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Tag: concurseiro

  • Delegado PE: retomada para concurso para delegados é tratada

    O concurso para delegado da Polícia Civil de Pernambuco, após pouco mais de um mês, permanece suspenso. De acordo com o gerente geral de Articulação e Integração Institucional Comunitária da Secretaria de Defesa Social, Manoel Caetano, “a SDS ainda está realizando, conjuntamente com a Secretaria de Administração, as tratativas sobre uma nova data para realização do concurso”. A suspensão ocorreu após a publicação de uma liminar concedida, em ação cautelar, pelo juiz Évio Marques da Silva, da 2ª Vara da Fazenda Pública, que questionou a contratação da Upenet como organizadora.

    Quando o concurso for retomado, serão aplicadas provas objetivas e discursivas aos candidatos que aguardam por nova data de realização. Além disso, haverá ainda outras etapas de testes físicos, avaliação psicológica, exames médicos, investigação social e curso de formação profissional. Serão contratados, sob o regime estatutário, 100 novos delegados, com formação superior em Direito. A remuneração inicial do cargo corresponde a R$ 9.069,81, isto sem a gratificação de chefia de delegacia, de aproximadamente R$ 1 mil, e o programa de jornada extra, que pode chegar a R$ 2.160, totalizando um vencimento de até R$ 12.229,81. A carga horária é de 40 horas semanais.

  • TCU: edital previsto para amanhã, dia 09.

    O concurso para o Tribunal de Contas da União (TCU) deverá ter o edital publicado na próxima terça-feira, dia 9. Segundo uma fonte ligada à seleção, a confirmação dessa data depende apenas da oficialização do Cespe/UnB como organizador, prevista para acontecer a qualquer momento. O edital está praticamente finalizado, faltando apenas alguns ajustes, que deverão ser feitos em breve. Caso a previsão seja cumprida, a expectativa é que as inscrições iniciem este mês, e que as provas ocorram entre meados de agosto e início de setembro, respeitando o prazo de 60 dias entre a publicação do edital e os primeiros exames. Conforme a Assessoria de Comunicação do TCU, o tempo maior necessário para que o edital seja divulgado deve-se às adequações necessárias em razão das mudanças na disponibilidade de cargos vagos desde a aprovação do concurso.

    Das 108 vagas que serão disponibilizadas, 42 destinam-se a técnico federal de controle externo, na especialidade técnica administrativa, cargo de nível médio com remuneração de R$ 10.470,01, inclusos os R$ 784,74 de auxílio-alimentação. Essas oportunidades são para Brasília (32), Maranhão (2), Acre (1), Mato Grosso (1), Amazonas (1), Bahia (1), Pará (1), Pernambuco (1), Rondônia (1) e Roraima (1). As outras 66 serão para auditor federal de controle externo, sendo 36 na área de Auditoria Governamental e 30 na de Tecnologia da Informação, com ganhos de R$ 17.513,86, também incluído o auxílio-alimentação, de R$ 784,74. As de auditor na primeira especialidade serão distribuídas da seguinte maneira: Brasília (29), Acre (2), Amazonas (1), Amapá (1), Mato Grosso (1), Pará (1) e Roraima (1).

    Para a área de TI, todas as vagas serão destinadas à capital federal. Apesar de não haver vagas para todos os estados, as altas remunerações e a estabilidade empregatícia deverão atrair candidatos de todo o país. O TCU é uma das principais instituições da República, auxiliando o Congresso Nacional na fiscalização financeira, contábil, orçamentária e patrimonial da União. Os últimos concursos foram realizados em 2012 e 2013, também sob responsabilidade do Cespe/UnB.

  • IBGE – Diretor diz que abertura de novo concurso é inevitável

    IBGEO Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tem cobrado o seu concurso ao Ministério do Planejamento. Quem informou foi o diretor de pesquisas do IBGE, Roberto Olinto, na última sexta-feira, dia 29, em evento comemorativo dos 79 anos da fundação. Ainda segundo o dirigente, essa seleção faz parte de uma política que prevê concursos periódicos na instituição. Na visão dele, a abertura do concurso é inevitável. “Nós continuamos insistindo no concurso, que segue sob análise no Ministério do Planejamento, e temos cobrado essa seleção permanentemente. As necessidades estão em vários níveis, dentro de um plano de recomposição de aposentadorias e, inclusive, para atender a novas demandas. Essa seleção faz parte de uma política permanente de concursos, pois o IBGE está sempre preocupado com isso.”
    O diretor de pesquisas revelou ainda que as vagas serão para todo o país, incluindo o Rio de Janeiro. Ele orientou os interessados a estudarem, pois o concurso irá acontecer. “Não temos como dizer ainda quando o edital será publicado, porque o processo encontra-se no Ministério do Planejamento. As vagas serão distribuídas pelo Brasil inteiro, incluindo o Rio. Esse concurso vai acontecer, sem dúvida nenhuma, e os interessados podem estudar”, assinalou. A presidente do IBGE, Wasmália Bivar, também aconselhou os interessados a estudarem: “Quem deseja ingressar no IBGE deve estudar sempre. Nós temos a perspectiva de fazer concursos, e queremos que os servidores do instituto sejam qualificados”.

