Tag: concurso Polícia Federal

  • PF: CONFIRMADO ENVIO DE PEDIDO PARA CONCURSO COM 1.508 VAGAS.

    Boa notícia para quem pretende participar do novo concurso PF (Polícia Federal). Acontece que o órgão confirmou novas informações a respeito do pedido de liberação de verbas por parte do Ministério da Economia para a realização do novo certame. De acordo com o órgão, a intenção é oferecer 1.508 vagas, distribuídas por diversos cargos, com opções para quem possui ensino médio e nível superior, com remunerações iniciais que variam de R$ 4.746,16 a R$ 7.841,95.

    Do total de postos, como já havia sido antecipado recentemente, a maior oferta é para agente de polícia, com 540 vagas. Também confirmaram o total de 300 postos para escrivão e 100 para delegados, inicialmente divulgados.

    Porém, outras carreiras também contam com previsão de oferta de vagas, da seguinte forma: papiloscopista (61), administrador (21), arquivista (8), assistente social (10), bibliotecário (1), contador (9), economista (3), enfermeira (3), engenheiro (1), estatístico (4), farmacêutico (1), médico (65), nutricionista (1), odontólogo (11), psicólogo (5), técnico em assuntos educacionais (13) e técnico em comunicação social (3).

    O cronograma inicial previa a autorização do concurso ainda em maio. Porém, acabou não se concretizando em decorrência de uma mudança administrativa em relação a cargos comissionados.Com a aprovação da MP 918/2020 pelo Senado Federal, em 25 de maio, a expectativa é de que agora os esforços sejam para agilizar a nova seleção. De acordo com esse cronograma, a previsão é de que sejam publicados dois editais, em 5 de outubro e 22 de novembro, datas ainda não totalmente descartadas.

    Concurso PF: Cargos solicitados

    No pedido de liberação de verbas do concurso PF (Polícia Federal), para os cargos já definidos da área administrativa, o destaque é para a carreira de agente administrativo, que pede apenas ensino médio e conta com remuneração inicial de R$ 4.746,16, incluindo 2.279,16 de salário básico e R$ 2.467 de gratificação de desempenho de atividade de apoio técnico administrativo.

    Para os médicos, o inicial é de R$ 7.841,95, incluindo o salário básico de R$ 4.804,95 e a gratificação, no valor de R$ 3.037.

    Para os cargos de nível superior, iniciais de R$ R$ 11.983,26 para agente, escrivão e papiloscopista e R$ 22.672,48 para delegado.

    Independência do concurso PF

    Vale lembrar que, de acordo com o decreto 9.739, de 28 de março de 2019, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, a PF (Polícia Federal) não precisa de autorização do Ministério da Justiça para realizar um novo concurso público.

    No caso da PF, a liberação de novos concursos fica sob a responsabilidade do diretor-geral do órgão, podendo ocorrer sempre que a necessidade atingir 5% do quadro de pessoal ou em caso de menor percentual, de acordo com determinação do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

    Último concurso PF (Polícia Federal)

    Iniciado em 2018, o concurso PF anterior contou com uma oferta de 500 vagas, sendo 150 para delegado, 60 para perito criminal, 80 para escrivão, 30 para papiloscopista e 180 para agente. Ao todo, a seleção registrou 147.744 inscritos. Para todos os cargos é exigida formação de nível superior, com iniciais de R$ 11.983,26 para agente, escrivão e papiloscopista e R$ 22.672,48 para delegado e perito. Recentemente foi autorizado pelo Governo, a contratação de 1.000 aprovados no último concurso Polícia Federal, com a expectativa de aproveitamento de todos os aprovados.

    No ano de 2013, outro concurso da Polícia Federal foi realizado e ofereceu 566 vagas, sendo 534 para agente administrativo, com opções em todos os estados. Para nível superior, as oportunidades foram para o Distrito Federal. A banca organizadora foi o Cespe e a prova objetiva contou com 120 itens para todos os cargos, sendo 50 sobre conhecimentos básicos e 70 de conhecimentos específicos, além de prova discursiva para os cargos de nível superior.

    Para agente administrativo, a parte de conhecimentos básicos contou com temas sobre língua portuguesa, noções de informática, raciocínio lógico, atualidades, noções de direito administrativo e noções de direito constitucional.

