Autor: Nuce Concursos

  • TAF para gestantes pode ter novas regulamentações. Confira!

    O teste de aptidão física (TAF) aplicado para gestantes pode ter novas regulamentações. É o que prevê um Projeto de Lei que tramita no Senado Federal. O texto propõe a remarcação de datas, mesmo que o edital não expresse essa possibilidade.

    O PL tem, como justificativa, o fato de que a condição das gestantes em testes de aptidão física causa preocupação para as empresas responsáveis e, também, Poder Judiciário. Isso porque o direito de não ser prejudicada no certame deve ser resguardado, tendo em vista a situação transitória.

    De acordo com o projeto, é dever do Poder Público proteger a maternidade, bem como o acesso da mulher ao mercado de trabalho. Por isso, o objetivo do PL é promover a igualdade de oportunidades entre os gêneros.

    Regras para remarcação
    Segundo a proposta, a remarcação pode ser solicitada pela candidata respeitando dia, local e horário determinado pela banca organizadora. Porém, a data não pode ser menor que 30 dias nem maior que 90 após o término da gestação.

    A comunicação deve ser feita pela própria candidata à banca organizadora, sob a pena de ser excluída da seleção. De qualquer forma, sua convocação dependerá da realização do TAF, bem como sua aprovação nesta etapa.

    Para que a candidata tenha acesso a esse direito, independe se a gravidez é prévia ou posterior à inscrição, o tempo de gestação, a condição clínica e física da candidata ou, ainda, a natureza do TAF. Porém, a remarcação deve ser feita mediante apresentação de documento que comprove o estado gestacional.

    O documento deve ser proveniente de profissional médico, acompanhado de exame laboratorial. Em caso de informações falsas, a candidata poderá ser excluída do certame, além de sujeita a medidas legais.

    A autoria do PL é do senador Fernando Bezerra Coelho e sua tramitação do PL segue desde março. O projeto aguarda relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania e vigorará como lei após sanção presidencial e publicação.

  • PMPE: edital publicado! 500 vagas

    O edital do concurso público para o preenchimento de 500 vagas do cargo de praça da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) foi publicado na edição desta sexta-feira (8) do Diário Oficial do Estado. Segundo o documento, o período de inscrição será entre o próximo domingo (10) e 16 de julho. A remuneração inicial do policial militar formado é de R$ 2.819,88.

    Os candidatos devem ter ensino médio completo, altura mínima de 1,65m para homens e 1,60m para mulheres, carteira de habilitação categoria B e entre 18 e 29 anos. A taxa de inscrição no certame custa R$ 135. Os selecionados receberão bolsa-auxílio de R$ 1,1 mil durante os seis meses do curso de formação, que será aplicado no Campus de Ensino Metropolitano (Cemet I), localizado no bairro do Curado, em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana do Recife.

    A prova de conhecimentos será aplicada em 26 de agosto e os resultados, assim como a convocação para as etapas seguintes de exames médicos, de aptidão físicas e avaliação psicológica será em 12 de setembro. O curso de formação, de responsabilidade da Secretaria de Defesa Social (SDS) deverá começar após março de 2019. O concurso terá validade de dois anos a partir da data da primeira homologação do resultado final. Serão chamados os 500 candidatos melhores classificados na primeira fase e aptos em todas as demais fases da primeira etapa.

    O Instituto de Apoio à Fundação Universidade de Pernambuco (IAUPE) é responsável pela execução do certame. Do total de 500 vagas, 25 serão destinadas a pessoas com deficiência, o equivalente a 5%, conforme previsto na Constituição Federal.

    Clique aqui e confira o edital.

  • PM-AL: Cebraspe assina contrato. 500 vagas

    A Secretaria de Estado do Planejamento e Gestão (Seplag) divulgou na manhã desta segunda-feira (4) que contratou o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) para a realização do novo concurso para soldado combatente da Polícia Militar de Alagoas.