    Movimentações – O IBGE solicita 1.564 vagas, sendo 1.044 para técnico em informações geográficas e estatísticas, de nível médio, e 520 de analistas e tecnologistas, que exigem nível superior. Para o cargo de 2º grau, a remuneração é de R$3.323,91, e no caso das funções de nível superior, de R$7.039,83, podendo aumentar para R$7.414,04, R$7.788,25 ou R$8.691,63, dependendo, respectivamente, de títulos de aperfeiçoamento, mestrado ou doutorado. Todos os valores incluem o auxílio-alimentação, de R$373. Após negociações, o diretor-executivo do IBGE, Fernando Abrantes, disse à Associação e Sindicato Nacional dos Servidores do IBGE (ASSIBGE-SN) que deverão ser autorizadas 660 vagas, sendo 400 para o 2º grau e 260 para o 3º. Essa informação, porém, não foi confirmada pelo diretor de pesquisas, na última sexta, 29.

    O processo de autorização teve diversas movimentações nos últimos dias. Segundo o site Protocolo Integrado, onde é possível acompanhar as tramitações dentro do Ministério do Planejamento, a solicitação encontra-se com diretores da Secretaria Executiva da pasta. O processo foi enviado para esse setor na última sexta, 29, após passar pela Secretaria Executiva, Assessoria Técnica e Administrativa, Coordenação-Geral do Setor de Desenvolvimento Econômico e Produtivo II, Departamento de Modelos Organizacionais, Secretaria de Gestão Pública e Coordenação-Geral Jurídica de Recursos Humanos. O pedido passou por todos esses setores somente na última semana. Aliado a isso, o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, afirmou na última quarta-feira, dia 27, que os concursos federais e as nomeações começarão a ser liberados nas próximas semanas.

    Sindicato cobra o reforço de pessoal

    A Associação e Sindicato Nacional dos Servidores do IBGE (ASSIBGE-SN) aproveitou o evento da última sexta-feira, dia 29, para manifestar-se. Os servidores concentraram-se em frente ao Teatro Carlos Gomes, no Centro do Rio de Janeiro, e, posteriormente, dentro do local, para fazer cobranças, entre elas, o concurso. Segundo o diretor da ASSIBGE-SN, Nelson Thomé Filho, a seleção é inevitável. “Se esse concurso não ocorrer em 2015, a situação irá se agravar”, destacou. Na lista de pedidos encontram-se concursos que garantam o número de servidores necessário ao bom funcionamento do IBGE; verbas para a realização dos trabalhos; reestruturação do plano de carreira e salários; fim da compensação do trabalho imposto, em função da greve do ano passado; democratização da gestão do IBGE e fim das medidas antisindicais. O sindicato entregou ainda uma carta aberta à população, com todas as solicitações.

    Segundo Nelson, o IBGE está passando por uma crise em relação à sua independência, orçamento e gestão. Ainda de acordo com ele, hoje há 5.800 servidores no instituto, 5.200 temporários e 500 estagiários. Além disso, 40% do efetivo podem aposentar-se. “Desde quando o trabalho temporário começou a ser aplicado no IBGE, temos feito denúncias e pedido o concurso. A própria direção do instituto reconhece a carência de pessoal. Com tamanha necessidade, corremos o grande risco de, no futuro próximo, a qualidade e o sigilo das informações do IBGE serem afetadas.”

    O retorno da diretoria ao sindicato, segundo Nelson, é que o IBGE já fez a solicitação e aguarda o Ministério do Planejamento. “No entanto, se a atual direção tivesse efetivamente nos últimos anos cobrado do governo os concursos, a situação seria diferente. Em vez de realizar seleções periódicas, preferiram fazer contratos, o que causou uma grave crise institucional”. A ASSIBGE-SN também tem cobrado o concurso ao Planejamento, por meio do Fórum das Entidades dos Servidores, do qual o sindicato faz parte. Em Brasília, o secretário de Relações de Trabalho da pasta, Sérgio Mendonça, havia marcado para o dia 28 deste mês um encontro onde seriam dadas respostas sobre as reivindicações. No entanto, a reunião não deverá acontecer.

