Tag: Concurso Anvisa

  • Anvisa: escolhida a banca organizadora

    Saiu no Diário Oficial da União (DOU) da edição desta quarta-feira (10) que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) escolheu a empresa que ficará responsável pela elaboração, organização e execução de todas as etapas do seu próximo concurso com 78 vagas. A instituição definida, por meio de dispensa de licitação, é o Cespe/UnB.

    Todas as oportunidades do processo seletivo se destinarão ao cargo de técnico administrativo. A lotação das chances ocorrerá em Brasília, no Distrito Federal, entretanto, há a possibilidade de as provas serem aplicadas em todas as capitais do país, como aconteceu no último concurso da Anvisa, realizado em 2013.

    Como já foi selecionada a banca organizadora do processo seletivo, ao que tudo indica o edital será lançado antes do prazo final delimitado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), que é 18 de outubro.

    A autorização para o processo seletivo foi concedida no dia 18 de abril pela Ministério do Planejamento.

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    A função de técnico administrativo da Anvisa exige o nível médio em instituição de ensino reconhecida pelo MEC (Ministério da Educação e Cultura) e apresenta uma remuneração inicial de R$ 6.147,52, valor que corresponde ao vencimento básico e à gratificação de desempenho de 80 pontos, acrescida do auxílio-alimentação no valor de R$ 458.

    Histórico do concurso Anvisa 2016

    A autarquia esperava a liberação de um certame com 120 oportunidades para técnico administrativo, mas como o Planejamento havia informado que para este ano não havia a previsão de liberação de seleções, ela já se preparava para reencaminhar solicitação de concurso ao MPOG até o dia 31 de maio.

    Diretores pressionaram pela autorização

    A realização do concurso da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já era considerada urgente.

    Em maio de 2015, diretores da agência participaram de uma audiência na Comissão de Seguridade Social e Família, na Câmara dos Deputados, onde falaram, abertamente, sobre as necessidades de pessoal da Anvisa.

    Segundo Ivo Bucaresky, diretor de gestão institucional da Anvisa, as demandas protocoladas junto à Agência aumentaram em 284% nos últimos dez anos. Só no último ano, o aumento na carga de trabalho da Anvisa foi de 111%. No entanto, segundo Bucaresky, a força de trabalho reduziu. Hoje, a Anvisa conta com 2.080 servidores, número bem inferior ao quantitativo existente há dez anos: mais de 2.700 funcionários.

    A necessidade de mais um concurso para a Anvisa era clara. De acordo com Bucaresky, apesar do último concurso, que efetivou cerca de 300 servidores, o órgão enfrenta dificuldades na criação de novos cargos.

    Próximo concurso da Anvisa

    No dia 9 de maio, a Anvisa enviou ao Planejamento um novo pedido de autorização para a abertura de novas oportunidades. Segundo a assessoria de imprensa da Agência esse pedido é para suprir vagas já abertas e novas que sejam criadas por aposentadorias.

    Ainda não foram divulgados o número de chances requeridas e nem os cargos a serem contemplados no pedido. Mas sabe-se que a autarquia conta com quatro carreiras oficiais que podem ser contempladas: os postos que exigem nível médio são os de técnico administrativo (R$ 6.147,52) e técnico de regulação (R$ 6.415,52); já as funções para quem tem ensino superior completo são de analista administrativo (R$ 11.529,29) e especialista – várias áreas (R$ 12.432,29).

  • Aprovada a PLC 99/2015 que irá criar 8.922 vagas

    A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal aprovou, na última terça-feira, dia 14, o projeto de lei da Câmara 99/2015 (PLC 99/2015),que cria 8.922 vagas junto ao serviço público federal, além de criar vagas em alguns cargos para substituição de outras que estão sendo extintas. Com a aprovação do parecer da relatora, senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM), a proposta, que é originária do projeto 6244/13 da Câmara dos Deputados, segue para votação no plenário. Caso aprovado, será encaminhado para sanção da presidente Dilma Rousseff.

    A senadora disse ser favorável à iniciativa em razão da necessidade de criação e transformação dos cargos e das funções públicas para facilitar o bom funcionamento da máquina pública.

    De acordo com a proposta, o preenchimento das vagas, por meio de concursos públicos, será feito de  forma gradual, conforme autorização em anexo próprio da lei orçamentária anual, com um impacto estimado em R$ 958 milhões por ano.

    Do total de vagas que estão sendo criadas, 7.328 são somente para o Ministério da Educação, sendo 5.320 para professores e 2.008 para cargos técnico administrativos.

    Educação

    Ainda para o Ministério da Educação, além das 7.328 vagas, também está prevista a transformação de mais 1.977 no plano de carreiras dos cargos técnico administrativos em educação dos Institutos Federais de Ensino Superior (IFES), com o objetivo de criar o mesmo número de vagas para carreiras com perfis mais adequados às necessidades da instituição. Uma vez aprovado o projeto e sancionado pela presidente Dilma Rousseff, o preenchimento das vagas deverá ser feito por meio de concursos públicos.

    Outros órgãos

    Além das 7.328 vagas para o Ministério da Educação, o projeto prevê a criação de 214 vagas para a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), 180 para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e 1.200 para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

    O projeto também determina a transformação de 85 vagas na Polícia Federal, bem como criação de 44 para a Polícia Rodoviária Federal, com extinção de 50.

    A proposta contempla, ainda, a criação de cargos para os departamentos da Polícia Federal e de Polícia Rodoviária Federal, sem aumento de despesas, pela contrapartida de extinção de cargos  vagos. Para a Polícia Federal, o Executivo propõe criar 44 cargos de engenheiro, 5  de arquitetos e 36 de psicólogo. Já para a Polícia Rodoviária Federal, a previsão é de 19 cargos de administrador, 17 de engenheiro, 5 de estatístico e 3 de técnico de comunicação social.

    O projeto também cria 500 gratificações temporárias no Sistema de Administração de Recursos da Informação e Informática (SISP), de nível superior.