    A assinatura do contrato foi no último dia 29 de maio e tem vigência de 24 meses a partir da data da assinatura.

    De acordo com a publicação, serão ofertadas 500 vagas. As provas objetivas serão realizadas em Maceió e em Arapiraca. Outras etapas, como avaliação médica das condições de saúde física e mental, teste de aptidão física e investigação social serão realizadas apenas em Maceió.

    A publicação diz ainda que o valor estimado do contrato é de R$ 1,21 milhão, considerando o número 20 mil inscritos no concurso. Mas, esse valor pode mudar de acordo com o número excedente de inscritos.

    O edital deverá será lançado ainda este mês, segundo anunciou o governador Renan Filho (PMDB).

    Nesta manhã, durante entrega da sede reformada do Batalhão da Radiopatrulha, o governador afirmou que a realização do novo concurso não sofrerá interferência devido à recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) para que seja convocada a Reserva Técnica da PM-2006.

    “Decisão judicial, se houver o trânsito em julgado e obrigatoriedade de contratar, o governo fará. Isso não tem nenhuma repercussão com relação aos novos concursos”, disse Renan Filho.

  • 145 concursos com inscrições abertas reúnem 17,5 mil vagas

    Pelo menos 145 concursos públicos no país estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (4) e reúnem 17.474 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 26.125,17 no Tribunal de Justiça de Minas Gerais.

    CONFIRA AQUI A LISTA COMPLETA DE CONCURSOS E OPORTUNIDADES

    Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso.
    Entre os principais concursos federais abertos estão:

    Aeronáutica, que inscreve para 104 vagas;
    Conselho Federal de Biologia, que oferece 100 vagas;
    Exército, com 445 vagas;
    Marinha, que reúne 338 vagas em três editais

    Nesta segunda-feira, pelo menos 16 órgãos abrem o prazo de inscrições para quase 3 mil vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 16.396,06 no Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul. Só na Secretaria de Estado de Segurança Pública e Administração Penitenciária do Paraná são 1.156 vagas de nível médio. Veja abaixo as informações de cada concurso:

    Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia
    Inscrições: até 08/06/2018
    8 vagas
    Salários de até R$ 2.729,76
    Cargos de nível superior
    Veja o edital

    Câmara Municipal de Jucurutu (RN)
    Inscrições: até 01/07/2018
    4 vagas
    Salários de até R$ 2.500,00
    Cargos de nível médio e superior
    Veja o edital

    Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar (Famesp)
    Inscrições: até 14/06/2018
    17 vagas
    Salários de até R$ 4.048,66
    Cargos de nível fundamental, médio e superior
    Vagas para Bauru, Botucatu, Itapetininga e Tupã
    Veja o edital

    Prefeitura de Curvelândia (MT)
    Inscrições: até 11/06/2018
    21 vagas
    Salários de até R$ 1.711,11
    Cargos de nível médio e superior
    Veja o edital

    Prefeitura de Dumont (SP)
    Inscrições: até 19/06/2018
    16 vagas
    Salários de até R$ 1.858,50
    Cargos de nível fundamental, médio e técnico
    Veja o edital

    Prefeitura de Itagimirim (BA)
    Inscrições: até 24/06/2018
    79 vagas
    Salários de até R$ 6.500,00
    Cargos de nível fundamental, médio e superior
    Veja o edital

    Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes (PE)
    Inscrições: até 25/06/2018
    1.014 vagas
    Salários de até R$ 2.314,16
    Cargos de nível médio e superior
    Veja o edital

    Prefeitura de Leopoldina (MG)
    Inscrições: até 08/06/2018
    6 vagas
    Salários de até R$ 1.035,00
    Cargos de nível fundamental
    Veja o edital

    Prefeitura de Monte Azul (MG)
    Inscrições: até 04/07/2018
    201 vagas
    Salários de até R$ 1.871,63
    Cargos de nível fundamental, médio e superior
    Veja o edital