    O sindicato enviou, portanto, um ofício à pasta, solicitando uma reunião para até o próximo dia 10. “Nas reuniões, o Planejamento diz que está sensível à situação do IBGE, mas não nos passaram nada de concreto. Esperamos que agora o governo defina sua proposta para o servidor público federal e nos passe posições mais concretas.”

  • BNB – Edital poderá ser publicado no final de maio

    BNBAguardado com expectativa pelos concurseiros que possuem graduação, o concurso público para o Banco do Nordeste do Brasil (BNB) está bem próximo de ser realizado. A assessoria da instituição confirmou que a intenção é publicar o edital de abertura da seleção até o fim deste mês. A previsão inicial era de que o documento fosse divulgado em abril. O banco não forneceu maiores detalhes do concurso, como o número de vagas e a distribuição de cargos. Entretanto, a instituição confirmou que as oportunidades devem ser para funções que exigem graduação em áreas como Direito, Economia, entre outras. Além dessas carreiras, também deverá contemplar exigências como o mestrado e o doutorado, em cadeiras como Agronomia, Zootecnia e Economia.

    Apesar da intenção de publicar o edital em curto prazo, a empresa que será responsável pelo concurso ainda não foi escolhida. A tendência é que essa definição, assim como as dos principais pontos da seleção, sejam divulgadas somente após a posse do novo presidente, marcada para a próxima semana. Inicialmente, as chances serão para Fortaleza (CE), sede da instituição financeira mas até a abertura, novas lotações podem acontecer.

    O banco realizou o último concurso em 2010, com a intenção de preencher 252 vagas distribuídas entre os cargos de analista bancário (nível médio) e especialista técnico (nível superior). Os vencimentos variavam de R$1.431 a R$7.029,75. A validade da seleção foi encerrada em junho do ano passado, com cerca de 6.600 candidatos classificados.

    As provas objetivas e discursivas tiveram questões de Língua Portuguesa, Matemática, Conhecimentos Bancários e Conhecimentos Específicos a cada função. O concurso contou com muita polêmica, já que houve dificuldade na convocação dos classificados. A instituição contava com muitos funcionários terceirizados, impedindo que novas contratações de efetivos.

    Um outro concurso, para nível médio, foi realizado ano passado, com oferta de 12 oportunidades para a função de analista. Os concorrentes foram avaliados através de provas objetivas e os contratados têm direito a vencimento inicial de R$2.950,58, dos quais R$2.043,36 de vencimentos, R$509,89 de auxílio-refeição e R$397,33 de alimentação, além de outros benefícios. O regime de contratação foi o celetista e o concurso terá validade até 2016.

  • Corpo de Bombeiro/RN espera aval para 100 vagas

    A solicitação está em trâmite desde o ano passado e, de acordo com a área de comunicação do órgão, em função das dificuldades financeiras enfrentadas pelo Estado, o certame ainda não foi liberado para não onerar a folha de pagamento. No entanto, o edital já está praticamente pronto e assim que o aval for concedido a seleção deve ser liberada.

    A organizadora do concurso do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte já está contratada e o processo seletivo será executado pelo Idecan (Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional).

    Para concorrer ao posto de soldado do CBMRN, o candidato deverá possuir ensino médio completo, idade entre 19 e 30 anos, altura mínima de 1,65m, estar quite com as obrigações militares, ter carteira de habilitação na categoria “B” (no mínimo) e possuir ilibada conduta pública e privada.

    Se este processo seletivo for igual ao de 2006, apresentará as seguintes etapas: teste intelectual (prova objetiva) para mensurar os conhecimentos gerais do candidato; exames de saúde; avaliação de condicionamento físico; e curso de formação com duração média de seis meses.

    Em 2006

    O Corpo de Bombeiros lançou um edital com 70 vagas para o curso de formação de soldados.  Na ocasião, a banca organizadora foi a Consultec e, enquanto o candidato frequentasse o curso, a remuneração oferecida correspondia a um salário mínimo vigente.

    A prova objetiva constou de 100 questões que versaram sobre língua portuguesa (20), matemática (20), geografia (20), história (20), atualidades (10) e potencialidade (10).

    Depois da etapa do teste objetivo, os classificados passaram por exames de saúde clínico e antropométrico, de acuidade visual, de avaliação psiquiátrica e odontológico. Além desses, houve alguns exames complementares, sendo eles: de sangue, urina, fezes, raios-X e toxicológico clínico.

    Na avaliação de condicionamento físico, os candidatos tiveram que passar por corrida de média distância, tração em barra fixa, flexão de braço com apoio ao solo, flexão abdominal, natação de 100 metros e subida em escada de 30 metros.