    Para os cargos de nível superior, a parte de conhecimentos básicos versou sobre língua portuguesa, raciocínio lógico, noções de informática, noções de direito administrativo e noções de direito constitucional.

  • PF: prorrogada a validade do último concurso

    Foi prorrogada, até 2018, a validade do concurso da Polícia Federal (PF) para 566 vagas da área administrativa. A publicação foi feita no Diário Oficial da União desta terça-feira, dia 22, informando que o certame será válido por mais dois anos, a contar do dia 2 de junho de 2016, ou seja, até 2 de junho de 2018. A seleção teve 566 vagas disponibilizadas em cargos dos níveis médio e superior, sendo 534 apenas para agente administrativo (médio), com remuneração inicial de R$4.062,77. Para os graduados, foram 11 vagas para engenheiro, sete para assistente social, cinco para contador, quatro para administrador, três para psicólogo e duas para arquivista, com iniciais de R$5.539,18 (engenheiro) ou R$4.497,32 (demais). Os valores já incluem o auxílio-alimentação, de R$458.

     

    DIRETORIA DE GESTÃO DE PESSOAL

    EDITAL Nº 1, DE 21 DE MARÇO DE 2016

    CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS E FORMAÇÃO DE CADASTRO DE RESERVA EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E DE NÍVEL INTERMEDIÁRIO

    O Diretor de Gestão de Pessoas, no uso das atribuições legais que lhe conferem os incisos II e XII do artigo 32, da Portaria Ministerial nº 2.877/MJ, de 30 de dezembro de 2011, publicada no Diário Oficial da União nº 1, de 2 de janeiro de 2012, e da competência para realizar concursos públicos, delegada por intermédio da Portaria nº 3.520, de 27 de maio de 2013, publicada no Diário Oficial da União nº 107, de 6 de junho de 2013, tendo em vista a autorização concedida pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, por meio da Portaria nº 184, de 21 de maio de 2013, publicada no Diário Oficial da União nº 97, de 22 de maio de 2013, observadas as disposições constitucionais referentes ao assunto e de acordo com os termos do Decreto nº 6.944, de 21 de agosto de 2009, da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, da Lei nº 10.682, de 28 de maio de 2003, da Lei nº 11.095, de 13 de janeiro de 2005, da Lei nº 11.784, de 22 de setembro de 2008, assim como o subitem 12.29 do Edital nº 28/2013-DGP/DPF, de 20 de novembro de 2013, torna pública a prorrogação, por dois anos, do prazo de validade do concurso público para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de nível superior e de nível intermediário do Plano Especial de Cargos do Departamento de Polícia Federal a contar de 2 de junho de 2016, permanecendo inalteradas as demais disposições do edital de abertura e posteriores retificações.

  • PF: ‘Operação Concurso’ tenta viabilizar concurso

    Com autonomia para convocar concursos para cargos policiais desde o fim de 2014, a Polícia Federal (PF) tem planos de realizar novas seleções. O órgão afirmou à FOLHA DIRIGIDA que pretende incrementar o efetivo de policiais e servidores administrativos, o que, no caso da primeira carreira, depende necessariamente da realização de novos concursos. E o ano de 2016 começa com boa notícia nesse sentido: o processo da solicitação encaminhada ao Ministério do Planejamento no ano passado, visando à autorização de 558 vagas, sendo 491 de delegado e 67 de perito, já foi reaberto e, com isso, aumentam as chances de a seleção ser realizada este ano.

    Apesar da autonomia conquistada, a PF vem esbarrando nas dificuldades financeiras do governo federal, já que ainda precisa que o Planejamento confirme a existência de verba para o preenchimento das vagas a serem oferecidas. Ainda assim, o coordenador de Recursos Humanos do departamento, delegado Delano Bunn, acredita que a nova condição deixa o órgão em vantagem com relação aos que ainda dependem de autorização política do Planejamento. “Os órgãos que estão no parágrafo primeiro do Artigo 10 do Decreto 6.944/09 estão em uma situação melhor do que os demais, porque os seus próprios dirigentes máximos autorizam os concursos públicos”, afirmou. O processo referente ao concurso para delegado e perito havia sido devolvido ao Ministério da Justiça em dezembro por não ter sido incluído no Orçamento de 2016, que deverá ser sancionado até o próximo dia 14 pela presidente Dilma Rousseff.