    Prefeitura de Monte Alegre de Minas (MG)
    Inscrições: até 03/07/2018
    276 vagas
    Salários de até R$ 2.340,17
    Cargos de nível fundamental, médio e superior
    Veja o edital

    Prefeitura de Passos (MG)
    Inscrições: até 22/06/2018
    93 vagas
    Salários de até R$ 7.235,31
    Cargos de nível fundamental, médio e superior
    Veja o edital

    Prefeitura de Vermelho Novo (MG)
    Inscrições: até 03/07/2018
    56 vagas
    Salários de até R$ 7.300,00
    Cargos de nível fundamental, médio e superior
    Veja o edital

    Prefeitura de Triunfo (RS)
    Inscrições: até 06/06/2018
    8 vagas
    Salários de até R$ 3.032,20
    Cargos de nível médio e superior
    Veja o edital

    Prefeitura de Volta Redonda (RJ)
    Inscrições: até 11/06/2018
    8 vagas
    Salários de até R$ 9,79/hora
    Cargos de nível fundamental e superior
    Veja o edital

    Secretaria de Estado de Segurança Pública e Administração Penitenciária do Paraná
    Inscrições: até 12/06/2018
    1.156 vagas
    Salários de até R$ 3.024,16
    Cargos de nível médio
    Veja o edital

    Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul
    Inscrições: até 06/07/2018
    18 vagas
    Salários de até R$ 16.396,06
    Cargos de nível superior
    Veja o edital

  • Iphan: Cebraspe definido como banca organizadora. 411 vagas

    Depois de receber, no último 3 de maio, autorização para o novo concurso público, o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) já avançou os preparativos para a abertura das 411 vagas. Nesta semana, o Cebraspe, antigo Cespe/UnB, foi escolhido por meio de dispensa de licitação para ser a banca organizadora.

    Do total de oportunidades, 131 serão para a carreira de auxiliar institucional, 176 para técnico e 104 para analista. A primeira posição requer ensino médio completo, enquanto as demais necessitam de formação superior.

    Segundo a vigente tabela de remuneração dos servidores federais, os salários são de R$ 3.877,97 para auxiliar e de R$ 5.493,29 para as outras duas funções. Os valores já incluem o auxílio-alimentação de R$ 458.

    O prazo para o lançamento do edital do concurso do Iphan é de até seis meses, ou seja, até 3 de novembro de 2018. Porém, é bem provável que seja publicado antes do prazo

    A expectativa é de que as oportunidades sejam preenchidas em diversos Estados, incluindo São Paulo, como nos últimos certames.

    Último concurso do Iphan

    A seleção anterior do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico ocorreu em 2009. Na época, foram abertas 187 vagas e a banca organizadora contratada foi a Universa.

    Para nível superior, o concurso do Iphan teve 117 ofertas, sendo 57 para analista e 60 para técnico. O ensino médio foi requisito para 70 oportunidades de auxiliar institucional.

    Todos os concorrentes passaram por avaliações objetivas com questões sobre língua portuguesa, inglês, raciocínio lógico, fundamentos das atividades relacionadas a gestão do patrimônio cultural, fundamentos da administração pública (gestão pública e fundamentos de direito constitucional e administrativo), noções de informática e/ou conhecimentos específicos. Depois, os participantes de nível superior foram submetidos a provas objetivas e análise de títulos.

    Os postos foram distribuídos entre as cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Mariana (MG), Vitória (ES), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), São Miguel das Missões (RS), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT) Goiânia (GO), Aracaju (SE), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Recife (PE), Natal (RN), Salvador (BA), São Luiz (MA), Teresina (PI), Parnaíba (PI), Belém (PA), Boa Vista (RR), Macapá (AP), Manaus (AM), Palmas (TO), Porto Velho (RO) e Rio Branco (AC), além de Brasília (DF).