  • DPU – Defensoria diz trabalhar para retomar concurso

    DPUA Defensoria Pública da União (DPU) publicou nota oficial nesta quarta-feira, dia 13, informando que as datas indicadas no cronograma da seleção para cargos de níveis médio e superior de sua área de apoio deverão ser desconsideradas em razão da suspensão do concurso. A explicação encerrou a discussão a respeito da data limite de pagamento da taxa, que já tomava corpo nas redes sociais. A boa notícia é que, de acordo com o órgão, “visando resguardar os interesses dos candidatos e das pessoas vulneráveis que necessitam de assistência jurídica gratuita, envidará todos os esforços necessários ao restabelecimento do certame”. Portanto, os candidatos devem aproveitar a suspensão para acelerar os estudos, certos de que o tempo é aliado na busca da melhor preparação. Melhor do que isso, o concurso poderá ser logo retomado.

    Entenda: as inscrições para o concurso terminariam na última segunda-feira, dia 11, e 143 vagas seriam destinadas a prover as DPUs de todo o país. No entanto, as oportunidades foram retiradas do órgão, na última sexta-feira, dia 8, sob a alegação de que a DPU possui autonomia para a realização de um concurso próprio. Em entrevista recente , a secretária de Gestão de Pessoas da DPU, Kátia Bessa, disse que a retomada do concurso está sob análise, não havendo ainda um posicionamento oficial. Segundo ela, a DPU obteve autorização para prover 85 vagas, sendo 56 vacâncias e 85 novos, o que totaliza 143. “É importante frisar que apenas 85 são cargos novos que foram redistribuídos pelas portarias, mas que a DPU não havia antes de 2015 orçamento para provimento. Os outros 56 são reposições de vacâncias”, explicou.

    Anadef repudia:  A Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais (Anadef) repudiou veementemente  a atitude do Governo Federal e Ministério do Planejamento: “A retirada dos cargos causa um prejuízo manifesto aos serviços prestados ao mais pobres, e fere os princípios constitucionais, que é de resguardar a eficiência do serviço público. Estão colocando em jogo o próprio funcionamento da DPU”, disse o presidente da entidade, Dinarte da Páscoa. Ele explica ainda que, juridicamente, não haveria nenhum impedimento da DPU fazer uso de cargos do poder executivo, mesmo com autonomia: “Há a necessidade de estruturação da DPU como orgão autonômo. Não temos carreira de apoio e os únicos cargos existentes, que eram cedidos do planejamento, estão sendo retirados pelo governo federal. Mais uma vez, a principal prejudicada com essa decisão é a população carente, é o assistido.”

    Sefundo ele a atitude é uma forma de retaliação pela própria autonomia da DPU: “O governo federal sabe que os cargos são os únicos que existem na DPU, já que não tem carreira de apoio própria. O projeto de estruturação ainda está para ser aprovado no Congresso Nacional. O próprio governo federal vem se posicionando contrário a estruturação da carreira de apoio. A população mais pobre será a prejudicada. Não existe possibilidade da defensoria funcionar sem esses cargos”, lamentou.

  • P. FEDERAL – Corporação trabalha para abrir novo concurso este ano

    PFO processo referente ao concurso para 558 vagas de delegado e perito da Polícia Federal (PF) prossegue tramitando rumo à divulgação do edital, o que ainda pode acontecer no próximo semestre. No último dia 6, a documentação foi devolvida ao departamento para atualização do impacto financeiro do preenchimento das vagas. Serão oferecidas 491 chances no cargo de delegado e 67 no de perito, com ganhos iniciais de R$17.203,85 por mês. Como o objetivo da PF é realizar a seleção o mais rápido possível, a tendência é que o ajuste seja feito rapidamente, com o processo sendo reenviado em breve ao Ministério da Justiça. Caberá à pasta encaminhá-lo ao Ministério do Planejamento, que precisará confirmar a existência de verba para a nomeação dos concursados.

    Ambos os cargos têm como requisito o ensino superior completo e a carteira de habilitação, na categoria B ou superior. No caso de perito, a formação superior necessária varia conforme a área de atuação. Há 18 áreas possíveis, mas ainda não foram definidas as que farão parte do concurso. Para delegado, a exigência é o bacharelado em Direito, além de experiência mínima de três anos em atividade jurídica ou policial. Esse último requisito foi implementado pelo Decreto 8.326, de outubro do ano passado, o mesmo que extinguiu a necessidade de autorização do Planejamento para a realização de concursos da carreira policial da PF. Apesar disso, o ministério ainda precisa ser consultado quanto à disponibilidade orçamentária para o preenchimento das vagas que o departamento deseja oferecer. Com a edição do decreto, para que a PF possa convocar um novo concurso da carreira policial, basta que 5% dos cargos do respectivo cargo estejam ociosos. As seleções também podem ser abertas a critério do ministro da Justiça, conforme a necessidade.

