas da União (TCU). “Esses são uns dos certames com o mesmo nível de complexidade. Nesses concursos o candidato, naturalmente, luta contra ele mesmo, para fazer o melhor. Só quem se prepara com seriedade fará a diferença. Portanto, essa é a hora de buscar uma excelente preparação para obter um bom resultado”, destacou.

    Quem for iniciar agora os estudos, deve buscar o maior conhecimento teórico possível. “Se o candidato já vem estudando as disciplinas básicas, deve iniciar logo o aprendizado do regime jurídico. A base geral é passar logo para a resolução de questões, que dará capacidade para ele saber onde a banca cobra mais profundamente”.

    Entre as disciplinas que considera mais importantes está a Língua Portuguesa. “No último concurso, de longe, a mais importante foi a Língua Portuguesa, que valeu 75 pontos. Depois veio Direito Constitucional, com 20 pontos, e Legislação aplicada à CGU e Regime Jurídico dos Servidores Públicos, também com 20 pontos”. O último concurso foi em 2008, quando a Esaf aplicou provas objetivas de conhecimentos gerais e específicos.

  • Seres/PE: concurso continua em pauta

    Continua em pauta a realização do concurso público da Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres/PE) de Pernambuco, para o cargo de agente de segurança penitenciária. A seleção vem sendo aguardada desde fevereiro de 2014, quando anunciada pelo secretário executivo de ressocialização, coronel Romero Ribeiro. Porém, de acordo com informações do setor de recursos humanos, embora o concurso continue em planejamento, ainda não foi definida a banca organizadora. Portanto, ainda não há uma data prevista para liberação do edital.

    A intenção era iniciar o certame no segundo semestre de 2014, o que acabou não sendo possível em decorrência de diversos remanescentes do concurso anterior, realizado em 2009, que entraram com pedido de ação civil pública, requerendo o preenchimento das vagas.

    A oferta será de 200 vagas, conforme a autorização do secretário executivo de ressocialização.

    De acordo com a assessoria de imprensa do órgão, a tendência é de que ocorra uma alteração na escolaridade,em comparação ao  concurso de 2009.

    Na ocasião, para concorrer era necessário possuir ensino médio, mas para o próximo  a expectativa é de que seja cobrado nível superior. Também será exigida carteira de habilitação a partir da categoria ”B”.

    A remuneração inicial da categoria é de R$ 2.200, em regime de plantão, de 24 horas por trabalho   por 72 de repouso.

    Último concurso

    No concurso de 2009,  a organizadora foi o Instituto de Apoio à Universidade de Pernambuco (Iaupe). Ao todo foram oferecidas 500 vagas, sendo 400 para homens e 100 para mulheres. A prova objetiva foi composta de 50 questões, sobre língua portuguesa, conhecimentos em informática, raciocínio lógico e conhecimentos específicos, incluindo direitos constitucional, administrativo, penal, processual penal e direitos humanos.

    O processo seletivo também contou com exames médicos, testes físicos, avaliação psicológica e investigação social. Os aprovados em todas as etapas foram submetidos a um curso de formação profissional.

    Matéria atualizada em 17/04 às 15h31

  • Edital de concurso de agente de apoio escolar especial sai neste semestre

    O primeiro concurso público para o cargo de agente de apoio ao desenvolvimento escolar especial (AADEE) do Recife, função criada pela Câmara municipal em 2014, já tem organizadora definida: a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A expectativa é que o edital seja publicado até o final desse semestre de acordo com a Secretaria de Educação da Prefeitura da cidade (PCR). O salário será de R$ 1.082 para uma jornada de trabalho de 40 horas semanais, mas a remuneração é complementada com ticket alimentação no valor de R$ 14 ao dia, além de vale transporte.

    O contrato com a organizadora é válido pelo prazo de 180 dias (aproximadamente seis meses) após sua assinatura, que ainda vai ocorrer, portanto há bastante tempo para os interessados começarem a se preparar. A escolha da empresa foi publicada no Diário Oficial do município da última quinta-feira (02) através de dispensa de licitação.

    Cargo

    Para concorrer à função, o candidato deve ter Nível Médio de escolaridade. De acordo com a Secretaria, os AADEE darão suporte aos estudantes com deficiência dentro das escolas da Rede Pública de Ensino da cidade. Eles deverão acompanha-los na chegada e na saída das instituições, bem como nos horários de intervalo das aulas. Os agentes também auxiliarão os estudantes a se locomoverem e a executarem as atividades desenvolvidas na escola e as extracurriculares.

    A função ainda prevê assistência nas atividades de higiene dos alunos com deficiência. Será necessário, ainda, preencher uma Ficha de Rotina Diária com o registro de todas as ocorrências para o acompanhamento do estudante.