    Sobre o órgão

    O Iphan é uma autarquia federal, vinculada ao Ministério da Cultura, responsável por preservar os diferentes elementos que compõem a sociedade brasileira. Tendo como missão promover e coordenar o processo de preservação do patrimônio cultural brasileiro, garantir o direito à memória e contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil.

  • INSS reforçou o pedido de novo concurso. Nível médio e superior

    O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) reforçou o pedido de abertura de novo concurso público junto ao Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG). O documento, encaminhado no início de maio, solicita autorização urgente para o preenchimento de 10.468 vagas, número inferior ao requerido no ano passado, de 16.548 oportunidades.

    As chances requeridas são para os cargos de técnico do seguro social (6.034 vagas), analista do seguro social (2.222) e perito médico previdenciário (2.212). Tais ofertas são para novo certame e a convocação de remanescentes.

    Das vagas solicitadas inicialmente no pedido do concurso INSS 2018/2019, pelo menos 7.580 são para a abertura de novo concurso público a partir de 2018. Destas chances, 3.941 são para técnico (área meio), 1.493 para analista (diversas formações) e 2.146 para perito.

    Consta na nota técnica enviada pelo INSS ao Planejamento que as demais ofertas são para as seguintes situações: 2.644 vagas para os excedentes da seleção vigente (2.114 para técnico e 530 para analista) e 6.324 que podem ser tanto para o atual processo seletivo quanto para o novo certame (6.160 para técnico e 164 para analista).

    A expectativa é de que o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão libere o mais rápido possível a autorização para que o novo concurso do INSS aconteça entre 2018 e 2019.

    Sobre os cargos do novo concurso do INSS 2018/2019

    A carreira de técnico do seguro social é uma das mais visadas pelos concurseiros, ainda mais que exige apenas ensino médio completo e apresenta salário inicial de R$ 5.344,87, já considerando o auxílio-alimentação de R$ 458.

    O emprego de analista exige formação superior em diversas áreas de atuação (incluindo serviço social, administração, engenharia, direito, pedagogia, psicologia, comunicação, ciências sociais, arquitetura e letras, entre outras), sendo que a remuneração corresponde a R$ 7.954,09 por mês, contado com o benefício alimentação.

    Já a posição de perito destina-se aos profissionais com graduação em medicina e registro no respectivo conselho regional. O inicial é de R$ 8.988,41, também com o auxílio.

    Defasagem de pessoal no INSS

    Atualmente, o órgão conta com uma defasagem de quase 20 mil servidores em todo o país, sendo que o maior déficit é para a função de técnico. Com esse quadro, o INSS não consegue atender com eficiência à população.

    A situação ainda está mais crítica porque o governo federal diminuiu os recursos para o instituto. Consta no site da Fenasps que um técnico do seguro social, não identificado, comentou que o cenário está caótico: “Falta dinheiro para tudo. Estamos operando no limite da irresponsabilidade. Não por acaso, as pessoas têm reclamado demais do atendimento. O estresse é total”.

  • PF: Cebraspe organizará próximo concurso. Edital até julho

    Boa notícia para quem aguarda o edital do novo concurso público da Polícia Federal (PF) que terá 500 vagas. O departamento de comunicação da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) confirmou que o órgão já definiu a banca organizadora, sendo escolhida o Cebraspe, antigo Cespe/UnB.

    A Fenapef ainda informou que a previsão é de que o edital do processo seletivo seletivo seja publicado até julho. Agora, o próximo passo deve ser a assinatura do contrato de prestação de serviços com a organizadora.

    Autorizado em 20 de abril, conforme publicação no Diário Oficial da União, o concurso da PF contemplará 150 oportunidades para o cargo de delegado, 60 para perito criminal, 80 para escrivão, 30 para papiloscopista e 180 para agente.

    Vale lembrar que, de acordo com o decreto presidencial 8.326, de 2014, a PF pode iniciar novo concurso para seus quadros sempre que constatada uma defasagem de pelo menos 5% dos servidores, sem necessidade de autorização prévia do MPDG para realizar o certame. Ainda assim o órgão precisa de confirmação do Planejamento de que dispõe de verbas para as contratações.