    Cronograma – O calendário dos concursos do departamento é definido tendo como base o curso de formação profissional, etapa final das seleções, que é iniciado sempre no segundo mês de cada semestre. Por ainda depender da confirmação orçamentária do Planejamento, é pouco provável que a PF consiga iniciar o curso de formação do novo concurso em fevereiro do ano que vem. Sendo assim, a hipótese mais plausível no momento é que, havendo o sinal verde do Planejamento no início do próximo semestre, o órgão trabalhe para divulgar o edital a tempo das provas serem aplicadas até o início do ano que vem. A expectativa é que a confirmação orçamentária seja dada após a publicação do decreto de contingenciamento do orçamento da União para este ano (previsto para até o próximo dia 22), que é a mesma orientação com relação aos concursos e nomeações que dependem de autorização do Planejamento. O último concurso para os dois cargos aconteceu em 2012 e foi organizado pelo Cespe/UnB.

  • IRREGULARIDADES AMEAÇAM CONCURSO DE DELEGADO EM PERNAMBUCO

    A Associação dos Delegados de Polícia de Pernambuco – ADEPPE protocolou na última sexta-feira (10), no MPPE, através do Promotor de Justiça Maviael de Souza Silva, coordenador das Promotorias de Defesa do Patrimônio Público, denúncia de irregularidades na realização do concurso público para 100 vagas de Delegado de Polícia. A associação alega em seu arrazoado que o processo licitatório encontra-se viciado, pelo fato de ter a SDS utilizado indevidamente o sistema de dispensa de licitação para contratação da IAUPE, uma entidade local que não atende o critério legal da “inquestionável reputação ético-profissional”.

    Para o presidente recém eleito da Adeppe, Delegado Francisco Rodrigues, “as irregularidades são muitas, por exemplo não está prevista a participação da OAB no certame, diferentemente do que ocorre com os outros concursos para as demais carreiras jurídicas do Estado. Some-se a isso o fato de não se ter dado tempo hábil para que empresas reconhecidas nacionalmente apresentassem propostas, razão pela qual somente três instituições desconhecidas entregaram propostas e apenas a pernambucana IAUPE, que vem realizando vários concursos para a Prefeitura do Recife e Governo do Estado, foi selecionada”.

    A associação aponta ainda outro problema relativo ao fato de haver no processo licitatório três Termos de Referência diferentes, um deles assinado por pessoa estranha aos quadros da Polícia Civil, instituição que solicitou a realização do certame. “Para um governo que prioriza a segurança pública, diante de tantas irregularidades, deveria promover a suspensão imediata do concurso, até a apuração das graves denúncias, o que evitará maiores prejuízos aos candidatos e principalmente à sociedade”, afirmou Rodrigues. E completou: “em que pese a urgência de recompletamento de pessoal, o concurso para o cargo de Delegado deve ser realizado com absoluta lisura, afinal são estes profissionais que vão decidir sobre a liberdade das pessoas. Um concurso mal elaborado, pode até permitir a infiltração de membros de organizações criminosas no seio da Polícia Civil”.

  • DPU: ABRE CONCURSO PARA 143 VAGAS.

    A Defensoria Pública da União (DPU) divulgou edital de concurso para 143 vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de níveis médio e superior. Os salários são de R$ 3.817,98 e R$ 5.266,18, respectivamente.

    No site do Diário Oficial da União, é possível ver o edital.

    As oportunidades são para o Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

    Os cargos de nível superior são para analista técnico-administrativo, arquivista, assistente social, contador, economista, psicólogo, sociólogo, técnico em assuntos educacionais e técnico em comunicação social – jornalismo.

    As vagas de nível médio são para agente administrativo.

    As inscrições podem ser feitas de 22 de abril a 11 de maio pelo site www.cespe.unb.br/concursos/dpu_15_administrativo. A taxa é de R$ 100 para nível superior e R$ 70 para nível médio.

    As provas objetivas e a perícia médica dos candidatos que se declararam com deficiência serão realizadas nas 26 capitais dos estados da Federação e no Distrito Federal.

    As provas objetivas serão aplicadas na data provável de 21 de junho.

    O concurso terá validade de 1 ano e poderá ser prorrogado, uma vez, por igual período.

    Clique aqui e confira o edital.