    Agente poderá ter solicitação

    A reabertura do processo se deu para que a solicitação seja analisada no âmbito da proposta orçamentária de 2017, o que não impede a realização do concurso este ano. Isso porque a nomeação dos aprovados só se daria no próximo exercício, em função do tempo necessário para concluir a seleção. Desde a reabertura, o processo já tramitou no Planejamento nos últimos dias 29, em diferentes setores, e 5. Com a validade do último concurso para agente expirando no fim de fevereiro, o departamento também poderá encaminhar pedido com vistas à realização de nova seleção para o cargo, que é aquele que atrai mais concurseiros interessados em se tornar policias federais.

    A PF também não conta com seleção vigente para escrivão e papiloscopista, podendo convocar concursos para essas funções. As solicitações precisam ser encaminhadas até o fim de maio, conforme determinado pelo Planejamento. No fim do ano passado, o então presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Jones Leal, ressaltou que a maior necessidade de pessoal está justamente nesses cargos mais operacionais. “Precisamos de agentes, escrivães, papiloscopistas. De policiais que realmente façam o serviço de repressão, seja ele de forma ostensiva ou investigativa”, disse.

    TCU aponta déficit nas fronteiras

    Leal afirmou ainda que nos últimos seis a sete anos, quatro mil policiais deixaram a Polícia Federal, seja por aposentadoria ou por outros motivos, sem que tenham sido feitas as devidas reposições. Somente nas fronteiras, seriam necessários, no mínimo, cerca de 1.500 novos policiais, segundo ele. “Na pior das hipóteses”. E de fato, as condições do efetivo da PF nas fronteiras são preocupantes, a ponto do Tribunal de Contas da União (TCU) ter considerado o quantitativo nessa faixa territorial insuficiente para combater os crimes ali praticados, que causam um prejuízo estimado de R$ 100 bilhões por ano. De acordo com o ex-presidente da Fenapef, o efetivo ali não chega a 500 policiais. Ele alertou também que o baixo efetivo leva à sobrecarga dos atuais policiais.

    Procurada pela FOLHA DIRIGIDA, a PF informou que concentra aproximadamente 40% de seu efetivo nos estados fronteiriços, o que abrange não apenas as faixas de fronteira. O departamento lembrou também que há vários anos tem priorizado a distribuição de novos policiais para as unidades descentralizadas, em especial as de fronteira, citando como exemplo dessa política, que os 600 agentes aprovados no último concurso serão lotados, prioritariamente, em regiões de fronteira. Os cargos de agente, escrivão e papiloscopista são abertos a quem possui o ensino superior completo em qualquer área e proporcionam, além da estabilidade (típica da contratação pelo regime estatutário praticada pela PF), remuneração inicial de R$ 7.887,33. Para o cargo de delegado, é exigido o bacharelado em Direito, além de três anos de experiência em atividade jurídica ou policial.

    Já a formação superior necessária para ingressar como perito varia conforme a área de atuação. Os iniciais de delegado e perito são de R$ 17.203,85. Em ambos os valores já está incluído o auxílio-alimentação, de R$ 373. Todos os cargos policiais têm ainda o requisito de carteira de habilitação, na categoria B em diante.

    Os concursos da PF são tradicionalmente realizados pelo Cespe/UnB, com as avaliações sendo aplicadas em todas as capitais. As seleções compreendem provas objetivas e discursivas, exame de aptidão física, exame médico, avaliação psicológica, prova prática de digitação (apenas escrivão), avaliação de títulos, prova oral (apenas delegado) e curso de formação profissional.

    Seleção para a área de apoio também está em estudo pela corporação

    Com relação à área de apoio, em entrevista ao blog do jornalista Matheus Leitão, do portal G1, o novo presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), Carlos Eduardo Miguel Sobral, afirmou que o departamento aguarda apenas a disponibilização de recursos orçamentários para promover a contratação de 5 mil servidores administrativos. O departamento, no entanto, não confirmou o quantitativo. Seja como for, até pelo menos junho deste ano, as contratações de servidores administrativos terão que se dar no âmbito do último concurso realizado pela PF, em 2013. A seleção foi aberta inicialmente para 566 vagas, sendo 534 apenas para agente administrativo, de nível médio. A vigência do concurso ainda poderá ser estendida, a critério da PF, até junho de 2018.