    Para concorrer aos cargos de agente, papiloscopista e escrivão basta possuir curso de nível superior em qualquer área de formação. Para perito, nível superior em áreas específicas, e para delegado, superior em direito, com pelo menos três anos de atividade jurídica ou policial, comprovados na data da posse. Para todos os cargos, os aprovados também deverão possuir carteira de habilitação a partir da categoria “B”, quando da posse.

    Normalmente, a lotação do concurso da PF é feita preferencialmente nos postos de fronteira e nos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia e Roraima, permitindo a remoção de pessoal nestas localidades. Obedecidas estas condições, o preenchimento pode ser feito em todos os estados, de acordo com as necessidades.

    A aplicação das provas da PF costuma ser feita em todas as capitais, exceto o exame oral, que ocorre somente em Brasília.

    Para os cargos de agente, papiloscopista e escrivão, a remuneração atual é de R$ 12.441, 26, já considerando o auxílio-alimentação de R$ 458. Além disso, as duas categorias contarão com reajuste em janeiro de 2019, subindo para R$ 12.980,50.

    Para perito e delegado, o inicial atualmente é de R$ 23.130,48, mas contará com reajuste em janeiro de 2019, quando passará para R$ 24.150,74.

    Para todos os cargos, a jornada de trabalho é de 40 horas semanais.

    Progressão na PF

    Para os agentes, papiloscopistas e escrivães, na segunda classe, as remunerações, com o benefício, são de R$ 12.940,69 em 2018, indo para R$ 13.502,41 em janeiro de 2019. Para a primeira classe, R$ 15.067,83 em 2018, indo para R$ 15.725,27 em 2019. Na classe especial, R$ 18.306,60 em 2018, mudando para R$ 19.109,79 em 2019.

    Para perito e delegado, na segunda categoria, R$ 23.710,07 em 2018, indo para R$ 24.756,42 em 2019. Na primeira, R$ 27.105,60 em 2018, indo para R$ 28.304,74 em 2019. Finalmente, na classe especial, R$ 30.062,70 em 2018, indo para R$ 31.394,91 em 2019.

    Mudanças na carreira

    Além da possibilidade de reestruturação na carreira, já tramita, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal, a proposta de emenda à constituição 73/2013, que prevê a união das atividades dos cargos de perito, escrivão, papiloscopista e delegado dentro de uma nova carreira, chamada de servidor policial federal. De acordo com a proposta, caso aprovada, os candidatos passarão a prestar concurso público unificado e seriam lotados nas unidades da PF de acordo com suas habilidades e áreas de formação.

    O texto prevê a possibilidade de crescimento dentro da carreira unificada, por meio de promoção e progressão funcional, a serem estabelecidas por lei.

    De acordo com o senador Randolfe Rodrigues (Rede/AP), relator da matéria, a carreira única é a forma em que estão estruturadas as instituições policiais de referência no mundo, como o Federal Bureau of Investigation (FBI) e a própria Polícia Rodoviária Federal (PRF). Caso aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça, a proposta já poderá ser encaminhada para votação em plenário, em dois turnos.

    Carência de servidores na PF

    Mesmo com a perspectiva de novos concursos, a carência de pessoal da PF é considerada muito grande que a perspectiva de vagas. De acordo com dados apontados pelo presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Luis Antônio de Araújo Boudens, durante o Fórum Nacional dos Concursos Públicos, realizado em 2017, a corporação conta com uma necessidade de nada menos do que 13.300 servidores. Além disso, segundo ele, caso o concurso para delegados não seja realizado o quanto antes, a carência de pessoal para o cargo pode chegar a 800 servidores nos próximos anos em decorrência de 400 aposentadorias previstas.

