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06/10/2021

Policia Penal de Pernambuco: edital deve sair ainda em outubro. 1.000 vagas | Nível superior

O edital do novo concurso para Polícia Penal de Pernambuco deve ter edital publicado ainda no mês de outubro. A previsão foi confirmada à Folha Dirigida nesta quarta-feira, 6, pela Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Estado.

Questionada sobre a escolha da banca organizadora, a pasta informou que o nome da instituição será divulgado nos próximos dias. Ainda não há informações se as provas serão realizadas ainda este ano ou ficarão para 2022.

“A previsão é que o edital seja publicado ainda este mês e a banca será divulgada em breve”, consta em nota enviada à reportagem.

No total, serão abertas 200 vagas imediatas para o cargo de policial penal (antigo agente penitenciário). Desse quantitativo, 15 serão destinadas a mulheres e 185 a homens. Ainda será formado um cadastro de reserva com 800 oportunidades.

O cargo tem como pré-requisitos: ensino superior em qualquer área e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) na categoria B. A remuneração inicial é de R$ 4.146,40.

O concurso Polícia Penal PE teve autorização anunciada em junho, pelo secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico.

“O governador do Estado autorizou um novo concurso, que já está em andamento, com 200 vagas e mais 800 vagas em cadastro de reserva”, disse o titular da pasta.

No mês de agosto de 2020, os deputados aprovaram a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que regulamentou a Polícia Penal de Pernambuco.

De autoria do governo, a medida transforma os agentes penitenciários em policiais penais. Eles passam a ter, oficialmente, a responsabilidade da segurança das unidades prisionais do Estado. Além de garantir os mesmos benefícios de policiais de outras corporações estaduais.

Último concurso Polícia Penal PE foi em 2017

Em 2017, foi realizado o último concurso para Polícia Penal de Pernambuco. A seleção foi organizada pela Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres PE).

A oferta foi de 85 vagas para agentes penitenciários, entre homens e mulheres. Houve reserva para pessoas com deficiência. A carreira exigiu o nível superior completo em qualquer área e Carteira de Habilitação na categoria B.

Na época, a remuneração inicial dos agentes era de R$3.872, incluindo benefícios como vale-transporte, vale-refeição e benefício penitenciário. O cargo teve jornada de trabalho de plantão com 24 horas de trabalho para 72 horas de descanso.

Com organização do Cebraspe (Cespe/UnB), os concorrentes foram avaliados por provas objetivas com 60 questões, distribuídas pelas seguintes disciplinas:

– Língua Portuguesa;
– Noções de Informática;
– Raciocínio Lógico;
– Direito Administrativo;
– Direito Constitucional;
– Direito Penal;
– Direito Processual Penal;
– Legislação Especial.

Também foi cobrada uma prova discursiva com tema na área de atualidades de Segurança Prisional e Direitos Humanos. As provas objetivas e discursivas foram realizadas no mesmo dia.

Os classificados ainda foram submetidos a outras etapas, como exames médicos, avaliação de capacidade física (com testes de flexão na barra ou estático na barra, impulsão horizontal, abdominal, natação e corrida).

Assim como avaliação psicológica, a fim de verificar personalidade, raciocínio e habilidades específicas do candidato, e investigação social. Os aprovados em todas as fases do concurso foram chamados para o curso de formação inicial da carreira.

Fonte: Folha Dirigida
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