    Além disso, a contratação de administrativos na quantidade apontada pelo presidente da ADPF dependerá da criação de cargos, uma vez que a PF não possui vagas suficientes em seu quadro atual. O sindicato dos servidores administrativos (SinpecPF) chegou a propor a criação de 3 mil vagas, sendo 2 mil para nível médio e mil para nível superior. A proposição, porém, não foi aprovada até o momento. Atualmente, a remuneração inicial dos agentes administrativos da PF é de R$4.185,77, incluindo o auxílio-alimentação, de R$373. A partir de agosto deste ano, o valor salta para R$4.480,47, em função do acordo assinado entre o SinpecPF e o Ministério do Planejamento no último dia 29. O acordo prevê reajuste de 5,5% nos vencimentos e gratificações a partir de agosto, enquanto o auxílio-alimentação passa para R$458. Ficou acordado ainda um reajuste de 5% em 2017 nos valores dos vencimentos a gratificações.

  • PF: planejamento para a realização de concurso com 558 vagas em 2016

    Neste dia 9 de dezembro é celebrado em todo o mundo o Dia Internacional de Combate à Corrupção. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), que criou a data, por meio da corrupção são roubados 2,6 trilhões de dólares a cada ano no mundo. No Brasil, a Polícia Federal (PF) tem se destacado na luta contra esse tipo de ilícito. Somente este ano, o departamento deflagrou 50 operações especiais de combate aos desvios de verbas públicas, divulgou o órgão. Além das operações Lava Jato e Zelotes, destaques na mídia, estão em andamento 9.400 investigações sobre contratos que somam R$39 bilhões.

    A expectativa é que no próximo ano, a PF abra nova oportunidade para os interessados em colaborar com a luta contra essa que é uma das principais mazelas do país. O órgão planeja a realização de concurso para 558 vagas, sendo 491 de delegado e 67 de perito, cargos de nível superior, com remuneração inicial de R$17.203,85. Um pedido de confirmação de disponibilidade orçamentária para o preenchimento das vagas foi encaminhado ao Ministério do Planejamento, mas tem sua tramitação prejudicada pela suspensão dos concursos anunciada pelo governo em setembro. No mês passado, no entanto, o Planejamento admitiu que poderá conceder novas autorizações, em regime de exceção, em casos de emergência ou de grande necessidade.

    O cargo de delegado é aberto a quem possui o bacharelado em Direito e experiência mínima de três anos em atividade jurídica ou policial. Já a formação exigida para perito varia conforme a área de atuação. Em ambos os casos, é necessário possuir a carteira de habilitação, na categoria B ou superior. Além da seleção para delegado e perito, no primeiro semestre do próximo ano, o departamento já poderá convocar nova seleção para o cargo de agente. Isso porque ainda no primeiro trimestre irá expirar a validade do concurso em andamento para 600 vagas no cargo, que encontra-se em fase de curso de formação, com os novos agentes devendo ser nomeados no início do ano. Desde a edição do Decreto 8.326, no fim do ano passado, a PF pode promover novos concursos para cargos policiais sempre que a quantidade de vagas no respectivo cargo for superior a 5% do total existente ou a critério do ministro da Justiça.

    Para o cargo de agente, são admitidos graduados em qualquer área de formação, sendo exigida também a carteira de habilitação. A remuneração nesse caso é de R$7.887,33 (em todos os valores já está incluido o auxílio-alimentação, de R$373). A seleção atual foi aberta no ano passado e atraiu 98.101 inscritos. Também não há seleção em validade para escrivão e papiloscopista, ambos com requisitos e remuneração idênticos ao de agente. Os concursos da PF são tradicionalmente realizados pelo Cespe/UnB, provas objetivas e discursivas, exame de aptidão física, exame médico, avaliação psicológica, prova prática de digitação (apenas escrivão), avaliação de títulos, prova oral (apenas delegado) e curso de formação profissional. As avaliações são aplicadas em todas as capitais e os aprovados são lotados inicialmente em regiões de fronteira.