    O presidente do Fenapref reforça que a maior necessidade na PF é para o cargo de agente que, conta com nada menos do que 6.400 postos em aberto, seguido da área administrativa, com necessidade de 5.300 servidores. Além disso, para escrivães são necessárias 1.200 contratações, além de 400 para papiloscopistas.

    De acordo com o sindicalista, o governo cobra a proteção das fronteiras, o que se torna impossível sem que haja um quantitativo de pessoal adequado, bem como investimentos em tecnologia, o que considera impossível com um orçamento decrescente. Além disso, ressalta que o órgão não tem como abrir outras unidades de policiamento pela falta de pessoal para ocupar os respectivos postos. Explica que a PF não abre novas unidades há cinco anos, período no qual apenas foram reformados prédios. “Nenhum gestor tem coragem de abrir novas unidades da Polícia Federal em nenhum local do país, pois não temos efetivos, policiais e servidores administrativos para trabalhar nestas unidades”, diz. “As consequências disso são a não proteção da fronteira e o impedimento do órgão de oferecer um serviço com qualidade”.

    Além disso, diz que muitas vezes tem sido divulgado que a Polícia Federal tem feito mais do que fazia antes, o que considera uma mentira. “Nós fazemos menos operações do que fazíamos, mas começamos a chamar de operação aquilo que realmente não é”, diz. “Antes havia um conjunto de ações contra o crime organizado que costumávamos chamar de ações, sempre com uma média de 150 a 200. Hoje qualquer intimação já é chamada de operação. Qualquer ação ordinária é chamada de operação para mascarar a realidade e mostrar que fazemos mais operações do que antes”, diz.

    Delegado da Polícia Federal

    Boudens aponta que, somente para o cargo de delegado existem, atualmente, 491 vagas em aberto, que a PF tem tentado suprir com a realização do novo concurso. “Isto representa 28% do nosso efetivo, ou seja, um terço do nosso efetivo vago e a consequência é evidente. Como cada delegado poderia fazer umas duas operações por ano, esta realidade representa, no mínimo, 800 operações a menos a cada ano”. Além disso, de acordo com ele, com a reforma da previdência e a possibilidade da extinção do abono de permanência, todo mundo que está com abono de permanência irá se aposentar, bem como aqueles que já possuem condições de pedir aposentadoria. Com isto, de acordo com ele, a perspectiva é de que, em um período de dois ou três anos, mais 400 delegados se aposentem.

    A Polícia Federal, de acordo com ele, possui atualmente 180 mil investigações em andamento. “Nem todas as investigações viram ações. Precisamos delimitar as prioridades, mas dentro desta realidade de defasagem de pessoal, nem isto é possível. Por isto, a PF acaba mascarando números e de um total de duas mil por ano, acabamos fazendo aproximadamente 300”.

    Dentro de um contexto histórico, diz que em 1978, a PF contava com 500 delegados. Já em 1995, os mesmos 500 delegados. Em 2000, eram 700 delegados no país. “Até então, as principais atividades eram o combate às drogas e garimpo. Mas era uma atividade bastante limitada e uma atuação muito aquém do que poderia ser feito. Em 2001 foi realizado um concurso para 500 delegados, quase dobrando o efetivo. Do concurso até aposse são quase três anos. Isso preocupa, pois como temos quase 400 que podem se aposentar nos próximos anos, se abrir um concurso hoje,ficaríamos com 800 vagas em aberto. Hoje temos 1.717 delegados em atividade. Tivemos concurso em 2001 e 2004 para mais 500 cada, dobrando o efetivo. Mas em 2009, o quadro foi congelado, quando estava com 1.852. Agora estamos em um processo de desmonte”, diz. “Em 2018 devemos voltar ater o efetivo que possuíamos em 2003”, reforça.