  • TCU autoriza concurso para 109 vagas

    O Instituto Serzedello Corrêa (ISC) divulgou nesta quarta-feira (1º), no “Diário Oficial da União”, autorização do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU) para a realização de concurso público para provimento de 109 vagas, sendo 66 cargos vagos de auditor federal de controle externo área e especialidade controle externo (AUFC-CE) e 43 para técnico federal de controle externo área apoio técnico administrativo especialidade técnica administrativa (TEFC-ATA).

    Segundo a publicação, dos cargos de auditor serão 36 vagas na orientação auditoria governamental e 30 na orientação tecnologia da informação.

    As vagas de AUFC-CE orientação auditoria governamental serão distribuídas da seguinte forma: 30 em Brasília, 1 no Acre, 1 no Amazonas, 1 no Amapá, 1 no Mato Grosso, 1 no Pará e 1 em Roraima.

    As 30 vagas de AUFC-CE orientação tecnologia da informação serão destinadas ao Distrito Federal.

    As vagas de TEFC-ATA serão distribuídas da seguinte forma: 33 em Brasília, 1 no Acre, 1 no

    Amazonas, 1 na Bahia, 2 no Maranhão, 1 no Mato Grosso, 1 no Pará, 1 em Pernambuco, 1 em Rondônia e 1 em Roraima.

    As normas de realização do concurso serão divulgadas no edital de abertura de inscrições. Ainda não há informações sobre o prazo para publicação do edital.

  • PRF: AUTORIZAÇÃO DEVE SAIR APÓS VOTAÇÃO DO ORÇAMENTO

    PRFA PRF solicitou ao Ministério do Planejamento aval para concurso de policial rodoviário. Carreira exige nível superior (em qualquer área), além de CNH na categoria B. Remuneração é de R$ 6.418
     Com a autorização, por parte do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), do concurso para o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), nesta quinta, 19 de fevereiro, cresce a expectativa pela autorização de outros concursos federais, programados para ocorrer ainda em 2015.
    Um dos mais almejados é o da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que, assim como o do Depen, é voltado para a área de segurança pública e aguarda um parecer do MPOG desde 30 de maio de 2014.
    A tendência é de que o processo de autorização dos concursos pendentes, como o da PRF, passe a contar com maior celeridade a partir da votação do orçamento de 2015, o que pode ocorrer já no próximo dia 24, de acordo com informações do gabinete do senador Romero Jucá (PMDB/RR) relator do Orçamento.
    O pedido da PRF é para o preenchimento de 1.500 vagas para o cargo de policial rodoviário.
     A solicitação atualmente  está no Ministério da Justiça, desde 11 de dezembro, quando devolvida pelo MPOG para alguns ajustes antes da autorização.
    Para concorrer é necessário possuir curso de nível superior completo em qualquer área de formação e carteira de habilitação a partir da categoria “B”. A remuneração inicial é de R$ 6.418,25, com jornada de trabalho de 40 horas semanais.
     Durante o exercício, o servidor conta com melhorias salariais. Ao ingressar, na terceira classe, após o padrão inicial, a carreira conta com mais dois, com remunerações, respectivamente, de R$ 6.482,43 e R$ 6.547,26. Na segunda classe, conta com seis padrões: I – R$ 7.839,27; II – R$ 7.908,57; III – R$ 7.987,66; IV – R$ 8.067,53; V – R$ 8.148,21; e VI – R$ 8.229,69.
    Na primeira classe são mais seis: I – R$ 8.942,59; II – R$ 9.210,87; III – R$ 9.487,19; IV – R$ 9.771,81; V – R$ 10.064,96; e VI – 10.366,91. Finalmente, na classe especial, existem três padrões:  I – R$ 10.968,98; II –  R$ 11.318,59; e III – R$ 11.658,15.
    Atividades
    Quem ingressar na carreira contará com atribuições de natureza policial, envolvendo fiscalização, patrulhamento e policiamento ostensivo, atendimento e socorro às vitimas de acidentes rodoviários e demais atribuições com a área operacional do Departamento de Polícia Rodoviária Federal.
    Último concurso da PRF
    A seleção anterior para o cargo ocorreu em 2013 e foi organizado pelo Cespe/UnB. Ao todo foram registrados 109.769 inscritos para a oferta de 1.000 vagas. A seleção contou com prova objetiva, exame discursivo, testes de capacidade física, avaliação de saúde, avaliação psicológica, investigação social e análise de títulos.
    A prova objetiva contou com 120 itens, sendo 50 de conhecimentos básicos e 70 de conhecimentos específicos.  Conhecimentos básicos contou com temas sobre língua portuguesa, matemática, noções de direito constitucional, ética no serviço público e noções de informática. Já em conhecimentos específicos, noções de direito administrativo, noções de direito penal, noções de direito processual penal, legislação especial, direito humanos e cidadania, legislação relativa ao DPRF e física aplicada à perícia de acidentes rodoviários.