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  • PF: Federação Nacional dos Policiais Federais pede à corporação uma melhor distribuição das vagas

    A Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) informou nesta segunda-feira, 26, que esteve em reunião na última semana com a Polícia Federal. No encontro, o presidente da Fenapef, Luís Boudens, discutiu vários pontos, como a distribuição das vagas dos próximos concursos PF.

    A reunião foi com a diretora de Gestão de Pessoal da PF, Cecília Franco. O objetivo foi debater e tratar das alterações propostas pela categoria nos próximos editais de concurso para ingresso nas carreiras.

    Além de Boudens, também participaram da reunião o diretor parlamentar Marcus Firme, e de Estratégia Sindical, Júlio César Nunes. Eles explicaram sobre a necessidade de garantir a fixação de uma proporção definitiva entre os cargos e equilibrar a distribuição de vagas por meio dos novos concursos.

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    “Hoje, para cada delegado na ativa, há três agentes na Polícia Federal. A Fenapef entende que a proporção ideal é de um para seis e tenta garantir essa distribuição já para o próximo edital”, disse a federação.

    Além disso, outra demanda que foi discutida pela Fenapef foi a grade curricular que é exigida, bem como uma possível nova modificação do edital. A categoria sugeriu a retirada de algumas inovações do texto, inovações estas que não foram bem recebidas.

    De acordo com a Fenapef, a diretora se mostrou favorável e disse que se empenhará para ajustar o texto e atender as demandas.

    Presidente quer concurso para repor cargos vagos

    Boudens ainda pontuou que pretende apoiar o gatilho de 5%. Mas, o que seria isso? Esse gatilho faz parte de um Projeto de Lei, do deputado delegado Paplo, do PSL Amazonas, tornando obrigatório a realização de concurso para suprir cargos vagos.

    O presidente da Fenapef pontuou que assim que acertada a questão da distribuição das vagas pretende apoiar esse ‘gatilho’.

    Quanto ao PL, a Fenapef explica que o texto informa que se fará necessário a realização de novo concurso na PF sempre que o número de cargos vagos ultrapassar 5% do respectivo total de cargos existentes.

    “Segundo a justificativa apresentada pelo parlamentar no PL, a proposta tem como objetivo possibilitar que sejam realizados concursos públicos para recompor as vagas do quadro de servidores da Polícia Federal decorrente de aposentadorias, falecimentos e outras modalidades de vacâncias. O projeto não cria vagas nem despesa para a Administração Pública, apenas autoriza que seja recomposta a força de trabalho perdida em face dos cargos vagos”, destacou a categoria.

    Concurso PF: corporação aguarda pelo aval da Economia

    A última semana de outubro pode ser decisiva e definirá os rumos do concurso PF. A corporação aguarda pelo aval da Economia e espera que isso ocorra nos próximos dias, para que haja tempo hábil de cumprir o seu cronograma.

    A PF espera pode contar com aval em outubro para que a banca seja escolhida em seguida. O cronograma prévio da corporação prevê assinatura de contrato com a organizadora em 23 de novembro e edital em 8 de dezembro.

    Mas, para isso, é preciso primeiro que haja o aval do governo. O presidente Jair Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro já anunciaram a seleção, pelas redes sociais. Mas, a Economia ainda não manifestou uma data para autorizadas os concursos.

    É possível que a PF recebe aval para concurso na área policial e na área de apoio. Mas, o primeiro é prioridade e deve ser autorizado primeiro caso haja uma ordem.

    Cronograma sugestivo do concurso PF 2020

    Assinatura do contrato com a organizadora: 23 de novembro de 2020
    Publicação de edital: 08 dezembro de 2020
    Aplicação das provas objetivas e discursivas: 11 de abril de 2021
    Teste de Aptidão Física: 12 a 13 de junho de 2021
    Aplicação do exame médico: 17 e 18 de julho de 2021
    Prova de digitação: 22 de agosto de 2021
    Avaliação psicológica: 26 de setembro de 2021
    Heteroidentificação de candidatos negros: 31 de outubro de 2021
    Avaliação de títulos: 22 a 26 de novembro de 2021
    Resultado final: 21 de dezembro de 2021
    1º Curso de Formação: janeiro de 2022
    2º Curso de Formação: julho de 2022

    Resumo concurso PF

    Órgão: Polícia Federal
    Vagas: 2.508
    Cargos: escrivão, papiloscopista, delegado, agente, agente administrativo
    Escolaridade: níveis médio e superior
    Status: aguardando autorização
    Banca: a definir

    Confira a distribuição das vagas do concurso PF

    Área policial

    – 1.016 vagas de agente;
    – 600 vagas de escrivão;
    – 300 vagas de delegado; e
    – 84 vagas de papiloscopista.