    Administrativos

    Já no quadro administrativo, diz que em 2004 o efetivo foi aumentado. “No FBI, por exemplo, para cada policial existem de seis a sete administrativos. No Brasil é o contrário. Em 2004 o efetivo cresceu, mas depois não foram feitos novos concursos e a PF passou a terceirizar as ações em aeroportos, o que não deu certo. Acabaram as terceirizações,mas não foram repostos os administrativos. Hoje, nosso quadro de administrativos é menor do que o de 2004, ao passo que as atribuições da PF aumentaram”. De acordo com ele, em 2014 aumentou um pouco pela substituição de alguns terceirizados.

    Autonomia

    O sindicalista ressalta, ainda, que a Polícia Federal conta com decreto de 2014 que permite a realização de concurso sem autorização do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) sempre que a carência de pessoal chegar a 5% do quadro. Porém, diz que, na prática, o decreto não está funcionando, uma vez que para isto é preciso ter orçamento, atestado pelo MPOG. “Não adianta ter autorização para fazer o concurso se não há orçamento para isto”. A solução, segundo ele, seria conquistar a autonomia do órgão. Para isto, já existe, segundo ele, uma campanha neste sentido, desde dezembro de 2015. “Sem a autonomia, não conseguimos avançar. Nós sabemos que, muitas vezes, a Polícia Federal tem por ação investigar atos de desvios praticados por membros do governo. Por isto existe, sim, resistência por parte de grupos no poder, no sentido de controlar as atividades da Polícia Federal e não existe, em nenhum lugar no mundo, uma instituição que tenha por finalidade investigar os atos do governo que não possua autonomia”.

    Ressalta, ainda, que um avanço foi a lei 13.047, que determina que a direção da Polícia Federal compete aos delegados. “Com isto, conseguimos evitar que alguém de fora da instituição fosse nomeado para a direção geral e das atividades da PF. Até 2014, qualquer pessoa poderia ser nomeada como diretor da corporação. Mas ainda não conseguimos avançar com o fim dos cargos comissionados, que buscamos trocar por funções comissionadas, ou seja,exclusivas para preenchimentos por funcionários concursados de carreira”.

    Últimos concursos da Polícia Federal

    Com relação aos novos concursos previstos, para agente o último concurso ocorreu em 2014, quando foram registrados 98.101 inscritos para a oferta de 600 vagas. Para escrivão, a última seleção ocorreu em 2012, com 83.619 inscritos para 350 vagas. Para perito e delegado, os últimos certames ocorreram em 2012, com 35.800 inscritos para a oferta de 100 vagas de perito e 46.633 participantes para 150 postos de delegado.Para todos os cargos, a organizadora foi o Cespe/UnB. Para perito, o concurso da Polícia Federal contou com provas objetivas e discursiva, testes de aptidão física, exame médico, avaliação psicológica e análise de títulos. A parte objetiva teve 120 itens, sendo 50 de conhecimentos básicos e 70 de conhecimentos específicos. Os aprovados em todas as fases foram submetidos a um curso de formação profissional.
    No caso de delegado, o Cespe/UnB formulou provas objetiva e discursiva, exames de aptidão física, exame médico,avaliação psicológica, análise de títulos e prova oral, além do curso deformação. A parte objetiva contou com 120 questões e a discursiva, com três questões dissertativas e elaboração de peça profissional.

    Para perito, as opções foram para áreas de ciências contábeis ou econômicas, engenharia em diversas especialidades, ciências da computação, geologia, química, biomedicina, medicina, odontologia e farmácia.

  • PM-SE: inscrições para 330 vagas terminam na próxima quinta, dia 24

    Está em andamento o edital de abertura de concurso público da Polícia Militar de Sergipe (Concurso PM SE 2018) para o preenchimento de 330 vagas nos cargos de Soldado PM 3ª Classe Combatente (300) e Oficial (30). O Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), responsável pela coordenação do certame, informou que as inscrições foram prorrogadas até 24 de maio de 2018.

    “Acho que é um momento importante para a administração. Há necessidade dos governos realizarem concursos para a Polícia Militar e outras áreas, também como Corpo de Bombeiros, não somente pelo crescimento, mas também pela necessidade que o estado tem de manter sempre um número de policiais, de efetivo que atenda as necessidades”, disse o Governador Jackson Barreto.