  • PF: concurso continua em pauta para 2016

    Mesmo com o momento de contenção de gastos, por parte do governo federal, que ocasionou a suspensão temporária dos novos concursos previstos para 2016, a própria administração pública admite que algumas seleções poderão ser realizadas no próximo ano, em caráter de exceção. Um dos concursos que devem ser priorizados, dentro deste contexto, é o da Polícia Federal.

    Um dos motivos é que, desde 10 de outubro de 2014, quando publicado o decreto 8.326 da presidência da república, o órgão não precisa mais de autorização por parte do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) para realizar novos certames. Fica dependendo apenas de um parecer do órgão, no sentido de atestar as condições financeiras para as contratações.

    A PF já estava nesta fase do processo quando o governo anunciou o pacote de medidas para contenção de gastos, que adiou a realização de novos concursos. Porém, a seleção continua em pauta para ocorrer no próximo ano. Segundo responsáveis pelo setor de recursos humanos, ainda aguardam um aval por parte do MPOG para que a seleção possa ser iniciada.

    De acordo com o decreto 8.326, a PF pode iniciar novo concurso sempre que o quadro de pessoal contar com uma defasagem de pelo menos 5% de servidores.

    Com isto, o novo concurso deve contar com uma oferta de 558 vagas, sendo 491 para a carreira de delegado e 67 para perito. Para concorrer a perito é necessário possuir curso de nível superior em áreas específicas e para delegado, superior em direito, com pelo menos três anos de atividade jurídica ou policial, comprovados na data da posse. As remunerações iniciais para estas carreiras são de R$ 16.830,85, com jornada de 40 horas semanais.

  • Aprovada a PLC 99/2015 que irá criar 8.922 vagas

    A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal aprovou, na última terça-feira, dia 14, o projeto de lei da Câmara 99/2015 (PLC 99/2015),que cria 8.922 vagas junto ao serviço público federal, além de criar vagas em alguns cargos para substituição de outras que estão sendo extintas. Com a aprovação do parecer da relatora, senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB/AM), a proposta, que é originária do projeto 6244/13 da Câmara dos Deputados, segue para votação no plenário. Caso aprovado, será encaminhado para sanção da presidente Dilma Rousseff.

    A senadora disse ser favorável à iniciativa em razão da necessidade de criação e transformação dos cargos e das funções públicas para facilitar o bom funcionamento da máquina pública.

    De acordo com a proposta, o preenchimento das vagas, por meio de concursos públicos, será feito de  forma gradual, conforme autorização em anexo próprio da lei orçamentária anual, com um impacto estimado em R$ 958 milhões por ano.

    Do total de vagas que estão sendo criadas, 7.328 são somente para o Ministério da Educação, sendo 5.320 para professores e 2.008 para cargos técnico administrativos.

    Educação

    Ainda para o Ministério da Educação, além das 7.328 vagas, também está prevista a transformação de mais 1.977 no plano de carreiras dos cargos técnico administrativos em educação dos Institutos Federais de Ensino Superior (IFES), com o objetivo de criar o mesmo número de vagas para carreiras com perfis mais adequados às necessidades da instituição. Uma vez aprovado o projeto e sancionado pela presidente Dilma Rousseff, o preenchimento das vagas deverá ser feito por meio de concursos públicos.

    Outros órgãos

    Além das 7.328 vagas para o Ministério da Educação, o projeto prevê a criação de 214 vagas para a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), 180 para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e 1.200 para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

    O projeto também determina a transformação de 85 vagas na Polícia Federal, bem como criação de 44 para a Polícia Rodoviária Federal, com extinção de 50.

    A proposta contempla, ainda, a criação de cargos para os departamentos da Polícia Federal e de Polícia Rodoviária Federal, sem aumento de despesas, pela contrapartida de extinção de cargos  vagos. Para a Polícia Federal, o Executivo propõe criar 44 cargos de engenheiro, 5  de arquitetos e 36 de psicólogo. Já para a Polícia Rodoviária Federal, a previsão é de 19 cargos de administrador, 17 de engenheiro, 5 de estatístico e 3 de técnico de comunicação social.

    O projeto também cria 500 gratificações temporárias no Sistema de Administração de Recursos da Informação e Informática (SISP), de nível superior.