    Área administrativa

    – Administrador – 21 vagas
    – Arquivista – oito vagas
    – Assistente social – 10 vagas
    – Bibliotecário – uma vaga
    – Contador – nove vagas
    – Economista – três vagas
    – Enfermeiro – três vagas
    – Engenheiro – uma vaga
    – Estatístico – quatro vagas
    – Farmacêutico – uma vaga
    – Médico – 65 vagas
    – Nutricionista – uma vaga
    – Odontólogo – 11 vagas
    – Psicólogo – cinco vagas
    – Técnico em assuntos educacionais – 13 vagas
    – Técnico em comunicação social – três vagas
    – Agente administrativo – 349 vagas

    O que precisa ter para concorrer no próximo concurso PF?

    Carreira Requisitos Remuneração
    Agente Nível superior em qualquer + CNH R$12.441,26
    Escrivão Nível superior em qualquer + CNH R$12.441,26
    Papiloscopista Nível superior em qualquer + CNH R$12.441,26
    Delegado Nível superior em Direito, experiência de três anos + CNH R$23.130,48
    Plano Especial de Cargos da PF Nível superior em várias áreas R$5.559,67
    Agente administrativo Nível médio completo R$4.710,76

     

  • PF e PRF: pedido têm avanço no planejamento

    Aqueles que almejam ingressar nas forças de segurança pública federal ganharam motivos para ficarem mais otimistas quanto à confirmação, ainda este ano, de uma nova oportunidade para as polícias Federal (PF) e Rodoviária Federal (PRF). Os processos relacionados às demandas das duas corporações avançaram no último dia 27 no Ministério do Planejamento e a expectativa agora é que sigam nos próximos dias para outros setores responsáveis por avaliar a liberação das seleções. Os pedidos abrangem 2.102 vagas em cargos das áreas policial e administrativa, com remunerações variando de R$5.027,72 a R$17.288,85 e contratações pelo regime estatutário (estabilidade).

    As demandas estão em três processos distintos, sendo que todos eles deixaram no último dia 27 a Coordenação-Geral de Carreiras, Concursos e Desenvolvimento de Pessoas da Secretaria de Gestão de Pessoas e Relações do Trabalho no Serviço Público (SEGRT), indo para a Coordenação Administrativa e Suporte Técnico (Coast). Para que os concursos recebam o sinal verde do Planejamento, as solicitações terão que passar ainda por setores como Consultoria Jurídica, Secretaria Executiva e Gabinete do Ministro.

    No caso da PF, trata-se de pedido de confirmação de previsão orçamentária para o preenchimento de 558 vagas de delegado (491 vagas) e perito (67), ambos com ganhos iniciais de R$ 17.288,85, incluindo o auxílio-alimentação, de R$ 458. O cargo de delegado é voltado para aqueles que possuem o bacharelado em Direito, além de três anos de experiência em atividade jurídica ou policial. Para perito, é exigida formação superior que varia conforme a área de atuação. Em ambos os casos, é preciso ter a carteira nacional de habilitação, na categoria B ou superior.

    A PRF, por sua vez, pediu autorização para a abertura de concurso para 1.500 vagas de policial rodoviário federal, com iniciais de aproximadamente R$ 7.900 (a partir de janeiro de 2017) e para 44 vagas em cargos de nível superior da área administrativa. Para ser policial rodoviário, é necessário possuir o ensino superior completo em qualquer área, carteira de habilitação (B ou superior) e de 18 a 65 anos de idade. Para a atividade meio, a solicitação é para vagas de administrador (19), engenheiro (17), estatístico (cinco) e técnico em comunicação social (três). Os iniciais são de R$ 5.027,72.

    Apesar das restrições aos concursos do Poder Executivo federal, a expectativa é que as seleções de PF e PRF sejam de fato liberadas, tendo em vista o elevado déficit de pessoal. A insuficiência de policiais em ambas as corporações já foi, inclusive, constatada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), no caso das fronteiras. A situação da PRF tende ainda a se agravar, em função da possibilidade de perda de 40% do efetivo atual (4 mil dos cerca de 10 mil ativos) nos próximos dois anos.

    O departamento realizou concurso para policial pela última vez em 2013, enquanto que o último concurso para delegado e perito da PF aconteceu em 2012. Em todos os casos, o organizador foi o Cespe/UnB. As contratações são pelo regime estatutário, que prevê estabilidade, e remuneração informada já inclui o auxílio-alimentação, de R$ 458.