    O chefe do executivo estadual também destacou a importância do investimento na segurança. “Só melhora a segurança pública quando você investe na segurança, em aumentar o efetivo da polícia militar. O concurso fala em 300, mas o concurso passado que nós fizemos falava em 600, eu acabei nomeando 1300, todos foram nomeados. Estamos cumprindo a promessa de realizar concurso para Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Guarda Prisional, estou com a consciência tranquila que fiz o máximo pelo meu estado”, concluiu.

    Das 300 vagas de Soldado, 216 são para candidatos do sexo masculino e 54 para o sexo feminino. As 30 vagas restantes serão reservadas aos afrodescendentes, sendo 24 para os homens e seis para as mulheres.

    Já para o quadro de Oficiais Combatentes, das 30 vagas, 24 serão destinadas aos homens e seis as mulheres, conforme disposto no quadro a seguir:

    Inscrição Concurso PM SE 2018

    Os interessados em concorrer a uma das vagas poderão se inscrever entre 09 horas do dia 09 de abril e 23 horas e 59 minutos do dia 24 de maio de 2018, no site oficial da organizadora (www.ibfc.org.br). A taxa de inscrição custará R$100,00.

    Provas Concurso PM SE 2018

    As avaliações objetivas serão aplicadas na grande Aracaju-SE no dia 1º de julho de 2018, nos locais e horários que serão divulgados a partir do dia 25 de junho no site da organizadora. Os gabaritos oficiais preliminares serão divulgados no dia 02 de julho.

  • MEC: autorizadas 1.205 vagas para professores e técnicos administrativos.

    O Ministério da Educação (MEC) informou nessa quarta-feira (16/5) que algumas instituições que fazem parte da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica estão autorizadas a contratar 1.205 professores e técnicos administrativos. A decisão foi publicada por meio da portaria nº 447, no Diário Oficial da União. Segundo o MEC, as oportunidades são “prioritariamente” para novos concursos, porém, como os Institutos têm autonomia, podem utilizar essas vagas em concursos anteriores, caso o concurso ainda esteja com validade.

    As vagas atenderão 32 institutos federais, dois centros federais de educação tecnológica e o Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Do total de novas vagas, 810 são para professores e 395 para técnicos administrativos em educação. Ainda segundo o MEC, informações sobre datas, salários e cronogramas serão divulgadas posteriormente pelos próprios institutos.

    O Instituto Federal de Brasília (IFB) também será contemplado pela autorização com 11 vagas distribuídas nos cargos de administrador, relações públicas, técnico em assuntos educacionais e tecnólogo de formação. Porém, segundo o IFB, as contratações serão para provimento de concursos vigentes e no momento não há previsão de um novo certame.

    Em nota, o ministro da Educação, Rossieli Soares, informou que as novas vagas são importantes porque garantem a continuidade da oferta e a qualidade do ensino nas instituições da Rede Federal. “Como nós temos o processo de expansão da Rede Federal e da oferta do ensino técnico, precisamos garantir que essa oferta seja 100% executada. Então, a cada ano, os institutos vão pedir novas contratações porque eles ampliaram a quantidade de matrículas, ou porque aquele curso começou com um número de professores, e para continuar precisa contratar professores”, disse o ministro.

    A secretária de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Eline Nascimento, reforçou as contratações e destacou que os técnicos administrativos em educação têm um papel muito específico dentro da educação profissional. “Por isso, é importante não só garantir o quadro de professores, mas também o quadro de técnicos para atendimento à população. Isso é fundamental para melhorar a qualidade do ensino”, diz Eline Nascimento.

    Rede

    A Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica possui mais de um milhão de matrículas e 650 unidades de ensino. Integram a Rede 38 institutos federais, dois centros federais de educação tecnológica, o Colégio Pedro II e 23 escolas técnicas.